segunda-feira, 11 de junho de 2018

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domingo, 10 de junho de 2018

Espetáculo: Gaiola, pássaros da alma

Espetáculo de teatro Gaiola, pássaros da alma... É uma peça que une textos teatrais e textos diversos que dialogam sobre os processos educacionais. No dia 20 de junho (quarta) às 20h vamos fazer uma sessão fechada para professores. Após o espetáculo, o conselheiro estadual de educação Dr.Tito Lívio Lermen ministrará a palestra Educação Inovadora. 

Quarta, dia 20 de junho, às 20h - Espetáculo: Gaiola, pássaros da alma 
21h - Palestra: Educação Inovadora com Tito Lermen 
Local: Art Fitness Studio Sabrina Lermen (Rua Itaiópolis, 257) 
Gratuito - Professores interessados, favor entrar em contato com a produção do espetáculo no 99165-8790, para reserva antecipada de ingressos. 

Para o público em geral...

Seminário Boas Práticas - Agricultura e Alimentação: Joinville 2030

Seminário Boas Práticas – Agricultura e Alimentação: Joinville 2030 é um evento que visa promover conhecimento sobre segurança alimentar e nutricional, oportunizar relatos de boas práticas realizadas no Município de Joinville, construir perspectivas para assegurar o direito humano à alimentação adequada e promover o fortalecimento e estruturação do Sistema de Segurança Alimentar e Nutricional (SISAN).

Quando acontece? Dia 26 de junho, das 14h às 21h, no Teatro Juarez Machado - gratuito.

Programação
14h Abertura
Mesa Redonda I
14h45: SISAN Joinville, Edina Acordi.
15h: Programa Mesa Brasil SESC, Patrícia Girardi.
15h15: Sabor de Sobra, Profª. Mestre Mariana Falcão Leal Brotero Duprat.
15h30: Roda de conversa I.
16h: Café com prosa I.
Mesa Redonda II
16h30: Agricultura de Joinville, Unidade de Desenvolvimento Rural (SAMA.UDR), Carlos Alberto Noronha do Amaral.
16h45: Projeto “Valorização de produtos alimentares tradicionais do Norte Catarinense”, UNIVILLE.
17h: Associação Joinvillense de Agroindústrias Artesanais Rurais (AJAAR).
17h15: Agricultura Orgânica e Agroecologia de Joinville.
17h30: Roda de conversa II.
18h: Café com prosa II.
Mesa Redonda III
19h: Projeto Prato Limpo, Escola Municipal Enfermeira Hilda Anna Krisch.
19h15: Projeto “Conscientização sobre o Rio Alandaf”, Isabela Cardozo (Escola Agrícola Municipal Carlos Heins Funke).
19h30: Projeto “Cadê o rio que estava aqui?”, Gabriel Nascimento (Escola Municipal Pastor Hans Muller).
19h45: Empreendedorismo na Alimentação Sustentável, Santa Xepa, Miguel Harinton Leiria Neto.
19h30: Roda de conversa III.
20h: Apresentação de trabalhos profissionais ou acadêmicos selecionados I.
20h15: Apresentação de trabalhos profissionais ou acadêmicos selecionados II.
20h30: Apresentação de trabalhos profissionais ou acadêmicos selecionados III.
20h45: Palestra de encerramento “Objetivos do Desenvolvimento Sustentável”.

Dica: luz

Feijoada Beneficente Rede Feminina

Pensando: suicídio

Osho

sábado, 9 de junho de 2018

Roda de conversa

Amunesc, das 8h30 às 17h30

2° Corrida e Caminhada ADE

"Desizão"

Aprendendo a ignorar quem nos machuca

Estamos tão acostumados a reagir por impulso, quando alguém nos machuca, que acabamos envenenando o nosso dia ou, às vezes, a nossa vida. Mas muitas vezes nossa felicidade pode depender da nossa capacidade de ignorar aqueles que nos prejudicam.

Quantas vezes nos sentimos ofendidos, tristes, irritados com o comportamento dos outros? Estas reações são comuns e fazem parte do comportamento normal do ser humano. O problema surge quando os sentimentos negativos começam a aflorar e acabam nos desgastando.

Aprender a ignorar uma pessoa tóxica não é simples, mas envolve uma profunda mudança de atitude. Devemos aprender a abrir a mente e a ver as coisas sob um outro ponto de vista. Nesse sentido, falaremos da “aceitação radical”, uma técnica desenvolvida pela psicóloga Marsha M. Linehan da Universidade de Washington.

Do que se trata a aceitação radical? Trata-se de aceitar algo sem julgamentos. Vamos dar um exemplo: quando alguém nos irrita com suas palavras ou com seus gestos, é porque nós mesmos esperamos determinados comportamentos daquele alguém, e rejeitamos um comportamento diverso daquele que tínhamos imaginado.

Segundo Linehan, essa rejeição alimenta a frustração, o ressentimento, o ódio ou a tristeza e, ao contrário, quando se pratica a aceitação radical, aceita-se simplesmente o que quer que tenha acontecido, sem entrar no julgamento do mérito. A distância psicológica cria uma espécie de escudo e garante que, em uma ou em outra situação, não sejamos emocionalmente prejudicados.

Dicas para TCC

Armandinho em "Cuidar das Palavras"

sexta-feira, 8 de junho de 2018

No Casulo é assim!

Ambiente preparado pedagogicamente possibilita à criança pequena grandes aprendizagens, descobertas, explorações que permitem a ela acessar todo seu potencial criativo, imaginativo e ter confiança o bastante para se desenvolver com autonomia. 


No CEI Casulo da Borboleta, fazemos questão de ter objetos e organizar ambientes que por si só convidem a criança
a descobrir, testar, criar. Venha nos conhecer, dê ao seu filho a oportunidade de uma infância fantástica!

"Queen Experience in Concert"

Perda

Conto budista (parte final)

Obviamente, o homem não acreditou no que ouviu, ele se sentiu comovido e angustiado. 
Ele não conseguia explicar o que tinha acontecido. Ele foi acometido por um tremor por todo o corpo e seu suor 
molhou os lençóis onde dormiu. Em sua vida, nunca havia conhecido um homem com um carisma tão forte. 
O Buda modificou todos os seus pensamentos e todo o seu modo de viver e de agir.

Na manhã seguinte, o homem voltou ao mestre e jogou-se aos seus pés. 
Então o Buda voltou-se para Ananda:
– Você viu? Esse homem voltou para me dizer algo. Esse gesto de tocar meus pés 
é a maneira dele de me dizer algo que não poderia ser explicado em palavras.

O homem olhou para o Buda e disse:
– Perdoe-me pelo que fiz a você ontem.

O mestre respondeu que não havia nada para perdoá-lo e explicou-lhe:
– Como o fluxo do Ganges faz com que suas águas nunca sejam as mesmas, então nenhum homem é o mesmo de antes. 
Eu não sou a mesma pessoa com a qual você esteve ontem. E nem mesmo aquele que me cuspiu está agora aqui. 
Não vejo ninguém tão bravo quanto ele. Agora você não é mais o mesmo homem de ontem, 
você não está fazendo nada comigo, então não há nada de que eu possa perdoá-lo. 
As duas pessoas, o homem que cuspiu e o homem que recebeu o cuspe, 
já não estão mais aqui. Então, agora vamos falar de outra coisa.

Música (sempre)

Dicas para a saúde emocional

quinta-feira, 7 de junho de 2018

Encontro de Coros Sacros neste domingo

"O valor de um grupo"

Um homem, comparecia assiduamente às reuniões de um grupo de amigos, e sem comunicar à ninguém, deixou de participar de suas atividades. Depois de algumas semanas, um amigo, integrante desse grupo, decidiu visitá-lo. 

Era uma noite muito fria! O amigo o encontrou na sua casa, sozinho, sentado diante da lareira, onde o fogo estava brilhante e acolhedor. Adivinhando o motivo da visita do seu amigo lhe deu as boas vindas, e aproximando-se da lareira lhe ofereceu uma cadeira grande em frente à chaminé e ficou quieto, esperando. Nos minutos seguintes, houve um grande silêncio, pois os dois homens somente admiravam a dança das chamas em volta dos troncos de lenha que queimavam. 

Depois de alguns minutos, o amigo examinou as brasas que se formaram e cuidadosamente escolheu uma delas, a mais incandescente de todas, empurrando-a para fora do fogo. Sentando-se novamente, permaneceu silencioso e imóvel. O anfitrião prestava atenção a tudo, fascinado e também quieto. Dentro de pouco tempo, a chama da brasa solitária diminuiu, até que após um brilho discreto e momentâneo, seu fogo se apagou em um instante mínimo. Dentro de pouco tempo, o que antes era uma festa de calor e luz, agora não passava de um frio, morto e preto pedaço de carvão, recoberto de uma camada de cinza espessa. 

Nenhuma palavra tinha sido pronunciada desde a protocolar saudação inicial entre os dois amigos! Antes de preparar-se para ir embora, o amigo, movimentou novamente o pedaço de carvão já apagado, frio e inútil, colocando-o novamente no meio do fogo. Quase que imediatamente voltou a desprender-se uma nova chama, alimentado pela luz e o calor das labaredas dos outros carvões em brasa e ao redor dele. 

Quando o amigo se aproximou da porta para ir-se embora, seu anfitrião lhe disse: - Obrigado pela sua visita e pelo belíssimo sermão... Retornarei ao grupo de AMIGOS que muito bem sempre me faz.

8° Festival Gastronômico - Sabores da Ilha em julho...


O Festival Gastronômico São Chico em Sabores visa promover a gastronomia típica regional, estimulando os profissionais da área a utilizarem em novas receitas, produtos existentes na região. Esta iniciativa visa incrementar o leque de ofertas e contribuir para a disseminação dos valores culturais e, consequentemente, fomentar o setor da alimentação fora do lar.

Crianças: transtorno bipolar

Pensando...

quarta-feira, 6 de junho de 2018

Amanhã... Leitura dramática: Valsa nº 6, de Nelson Rodrigues (gratuito)


A adolescente Sônia é assassinada enquanto executa a Valsa nº 6, de Chopin. Depois de morta, tenta montar o quebra-cabeça de suas memórias e reconstruir os acontecimentos de sua vida. Sempre com a peça musical de Chopin funcionando como pano de fundo, a moça vai revelando uma trama de assassinato, adultério, alucinações e conflitos entre o real e o imaginário. A peça Valsa nº 6, de 1951, é o único monólogo da obra de Nelson Rodrigues e está na lista de obras literárias da UDESC/2018.2 e da UFSC/2019.

Seminário Boas Práticas - Agricultura e Alimentação: Joinville 2030

Abertas as inscrições para o Seminário Boas Práticas – Agricultura e Alimentação: Joinville 2030, evento que visa promover conhecimento sobre segurança alimentar e nutricional, oportunizar relatos de boas práticas realizadas no município de Joinville, construir perspectivas para assegurar o direito humano à alimentação adequada e promover o fortalecimento e estruturação do Sistema de Segurança Alimentar e Nutricional (SISAN).

Quem pode participar? Qualquer pessoa.

Inscrições: para ouvinte até 26/06/2018, às 12h; e para envio de trabalhos profissionais ou acadêmicos: até 11/06/2018, às 23h59.

Como participar?
Leia o regulamento do seminário. Escolha a forma de participação desejada (ouvinte ou apresentação de trabalho profissional ou acadêmico). Acesse e preencha o formulário correspondente, atento ao período de inscrição para cada tipo de participação. Para apresentação de trabalho, elabore e anexe pôster do trabalho no formulário, conforme o modelo. Envie o formulário. Para apresentação de trabalho, aguarde envio de e-mail que confirmará sua participação. Participe do seminário.

Quanto custa? Inscrição gratuita.

Sobre: Este evento é realizado/apoiado pela Secretaria de Assistência Social – SAS e Conselho Municipal de Segurança Alimentar e Nutricional – COMSEAN, em parceria com Associação Luterana Bom Jesus/Ielusc, Universidade da Região de Joinville (UNIVILLE), Centro Universitário Católica de Santa Catarina, Mesa Brasil SESC, Associação de Segurança Alimentar e Nutricional (ASANJ).

Fonte: https://www.joinville.sc.gov.br/eventos/inscricao-seminario-boas-praticas-agricultura-e-alimentacao-joinville-2030/

Palestra gratuita sobre Doença Inflamatória Intestinal

36ª Feijão Irmão & Rede Feminina de Combate ao Câncer

Dia 16 de junho, das 11h30 às 15h - Ingresso: R$ 40,00
Local: Sociedade Esportiva e Recreativa Esmeralda 

Crianças: autismo

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terça-feira, 5 de junho de 2018

No Casulo é assim!

Um novo olhar...

No CEI Casulo da Borboleta é assim, professoras amorosas, dedicadas e capacitadas para
atuar pedagogicamente com olhar atento que permite e admira a ação infantil, 
com iniciativa, autonomia e criatividade.

Feira do Príncipe neste domingo

Conto budista (parte 1)

Para ser feliz, é preciso ignorar

Dizem que uma vez, um homem se aproximou de Buda e, sem dizer uma palavra, cuspiu em seu rosto. Seus discípulos ficaram muito bravos.

Ananda, o discípulo mais próximo, perguntou a Buda:
– Dê-me permissão para dar a este homem o que ele merece!

Buda enxugou-se calmamente e respondeu a Ananda:
– Não. Vou falar eu com ele.

E juntando as palmas das mãos em sinal de reverência, Buda disse ao homem:
– Obrigado. Com seu gesto, você permitiu que eu visse que a raiva me abandonou. 
Estou extremamente agradecido. Seu gesto também mostrou que Ananda e os outros discípulos
ainda são assaltados pela raiva. Obrigado! Somos muito gratos!

A lição da Dança

Crianças: TDAH

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domingo, 3 de junho de 2018

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“Tudo que é preciso para o triunfo do mal 
é que os bons homens não façam nada”
Edmund Burke

3° Feijoada Solidária - Universo Down

A arte para crianças por Eduardo Galeano

Ela estava sentada numa cadeira alta, na frente de um prato de sopa que chegava à altura dos seus olhos. Tinha o nariz enrugado e os dentes apertados e os braços cruzados. A mãe pediu ajuda:
- Conta uma história pra ela, Onélio - pediu.
- Conta, você que é escritor... 
E Onélio Jorge Cardoso, esgrimindo a colher de sopa fez seu conto:
- Era uma vez um passarinho que não queria comer a comidinha. O passarinho tinha o biquinho fechadinho, fechadinho, e a mãezinha dizia: "você vai ficar anãozinho, passarinho, se não comer a comidinha". Mas o passarinho não ouvia a mamãezinha e não abria o biquinho... 
E então a menina interrompeu:
- Que passarinho de merdinha - opinou.

Como cumprimentar nas diversas regiões da Alemanha...

Amor

sábado, 2 de junho de 2018

9° Festa do Aipim na Sociedade Dona Francisca


Dicas práticas de como ser uma pessoa mais legal

- Nossa, meu filho de 2 aninhos aprendeu a pedir água, acredita?
Troque o: - Ah, o meu com 1 ano já sabia tirar água do poço!
Por: - Que lindo! O que mais ele aprendeu a fazer?

- Tô tão feliz! Passei direto esse semestre na faculdade!
Troque o: - Nossa, eu nunca peguei exame na minha vida!
Por: - Uau! Parabéns! E quanto tempo falta para se formar?

- Cara, eu e minha esposa vamos tirar férias juntos esse ano e viajar para o nordeste, não vejo a hora...
Troque o: - Ano passado fui pra Miami com a minha esposa, muito bom.
Por: - Puxa cara, que legal! Espero que vocês curtam bastante. Qual cidade vocês vão conhecer?

Isso se chama escuta ativa. 
Tire a sua pessoa do centro da conversa, e se importe (de verdade) com o que o outro está te contando. 
Isso faz TODA diferença! Gabriele Garbin

Ministério da Justiça


Não é difícil achar na rua produtos que prometem acabar com manchas e limpar a sujeira de vasos sanitários e azulejos. O produto de limpeza clandestino, por mais que possua cheiro agradável e cores bonitas, pode ser mais perigoso que você pensa, podendo provocar queimaduras, problemas respiratórios e até a morte.

Os produtos clandestinos não possuem registro da Anvisa, portanto não há controle em relação aos seus ingredientes, e mesmo mais barato que desinfetantes produzidos legalmente, pode acabar saindo "mais caro".

Geralmente, desinfetantes clandestinos sequer fazem o que prometem, como acabar com germes e limpar superfícies, pois não possuem ingredientes próprios ou, quando contém, não estão em quantidades suficientes.

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sexta-feira, 1 de junho de 2018

É preciso respirar...

Na casa de Ottokar por Jura Arruda

A moça desenha sobre o papel. Atrás de si há um pequeno varal com desenhos que fizera antes. O vento os balança suavemente. Uma menina se aproxima, olha-a com interesse. A moça oferece-lhe um lápis e papel. Outras crianças se aproximam e, agora, a moça orienta-os com a melancolia de quem perdera a guarda do filho. A moça é moradora de rua, mas sua vida não pode ser resumida a isso.

Em volta, o jardim está repleto de toalhas sobre a grama, onde famílias fazem piquenique. É fim de tarde e o sol é ameno. Clima perfeito. Fotos registram um sábado feliz no jardim de um museu. A casa de Ottokar Doerffel, com seus jardins e lagoa, é um dos espaços bucólicos da cidade que convidam à arte e à contemplação. Não por acaso abriga o Museu de Arte de Joinville.

Meses atrás, o local passou a ser usado por jovens para tráfico e consumo de drogas, o que afastou o público do local. Os moradores de rua que costumam usar o espaço foram, imediatamente, acusados. A vizinhança sugeriu fechar o local com cerca.

Há duas questões no parágrafo acima que precisam ser repensadas: a primeira é que cercar um local público é assumir a incompetência pública para cuidar de um bem; a segunda e importantíssima questão diz respeito à forma ortodoxa com que olhamos para a sociedade. Durante o processo de “limpeza” do local, verificou-se que os moradores de rua, usuários de drogas, não eram os responsáveis pelo tráfico, nem pelas depredações. Pasmem, queridos! Entre outras coisas, foram encontradas bebidas escondidas em mochilas que chegavam ao jardim do museu pelas mãos de jovens estudantes das classes média e alta. Casos de coma alcoólico foram presenciados às portas do museu.

Artistas vêm colaborando com a equipe do MAJ para tirar a pecha higienista e mostrar que a paisagem do museu não é monocromática, mas uma colcha de retalhos de diversos segmentos, culturas e valores. Ações de apoio do Centro POP, do Consultório na Rua, vem possibilitando a convivência pacífica das diversidades. A gestão criativa, em que todos participam de tudo, pode fazer a diferença e devolver à casa de Ottokar seu caráter agregador.

Paralelo a isso, a discussão sobre segurança, drogas e respeito, parece claro, deve estar também no seio familiar, na orientação aos filhos. Omissão e negligência colocam os jovens em caminhos tortuosos e tristes. A sociedade precisa discutir suas demandas sem as amarras retrógradas e obsoletas que nos impelem ao preconceito e à hipocrisia. Em 2018 não cabem mais discussões rasas, unilaterais e arcaicas, faz-se necessário um mínimo de consciência social. É preciso restabelecer a dignidade humana, e isso pode começar em um jardim, em um desenho à lápis numa folha de papel.

(Crônica publicada no jornal A Notícia, em 04/05/2018).

O Ministério da Saúde alerta...

O brasileiro ingere cerca de 12 gramas de sal por dia, mais que o dobro do máximo sugerido pela Organização Mundial da Saúde, que é de 5 gramas. O excesso de sal na alimentação contribui para o aumento da pressão arterial, que é o principal fator de risco para ataques cardíacos, acidente vascular cerebral (AVC) e insuficiência renal.
Reduza a quantidade de sal na alimentação e tenha uma vida mais saudável.

Tudo Bacana! no Teatro CNEC


A história do Depois das Onze virou peça e elas vão te convencer que ter um melhor amigo já é bom, mas ter uma peça com ele é melhor ainda! Se você tivesse que pensar, agora, em alguém que pode contar para o resto da vida, quem seria? Pra Gabie seria a Thalita e pra Thalita seria Gabie.

A peça Tudo Bacana!, fala sobre isso: amizade!

As duas vão dividir com o público, de uma maneira bem divertida, como é trabalhar com a melhor amiga, os sonhos, as brigas, as viagens e os micos que pagam por aí. Com bom humor, histórias e música, elas querem sentir de perto o carinho dos fãs, que chamam carinhosamente de “bacanas” e passar uma linda mensagem sobre o que é ter um amigo.

Classificação 10 anos - Duração aproximadamente 90 minutos.

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quinta-feira, 31 de maio de 2018