sábado, 20 de janeiro de 2018

Clássicos Encantados - O Musical

Dia 27 de janeiro (sábado), às 16h, no Teatro Juarez Machado.

Você sabia? Apenas 11% das ruas de Joinville homenageiam mulheres (continua)

Dona Francisca, Dona Leopoldina, Princesa Izabel e Professora Laura Andrade. Essas são as únicas quatro ruas que receberam nome de mulheres no Centro de Joinville. Elas se somam a um total de 475 logradouros em toda a cidade, o que representa 11% do total. Uma realidade bem distante da dos homens, que são lembrados em 2.499 ruas, avenidas, estradas, servidões e travessas, algo em torno de 58%. O levantamento realizado pelo jornal O Mirante foi feito com base em dados sobre as ruas de Joinville da Secretaria de Planejamento Urbano e Desenvolvimento Sustentável (Sepud).

Das quatro ruas do Centro, apenas Princesa Izabel e Dona Francisca recebem grandes fluxos. A rua Dona Leopoldina é uma pequena via sem saída e que abriga empresas. A rua Professora Laura Andrade é uma via estreita que faz a ligação entre as ruas Abdon Batista e Ministro Calógeras.

Se considerarmos apenas as avenidas, apenas uma entre 34 recebe nome de uma mulher. É a avenida Doris Dobner Nass, localizada no bairro Ulysses Guimarães, na zona Sul de Joinville. Já com nome de homens há 29 avenidas.

Em relação às estradas, a situação é a mesma. Das 56 existentes na cidade, apenas uma homenageia uma mulher. Trata-se da estrada Dona Francisca, no bairro do mesmo nome, na área rural. Por outro lado, com nome de homens há 13 vias deste tipo.

O amor (1)

sexta-feira, 19 de janeiro de 2018

quinta-feira, 18 de janeiro de 2018

quarta-feira, 17 de janeiro de 2018

4º Festival Gastronômico de Joinville - Edição Verão 2018

Edição Verão 2018 do Festival Gastronômico de Joinville começa hoje, dia 17 de janeiro...

Dica "O que levar no primeiro dia da escola?"

Famílias cujos filhos nunca foram à escola podem passar por muitos frios na barriga para se prepararem para o início escolar. Não importa se é só um bebê ou um pequeno mocinho de 2 anos. A lista de “material” certamente foi passada pela escola no ato da matrícula, ou você pode solicitar, ok? Algumas instituições pedirão apenas os pertences pessoais, outras terão alguns materiais específicos e até terão aquelas que farão uma lista de material escolar para usos diversos. 

Quero chamar a atenção para os pertences pessoais, seja itens para troca de fralda, muda de roupa, mamadeira ou outros utensílios para alimentação ou descanso. Algumas dicas importantes: 

- A escola é um ambiente coletivo, logo TUDO deve ser IDENTIFICADO! Se seu filho tem um nome da moda, ou estudará numa escola grande vale conversar para ver se não precisará de um segundo nome ou sobrenome em suas coisas, o tipo de etiqueta ou a cor/tema pode ajudar seu filho e seus professores a reconhecerem facilmente. 

- Pense no habitual e abra margem para eventualidades. O mínimo de roupa recomendado para uma criança passar um período na escola são duas mudas completas (isso inclui até meias, viu?). Mas ser prevenido às mudanças de clima, por exemplo, ou aberto às brincadeiras com água e tinta é sempre esperto. Se seu filho está aprendendo a comer com autonomia se lembre dos babadores ou das camisetas extras, sujeira é normal e junto de amigos pode ser ampliada. Para crianças em fase desfralde também, mesmo aqueles que já deixaram as fraldas há algum tempo, mudanças e brincadeiras podem causar eventuais escapes, deixe a mochila preparada! 

- Sem excessos! Levar muita coisa só por garantia não é o caminho, itens que muitas mães gostam de enviar e não são necessários, como não são recomendados, costumam ser: termômetros, remédios (só se medica com receita e diagnóstico), brinquedos, variedade de copos, chupetas, cobertas – a não ser que seja para ver qual melhor se adaptada, depois disso selecione e fim. 

Basicamente é isso! Há quem sugira levar um objeto de transição, como uma naninha ou a boneca favorita – não esqueça de verificar qual a conduta da escola quanto a isso. Eu, particularmente, como professora e mãe, recomendo que conheça seu filho! Há crianças que têm maior necessidade afetiva e ficarão mais seguras abraçadas a algum brinquedo de casa, muitas têm uma personalidade ainda muito egocêntrica e poderão sofrer com os amigos tocando no que é seu. E provavelmente todas ficarão deslumbradas com os novos brinquedos, brincadeiras, atividades e possibilidades deste novo ambiente a desvendar... Permita! 

Ana Kita / CEI Casulo da Borboleta

Lya Luft

terça-feira, 16 de janeiro de 2018

Reflexão

"Eu queria"
Eu queria ser melhor, mas sinto que às vezes não consigo. 
Eu queria ser invencível mas algumas vezes tenho que perder. 
Eu queria tanto ser forte mas alguns dias não aguento firme. 
Queria sorrir sempre mas o choro escorre pelos olhos quando mais tento detê-lo. 
Eu sei que posso alcançar um mundo inteiro mas alguns dias não consigo dar um passo sequer. 
Alguns dias tenho que parar, porque senão se torna impossível seguir. 
Porque o coração é cheio de fé, mas as pernas de carne e osso, e cansam. 
E precisam de uma pausa. 
E preciso me reestruturar. 
Num outro dia volto com tudo. 
Hoje não. 
Outro dia volto de aço. 
Hoje só vou ser humana. 
Vou falhar."

Em fevereiro... 5ª edição da Festa do Caranguejo

segunda-feira, 15 de janeiro de 2018

No Casulo é assim... Adaptação Escolar


Um novo ano se iniciou e para algumas famílias novos horizontes se abrirão seja com o início do ano letivo da escola já escolhida ou com a pretensão de colocar seu bebê numa escolinha. Ops, não cometa este deslize: ESCOLINHA NÃO! Educação Infantil merece o devido reconhecimento, afinal são os primeiros passos estudantis, é um período delicado e único da vida desta criança, cheio de transformações e aprendizagens, muitas vezes também o primeiro local de adquirir confiança em outras pessoas e socializar. 

Quero compartilhar com vocês alguns pontos importantes para começarem com os pés direito – sim, mais de um pé direito, do seu filho (mesmo que ele nem ande), dos pais, e de quem mais participar da rotina escolar – uma avó que costume buscar, a tia que leva, o irmão mais velho, enfim. Vamos lá! 

O primeiro passo já foi dado se você matriculou seu filho, espero que com confiança e alegria por todos de sua família: A DECISÃO! Colocar seu bebê numa escola (e escolhê-la!) precisa ser uma decisão de comum acordo pelos adultos e compartilhada com a criança. A segurança dos pais influencia diretamente na confiança da criança e, portanto, no seu bem estar. 

Em seguida, faça do período antecedente não um momento de tristes despedidas ou de ansiedade, mas de preparação tranquila pela nova fase cheia de descobertas. ORGANIZE-SE! Separe com seu filho as coisas que ele levará à escola, a mochila, seus pertences, talvez precisem comprar novos objetos pessoais – permita que ele participe e até escolha dentro do possível – ou juntos escolham entre os que já possuem e identifiquem com o nome da criança. Gradativamente apresente a ele a nova rotina, como comentar sobre seu trabalho ou as novas crianças com quem ele brincará, faça o caminho até a escola, tente aproximar seus horários do qual será praticado. 

Chegou o tão esperado primeiro dia: ESTEJA TRANQUILO! A conversa breve e franca ao sair de casa é muito importante, qualquer criança fica melhor se ciente de onde vai e o que fará. Chegando a escola esteja disponível dentro das normas da instituição, seja afetuoso, seguro e principalmente seja sempre honesto com seu filho. Caso a escola esteja aberta aos pais ficarem, avise que estará ali ou mesmo quando se afastar. Caso precise sair/trabalhar, avise se puderem lhe chamar ou quando voltará – para as crianças pequenas rotinas fazem mais sentido que horário ou simplesmente “depois eu volto”, descreva a rotina simplificadamente e seu filho entenderá que depois de tal e tal atividade você chegará, assim o educador pode reforçar se ele começar a perguntar de você e lidar com a verdade será bem mais tranquilizador para seu filho. Despeça-se quando de fato for embora, ou seja, não se prolongue com despedidas, cada retorno ou nova conversa pode afetar seu filho desacreditando a certeza de que você está seguro em deixá-lo. 

As crianças adoram novidades, adoram estar com outras crianças, não é mesmo? Pense nisso sempre que bater aquela dúvida se seu filho estará bem. Confie nos diferenciais da escola, nos motivos pelos quais você a escolheu e nos profissionais dedicados. Cada adaptação é única, tem criança que muda de país e parece que sempre está em casa, tem criança que sofre com a simples mudança de lençol na sua própria cama. A idade de seu filho também pode influenciar, suas experiências anteriores, a dinâmica da instituição, a empatia imediata com os novos cuidadores, no entanto, ressalto que o que realmente faz diferença é a confiança. Pai e mãe (ou aqueles que cumprem estes papeis) são os cuidadores principais para a criança pequena, sem dúvida, então para a criança deixá-los, ainda que por curtos períodos, e criar laços afetivos com outras pessoas pode levar algum tempo, algumas lágrimas, não nego, ainda assim em pouco tempo vocês olharão pra trás orgulhosos de todos os caminhos que traçaram e irão ver este início apenas como uma fase já vencida entre tantas aprendizagens e descobertas que juntos e separados vivem. 

Ana Kita, sócia-proprietária do CEI Casulo da Borboleta

Acontecendo Festa Pomerana

Pensando...

domingo, 14 de janeiro de 2018

No Casulo é assim!


Um forte diferencial do Casulo é a alimentação, sabendo da importância do desenvolvimento do paladar nos primeiros 1000 dias de vida, do quão significativo pode ser uma introdução alimentar com hábitos saudáveis e com experiências diversas (texturas, modos de preparo, sabores)... O Casulo traz às famílias um cardápio cuidadosamente preparado, refeições produzidas na escola sem leite animal, sem glúten, sem fritura, sem açúcar e com muito sabor, oferecendo e preservando todos os nutrientes importantes e evitando agrotóxicos (utilizamos sempre que possível orgânicos ou da própria horta). As crianças encontram na hora das refeições um ambiente tranquilo, muito respeito ao seu tempo e interesse por determinados alimentos, a abordagem participativa para que se alimentem com autonomia, mas encontrem apoio sempre que necessário, e, claro, muito prazer! 

Na foto, Benício se deliciando com um sorvete (natural!) de morango e banana. 

Fica a dica para as férias! Congele uma banana branca e bata com a fruta de sua preferência (morango, kiwi, manga), devolva ao congelador e a família toda pode se deliciar e se refrescar neste verão!

Leia Mulheres - Programação 2018

"Que assim seja"

sábado, 13 de janeiro de 2018

Dica

Adaptação Escolar no Casulo da Borboleta


Quem conhece o Casulo já sabe que não somos dados a padrões, logo ficaria impossível definir uma adaptação escolar. Isso porque cada criança é única, e mais, cada fase de sua infância também. Pra ser bem honesto, cada momento é do seu próprio jeito, não?

Há crianças que chegam e já se sentem em casa, os pais ainda estão entregando suas coisas e dando recadinhos e seu filho já está brincando, sem olhar para trás. A estes só podemos nos despedir e garantir que caso a situação mude nós ligaremos. 

Há crianças que chegam introvertidas, querem o aconchego do colo conhecido, de imediato não se atraem com os convites das professoras ou o brincar dos amigos. Para estes pais, convidamos que entrem, fiquem o quanto possam, brinquem com seus filhos, e se despeçam de forma breve e segura quando desejarem/precisarem. 

Há crianças que inevitavelmente chegarão algum dia chorando, pode realmente ser pela ideia de se afastar da mãe ou do pai bem naquele dia que tinham vontade de ficar juntinho, ou qualquer outro motivo que ainda não saiba expressar ou lidar. Nestes casos, todos precisam paciência, empatia e saber seus limites. Se a família pode voltar pra casa, talvez seja necessário, questione seu filho, dê-lhe opções possíveis, faça reforço positivo de estar aqui. Se os pais precisam ir, despeçam-se com amor e nós os deixaremos informados do decorrer do dia. Se os pais podem ficar e conseguem ajudar seus filhos a encontrar sua paz, sejam bem-vindos!

Um dia é diferente do outro, e uma sucessão de dias iguais não garante nada! Cada caso deve ser analisado individualmente, situações mais delicadas discutidas entre adultos (família e escola), e a prioridade deve ser sempre o bem estar de todas as crianças! Também queremos famílias tranquilas e confiantes, tenham certeza de que faremos nosso melhor pelos tesourinhos de vocês e vocês ficarão por dentro! 

Ana Kita, sócia-proprietária do CEI Casulo da Borboleta

...

quinta-feira, 11 de janeiro de 2018

No Casulo é assim!

Seu pequeno bebezinho nem fala e você quer se sentir bem o levando a escola? Vejamos algumas dicas para ficar tudo bem, mesmo!

Para muitas mães ficar com o bebê por mais tempo que a licença maternidade não é possível, e o coração aperta. Como confiar que alguém pode cuidar do nosso bem mais precioso tão bem quanto nós? A verdade é que não pode! Não importa se você escolheu deixar com o pai, a avó, com a tia, uma babá ou levá-lo numa escola, qualquer pessoa cuidará diferente. Calma!! Isso pode ser bom! 

Estudos mostram que o segundo cuidador, seja o pai, ou alguém que não é da família, traz para o bebê uma série de novas experiências, o simples som diferente da voz desperta aprendizagens, sensações e vai dando ao seu bebê a chance de conhecer o mundo. De um jeito ou de outro, uma hora o bebê descobre que a mãe não é só dele, aliás, primeiro ele descobre que a mãe não é uma extensão do próprio corpo, são muitas descobertas, então, é normal que tenha alguns choros, não? Chorar é apenas uma forma de comunicação, sim, ele pode estar comunicando que está com saudade, ou talvez só que não goste deste jeito de comer ou dormir. Num primeiro momento pode ser difícil para os pais, mas é difícil também para o novo cuidador, afinal, estão se conhecendo, estão se descobrindo. A boa notícia é que essa adaptação passa, a mãe que amamenta pode perceber até pelo peito que provavelmente já não encherá enquanto estiver longe do bebê – e isso também não é ruim, nem quer dizer que está faltando leite ou “secando”, trata-se apenas de controle de produção, sempre que o bebê mamar ela irá produzir o suficiente! –, e o coração vai se acalmando, talvez até se pegue com ciúmes quando o bebê abrir aquele sorrisão ao ver a professora ou continue brincando sem notar sua presença quando buscá-lo. 

As crianças aprendem muito rápido, então assimilam a rotina, criam laços com seus cuidadores e colegas, passam a se sentir em casa. E não, não deixam de amá-los nem um pouquinho! Pelo contrário, cada reencontro terá um gostinho de saudade pra deixar esta fase ainda mais gostosa. Aproveitem! 

Ana Kita / CEI Casulo da Borboleta

Pink Floyd In Concert

Dia 25 de janeiro, às 20h30min - Teatro Juarez Machado

Eu desejo...

quarta-feira, 10 de janeiro de 2018

Você sabia?


Na Alemanha, dependendo do lado onde está o laço do vestido típico, ele tem um significado diferente:
Laço para frente: se você é virgem deve fazer o laço para frente.
Laço para trás: caso tenha perdido seu companheiro, use o laço atrás no meio da costas.
Laço para esquerda: se você é solteirinha e está em busca de alguém, o seu laço é para o lado esquerdo.
Laço para direita: se você tem um Fritz para chamar de seu, amarre o laço para a direita.

Regras de vida

terça-feira, 9 de janeiro de 2018

No SESC Joinville...

Dia 12 de janeiro (sexta) às 19h30min no Teatro SESC 

Meu Corpo é Político
De Alice Riff. Brasil, 2017. Drama/Documentário. 72 min. Classificação: 12 anos.

Sinopse: Vivenciado o dia a dia ao lado de diversos ativistas LGBT moradores das periferias de São Paulo, o documentário faz um panorama do contexto social em que os personagens estão inseridos e de que forma sua atuação age nas ruas. Além disso, levanta questões sobre a população trans no Brasil e suas disputas políticas.

* Após a exibição do filme haverá um bate-papo com a diretora Alice Riff.
Entrada franca, sem a necessidade de retirada de ingressos (sujeito à lotação).

Alice Riff é realizadora audiovisual. Formada em Cinema (FAAP) e Ciências Sociais (USP). Meu corpo é político é seu primeiro longa metragem como diretora. Realizou anteriormente diversos curtas-metragens, como Orquestra Invisível Let’s Dance (2016), 100% Boliviano, Mano (2014)e Cidade Improvisada (2012), todos voltados a temas ligados aos direitos humanos e juventude. Atualmente finaliza seu segundo longa metragem, Platamama, com previsão de estreia para 2018.

segunda-feira, 8 de janeiro de 2018

35ª Festa Pomerana

A tradição alemã se manifesta nas danças e costumes. 
Sinta-se em um vilarejo da Alemanha ao passear por Pomerode. 
A festa acontece de 10 a 21 de janeiro. 
Foto: Daniel Zimmermann

Tudo tem seu tempo...

domingo, 7 de janeiro de 2018

Acredite

Feliz semana...


"Não é à toa que a palavra calma tem uma alma dentro dela.
Toda alma inteira precisa de uma paz verdadeira para permanecer tranquila.
Não é à toa que a palavra coração tem uma oração dentro dela.
Tudo que nos toca fundo deve ser respeitado como uma religião e sentido com fé, como uma reza pura.
Não é à toa que o verbo amar tem um mar inteiro dentro dele.
Somente na calmaria no coração, que nossa oração se agiganta na alma e nos leva e traz no trajeto horizonte-areia, renovando nossas crenças.
E se, por fim entendermos que as coisas mais sagradas são as que trazem nossa natureza interior para perto, temos metade do caminho sonhado, fazemos de qualquer marquise em dia de chuva, um teto perfeito, quase um ninho. E não é à toa, que, quando a semente é boa, Deus ajuda a regar quietinho".

sábado, 6 de janeiro de 2018

sexta-feira, 5 de janeiro de 2018

quinta-feira, 4 de janeiro de 2018

quarta-feira, 3 de janeiro de 2018

terça-feira, 2 de janeiro de 2018

O caminho de volta por Téta Barbosa

Já estou voltando... Só tenho 37 anos e já estou fazendo o caminho de volta. Até o ano passado eu ainda estava indo. Indo morar no apartamento mais alto do prédio mais alto do bairro mais nobre. Indo comprar o carro do ano, a bolsa de marca, a roupa da moda. Claro que para isso, durante o caminho de ida, eu fazia hora extra, fazia serão, fazia dos fins de semana eternas segundas-feiras. Até que um dia, meu filho quase chamou a babá de mãe! Mas, com quase 40 eu estava chegando lá. Onde mesmo? No que ninguém conseguiu responder, eu imaginei que quando chegasse lá ia ter uma placa com a palavra “fim”. Antes dela, avistei a placa de “retorno” e nela mesmo dei meia volta. Comprei uma casa no campo (maneira chique de falar, mas ela é no meio do mato mesmo). É longe que só a gota serena. Longe do prédio mais alto, do bairro mais chique, do carro mais novo, da hora extra, da babá quase mãe. Agora tenho menos dinheiro e mais filho. Menos marca e mais tempo. E não é que meus pais (que quando eu morava no bairro nobre me visitaram quatro vezes em quatro anos) agora vêm pra cá todo fim de semana? E meu filho anda de bicicleta, eu rego as plantas e meu marido descobriu que gosta de cozinhar (principalmente quando os ingredientes vêm da horta que ele mesmo plantou). Por aqui, quando chove a Internet não chega. Fico torcendo que chova, porque é quando meu filho, espontaneamente (por falta do que fazer mesmo) abre um livro e, pasmem, lê. E no que alguém diz “a internet voltou!” já é tarde demais porque o livro já está melhor que o Facebook e o Twitter juntos. Aqui se chama “aldeia” e tal qual uma aldeia indígena, vira e mexe eu faço a dança da chuva, o chá com a planta, a rede de cama. No São João, assamos milho na fogueira. Aos domingos converso com os vizinhos. As segundas vou trabalhar contando as horas para voltar. Aí eu me lembro da placa “retorno” e acho que nela deveria ter um subtítulo que diz assim: “retorno – última chance de você salvar sua vida!” Você provavelmente ainda está indo. Não é culpa sua. É culpa do comercial que disse: “Compre um e leve dois”.

Nós, da banda de cá, esperamos sua visita. 
Porque sim, mais dia menos dia, você também vai querer fazer o caminho de volta.

Agradeça (sempre)

segunda-feira, 1 de janeiro de 2018

domingo, 31 de dezembro de 2017

Dica de fim de ano (acate se quiser)

Pensando...

“Devemos dizer outra vez que a tolerância não é a aceitação ingênua ou passiva 
da diferença: é uma luta pelo respeito aos direitos fundamentais. 
A tolerância não significa relativismo ou indiferença. 
É um compromisso renovado todos os dias, para buscar 
na nossa diversidade os laços que unem a humanidade”.
Irina Bokova, diretora-geral da UNESCO

sábado, 30 de dezembro de 2017

...

Canção do dia de sempre, Mario Quintana

"Tão bom viver dia a dia... A vida assim, jamais cansa...
Viver tão só de momentos, Como estas nuvens no céu...
E só ganhar, toda a vida, Inexperiência... esperança...
E a rosa louca dos ventos, Presa à copa do chapéu.
Nunca dês um nome a um rio: Sempre é outro rio a passar.
Nada jamais continua, Tudo vai recomeçar!
E sem nenhuma lembrança, Das outras vezes perdidas,
Atiro a rosa do sonho, Nas tuas mãos distraídas..."

sexta-feira, 29 de dezembro de 2017

Decisão

Festa Pomerana

Serão 12 dias de Festa Pomerana enriquecidas com a cultura alemã, chope artesanal, 
gastronomia típica, feira com produtos locais, muita música e dança!

Marque na sua agenda e prestigie a Festa Pomerana 2018, de 10 a 21 de janeiro!