segunda-feira, 19 de março de 2018
"Pagode da ofensa - o show de humor"
A peça de humor é uma releitura do aclamado canal de comedia do Youtube, “Pagode da Ofensa na Web”, que atualmente tem quase 300.000000 (trezentos milhões) de visualizações em seu canal. Na adaptação para os palcos, os atores tiveram o cuidado e carinho de levar os quadros mais pedidos do canal como: As parodias da Ofensa, cantadas da ofensa, duelos de rimas e o querido “Trotes da Ofensa”, onde o público confere ao vivo e tem a oportunidade de trolar seus próprios amigos da cidade.
Pagode da ofensa o show de humor mesmo vindo de um canal polêmico, tem uma pegada leve porém inteligente de comédia, para ser agradável ao público familiar. Irreverente, dinâmico e divertido “Pagode Da Ofensa O Show de Humor” é uma ótima opção para quem gosta de dar boas gargalhadas. Classificação 12 anos - duração aproximadamente 80 minutos.
domingo, 18 de março de 2018
No Casulo é assim!
O CEI Casulo da Borboleta se voluntariou para participar de uma iniciativa pessoal de um intercambista de trabalhos comunitários, a ideia é enviar cartas cheias de carinho para todas as crianças da escola Utuwema School, na favela de Mukuru kwa Njenga, de Nairóbi, capital do Quênia. Esta escola foi fundada por Kim, morador da favela que estudou desenvolvimento de comunidades, aproveitou um terreno vazio e construiu a primeira sala de aula, começando com 6 alunos, com o objetivo de reforço escolar. Hoje a escola tem capacidade para 300 crianças, que pagam apenas uma taxa equivalente a menos de R$ 20,00 por mês para terem aulas todos os dias, café da manhã e almoço. André Cristian Boing, o intercambista, enquanto trabalhava lá realizou uma arrecadação para reformar a escola e comprar materiais necessários, agora em março retorna ao Quênia e leva todo o carinho do Brasil através de cartas e fotos.
Confira em fotos como algumas crianças do Casulo participaram de propostas de conhecimento cultural e geográfico, expressão artística e empatia para enviarem uma carta com desenhos às 6 menores crianças da escola, a turma que eles chamam de “pre-unit PP2”. Nossa carta será para alegrar: Nicholus, Newton M., Joy, Mymuna, Newton e Ruth; feita com carinho pela professora Bruna, e as nossas crianças: Lívia, Cecília, Thor, Benício e Pedro.
Encontro Regional do CONGEMAS - Região Sul
Objetivo: Capacitar gestores, técnicos do Sistema Único de Assistência Social – SUAS e demais interessados, promovendo um espaço de discussão e elaborando propostas para avanço na política pública da Assistência Social.
Público Alvo: Secretários Municipais de Assistência Social, Trabalhadores do SUAS de nível Superior e Médio; Estudantes Universitários e demais interessados.
Dias 05 e 06 de abril no Bourbon Joinville Business Hotel (Rua Visconde de Taunay, 275)
Realização: Escola de Gestão Pública Municipal – EGEM
Período de inscrição: de 08 de março a 04 de abril - Número de vagas: 500 - Inscrição: R$ 200,00
Do Facebook...
"A gente sai do Ensino Médio e entra numa crise existencial fodida.
Com 17 tão te enfiando em vestibular, concurso, preparatório, pagando tudo parcelado, te jogando a responsabilidade, uma pressão do crl, tudo porque ”você precisa ser alguém” (como se você já não fosse).
Te bombardeiam tanta informação que você nem pensa, só concorda.
Colam na sua testa uns discursos motivacionais doentios: ”Trabalhe enquanto eles dormem!” ”Estude enquanto eles curtem!” ”Viva o que eles sonham!”
E você começa sua vida adulta com duas saídas: – Fracassar e se deprimir. – Ou alcançar: Anêmico, hipertenso, estressado, com insônia e TOC.
Não acredite nisso.
Você não precisa saber o que vai fazer da sua vida aos 17.
Nem aos 25. Nem aos 40.
Cada um tem seu tempo.
Não é só Engenharia, Direito, ou Medicina que dão dinheiro.
Faça o que você gosta.
Um confeiteiro bom ganha muito mais que um advogado merda.
Você não precisa enriquecer pra começar a viver.
Você nasce e constrói 3 coisas: Nome, Lembranças, e Patrimônio.
Não é possível que o sentido da vida seja viver pela única delas que você não carrega depois da morte.
Não viva pra atender expectativas alheias.
Não namore o Pedro se você ama a Carla.
Não faça medicina se a sua vibe é serviço social.
Quem te ama vai descartar o preconceito ao invés de descartar você.
Você nunca vai estar sozinho.
Tem horas que vão te julgar porque você pensa diferente de todo mundo, mas não é todo mundo, é só a bolha que você vive.
Tem um monte de gente que pensa igual e que adoraria ouvir o que você tem pra falar.
A única pressa que você pode ter com o amor é pra amar a si mesmo.
Sempre vai existir alguém que vai te olhar com brilho nos olhos te achando a pessoa mais incrível do mundo, por ser justamente como você é."
sábado, 17 de março de 2018
3ª Noite das Artes
Uma noite especial em homenagem a um dos maiores nomes de Joinville, a 3ª Noite das Artes traz um recital com a mezzo-soprano Luciana Bueno, barítono Douglas Hahn e o pianista Matheus Alborghetti, para celebrar os 200 anos do nascimento de Ottokar Doerffel.
Prefeito de Glauchau/Alemanha; contador e tesoureiro na direção da Colônia Dona Francisca; primeiro prefeito de Joinville, fundador do segundo jornal em alemão da região sul do Brasil, o Kolonie-Zeitung (1862-1942); fundador da Sociedade Harmonie; primeiro cônsul honorário e com importante atuação na fundação da Colônia Agrícola de São Bento do Sul. Foi cronista, matemático e jornalista - escreveu três livros importantes para a história da Colônia Dona Francisca. A belíssima casa que construiu, é sede do Museu de Arte de Joinville desde 1976.
"Cores ao avesso"
Cores Ao Avesso une dança e live cinema articulando elementos para se pensar a sociedade: suas relações de poder, o peso da rotina. Sob o prisma de Cores Ao Avesso, o movimento cotidiano dos sujeitos urbanos é transfigurado a um espectro sinestésico que instiga a uma experiência entre o intimismo do indivíduo e a agitação ruidosa da cidade. O movimento estabelecido e padronizado é explodido para servir de elemento primordial de criação na busca pela desuniformidade das cores. Entrada gratuita!
"O mais feio da cidade" por Hilton Görresen
O sujeito tinha sido feio desde pequeno. Não sei se foi implicância do bom Deus ou se tinha puxado pelo ancestral macaco. Você, leitor, marque a sua opção. Não vou descrevê-lo. Só posso dizer que tinha a beleza física de Quasímodo (o corcundinha de Notre Dame) e bilau de deus grego. Imagine o sucesso se fosse o contrário. Namoradas? Nem pensar, a macaca Chita já era comprometida. Mas havia chegado o dia da vingança, de sua feiura ser admirada e ainda poder tirar o pé do lodo. A prefeitura de sua cidadezinha lançou um concurso para eleger a pessoa mais feia da cidade. Isso não foi sem segundas intenções: era preciso chamar a atenção sobre o município, já um pouco esquecido pelo governo do Estado. E, verdade seja dita, o que a cidade mais tinha era gente feia. Coisa do clima. Mas nosso amigo dava de dez a zero em qualquer um deles. E a prefeitura oferecia um prêmio de vinte mil reais ao vencedor, patrocínio das empresas da região. Afinal, sua “maldição de nascença”, como ele mesmo dizia, iria servir para alguma coisa. Foi fazer a inscrição. Os poucos amigos o incentivavam: – Vai lá, não vai ter pra ninguém. – Vai ser uma vitória merecidíssima. Está se vendo que os tais amigos aproveitavam a ocasião para externar, de tabela, sua opinião sobre a aparência do coitado. Formavam o corpo de jurados que ia escolher o vencedor duas proprietárias de salão de beleza, um artista plástico, um representante da prefeitura e um artista global convidado (que por enquanto fazia pequenos papéis, mas aceitava convites para desfiles, festas e aniversários). Agora eu pergunto: os jurados não deveriam ser pessoas especializadas em feiura? Minha escolha de jurados teria sido: Zé Esqueleto, o coveiro da cidade, a proprietária da boate Pouso do Urubu, e, como convidado especial da prefeitura, um cineasta de filmes “trash”. Quem sabe, o Zé do Caixão aceitaria um convite. Aguardou ansioso o dia do concurso. Quando chegou a hora, apresentou-se chiquérrimo de feio na passarela. Sua horripilância esnobava os outros candidatos. Foi aplaudido de pé. Mas o resultado foi uma decepção. O escolhido nem era feio, tinha apenas uns traços ásperos que até agradavam às mulheres. Mas era amigo dos jurados, militante do partido do prefeito. Quem sabe tenha rolado até uma comissãozinha. Desse jeito, em matéria de feiura, até o Brad Pitt passava a perna no Mick Jaeger. Mas sossegue, leitor, estas coisas não acontecem na vida real. Preciso acabar com essas invencionices.
(Crônica publicada no Jornal A Gazeta de SBS em 03/03/2018)
Leia Mulheres Joinville
No dia 24 de março, acontecerá o encontro mensal do clube de leitura Leia Mulheres em Joinville, no Museu Casa Fritz Alt (Rua Aubé, s/nº, bairro Boa Vista, próximo à Ciser), a partir das 15h. Neste ano, o clube será itinerante, contemplando centros culturais da cidade. O livro proposto para debate é "O caminho de casa", da Yaa Gyasi. A mediação é feita pelas jornalistas Karoline Lopes e Marcela Güther. A entrada é gratuita (fiquem a vontade para trazer sua toalha e lanchinho - se der tempo bom, vamos aproveitar e fazer um piquenique no gramado do museu).
Nascida em Gana e criada nos Estados Unidos, a jovem Yaa Gyasi tornou-se um dos nomes mais comentados na cena literária norte-americana em 2016. Seu romance de estreia, “O caminho de casa”, recebeu resenhas estreladas dos mais importantes jornais e revistas do país, alcançou a disputada lista dos mais vendidos do The New York Times, foi incluído na prestigiosa lista dos 100 livros notáveis do ano do mesmo jornal e arrebanhou o prêmio PEN/Hemingway de melhor romance de estreia. Com uma narrativa poderosa e envolvente que começa no século XVIII, numa tribo africana, e vai até os Estados Unidos dos dias de hoje, Yaa mostra as consequências do comércio de escravos dos dois lados do Atlântico ao acompanhar a trajetória de duas meias-irmãs desconhecidas uma da outra, e das gerações seguintes dessa linhagem separada pela escravidão.
Para pensar, repensar e compartilhar...
O sistema te diz:
- Apertou e não esguichou?
- Só saiu isso na bombinha?
- Seu bebê só ganhou "x" gramas em um mês?
- Seu leite não é suficiente!
A indústria te diz:
- Pra que se desgastar tanto amamentando?
- Pra que se privar do sono?
- O leite que nós produzimos é tão bom ou até melhor que o seu.
- Nossas mamadeiras e chupetas de última geração são justamente o que você precisa para recuperar o controle da sua vida.
- Seu leite é dispensável!
A sociedade te diz:
- Esse bebê não sai do peito?
- Ainda não dorme a noite toda?
- Já tá chorando de fome outra vez?
- Cadê as dobrinhas?
- Seu leite não sustenta!
Mas a ciência te diz:
- Colostro é leite.
- Peito não é estoque, é fábrica.
- Ordenha não é parâmetro para medir produção. A sucção do bebê é infinitamente mais eficaz.
- Bebês amamentados em livre demanda não passam fome.
- Bebês não choram só de fome.
- Cada bebê desenhará sua própria curva de desenvolvimento.
- Mamadeira, chupeta e bicos de silicone causam desmame precoce entre outros danos.
- Extero-gestação, picos e saltos, angústia da separação, mostram que seu peito é alimento não só do corpo, mas também da alma.
- Cama compartilhada é vida.
- Seu leite não é só suficiente, como é perfeito e inigualável; produzido na medida certa para as necessidades do seu bebê.
Num mundo tão cheio de (des)informações, precisamos escolher bem quem vamos escutar. Disso dependerá nosso sucesso ou fracasso na árdua, mas maravilhosa e recompensadora jornada da amamentação. Viva o tetê!
Texto de Gabrielle Costa de Gimenez @gabicbs / Ilustração de Typhaine Le Gallo @typhainelegallo
sexta-feira, 16 de março de 2018
Espetáculo: Se o Brasil é por nós...
Dias 17 e 18 de março (sábado e domingo), às 20h30 na AJOTE
Grupo Cia Rústico Teatral
Classificação: 16 anos
Ingressos: R$ 20,00 inteira e R$ 10,00 meia
Antecipados a venda no site www.enjoyevents.com.br ou uma hora antes do espetáculo no local.
A dramaturgia construída coletivamente e com tons absurdos à Kafka (Na Colônia Penal) traz, no Brasil atual, uma fábrica que produz cordas para instrumentos musicais (Cordas Musicalis) e que está prestes a abrir falência. Diante disso, Marcelo, novo diretor e bisneto do fundador, contrata uma empresa de consultoria para salvá-la. A criatividade é a marca desta equipe e o país precisa de soluções à “post-it”. É hora de coragem, salvação e redenção!
Discussão da obra "A Revolução dos Bichos", de George Orwell
O Prolij (Programa Institucional de Literatura Infantil Juvenil da Univille) convida você para a discussão da obra "A Revolução dos Bichos", de George Orwell.
Publicado originalmente em 1945, a obra narra a história dos animais da Granja do Solar, que se rebelam contra o dono da propriedade em que vivem, em nome de liberdade e independência, porém, a revolução acaba desencadeando comportamentos tão opressivos quanto os dos humanos.
Caracterizada como um romance satírico, esta obra de George Orwell é indispensável para os amantes de literatura, história e, claro, de uma boa discussão literária ;)
Dia 20 de março (terça), às 18h - Univille, bloco A - sala 303
Mediação: Profª Msc. Alcione Pauli
*A participação no evento vale horas complementares mediante assinatura na lista de presença.
**Evento aberto para membros da Univille e da comunidade externa.
***Não é necessário realizar inscrição.
quinta-feira, 15 de março de 2018
Amanhã... "Fadas" na AJOTE
A Essaé Cia convida a você e toda sua família para a apresentação
do espetáculo "Fadas" na programação do Verão Teatral - 2018 da AJOTE
Dia 16 de março - Horário 20h30min
Ingressos: R$ 20,00 (inteira) - R$ 10,00 (meia)
Antecipados: www.enjoyevents.com.br ou 1 hora antes na bilheteria
Classificação livre
Fadas conta a história de uma menina que é recompensada com um dom de expelir pedras preciosas e diamantes através de suas doces palavras. O espetáculo fala de julgamentos, escolhas, sonhos e as dificuldades que podemos encontrar ao longo dos caminhos. Apropriando-se da linguagem do teatro de objetos, Fadas apresenta um pouco do sonho de cada um.
IV Seminário Municipal de Educação para Promoção da Igualdade Racial
Teatro Juarez Machado, dias 20 e 21 de março
Programação do evento que aborda a temática por meio de palestras, mesas-redondas e demais atrações.
Aberto à comunidade, necessário inscrição (até 16/3).
Dia 20 de março (terça)
19h cerimônia de abertura;
19h15 homenagem – Personalidade Negra;
19h30 palestra “A Diversidade Africana e os Laços Culturais com o Brasil”, com o autor Rogério Andrade Barbosa.
Dia 21 de março (quarta)
8h homenagem – Personalidade Negra;
8h15 palestra “Diversidade Racial no Contexto Pedagógico”, com Professor Doutor Paulo Vinícius Baptista da Silva/UFPR;
10h homenagem – Personalidade Negra;
10h15 palestra “As Religiosidades de Matriz Africana e o Enfrentamento do Preconceito na Escola”, com Babalorixá Michel de Xangô;
12h intervalo;
13h30 homenagem – Personalidade Negra;
13h45 mesa-redonda – socialização de experiências pedagógicas sobre a temática;
15h30 homenagem – Personalidade Negra;
15h45 mesa-redonda – socialização de experiências pedagógicas sobre a temática;
17h30 encerramento.
Projeto Lontra comemora nascimento de lontra em cativeiro
Há 30 anos o Projeto Lontra atua com a preservação da lontra brasileira, da ariranha e outros integrantes da família dos mustelídeos. Atualmente, conta com o patrocínio da Petrobras. Este recurso é uma das formas de manter o Refúgio Animal: um centro de pesquisa, conservação e educação ambiental, localizado nas imediações da Lagoa do Peri, em Florianópolis. Além disso, o trabalho consiste em monitorar a recuperação e conservação das espécies em ambientes costeiros, marinhos e água doce.
A equipe comemora um feito inédito: o primeiro nascimento com sucesso em cativeiro de lontra brasileira (Lontra longicaudis). A novidade é uma importante conquista para entender melhor o comportamento da espécie. Batizado de Iru, que em guarani significa companheiro, o filhote completou cinco meses no início de fevereiro. Nasceu com 178 gramas e deverá ter em média de 7,5 a 11kg quando chegar na fase adulta. A mãe, Yara, está no Refúgio Animal há nove anos.
Em dezembro de 2017, ocorreu o nascimento de uma segunda lontra no Projeto Lontra, mas ainda está em observação para saber se irá ser um nascimento com sucesso. Atualmente, vivem no Refúgio Animal sete lontras e duas iraras. Fonte: http://nospodemos-sc.org.br/
Em maio...
22º Congresso Brasileiro de Apicultura e 8º de Meliponicultura na Expoville

A CBA – Confederação Brasileira de Apicultura, a FAASC – Federação das Associações de Apicultores e Meliponicultores de Santa Catarina e a EPAGRI – Empresa de Pesquisa Agropecuária e Extensão Rural de Santa Catarina convidam para o 22º Congresso Brasileiro de Apicultura e o 8º Congresso Brasileiro de Meliponicultura, a serem realizados de 16 a 19 de maio de 2018 na Expoville de Joinville, a maior cidade de Santa Catarina.
Com temas focados nas reais necessidades do setor, os eventos englobarão palestras, mini-cursos, workshops e expofeira. O associativismo apícola catarinense, referência no Brasil, participa visando a disseminação de melhores práticas e a discussão das políticas para o setor. Para melhor recebê-los, além da infra-estrutura de Joinville, acessível por estradas e por aeroportos (Joinville, Navegantes, Curitiba), será viabilizada hospedagem também a baixo custo.
quarta-feira, 14 de março de 2018
O maior tributo do Bee Gees e Queen da América Latina, chega a Joinville
A banda impressiona o público pela fidelidade no som e na presença de palco. O grupo hermano se destacou e hoje é o maior tributo em toda América Latina. Após sua turnê pelos países latinos, a banda Los kalas chega para a turnê em solo brasileiro. Dia 16 de março (sexta), às 20h30min, no Teatro da Liga.
terça-feira, 13 de março de 2018
Caça ao Ninho na Expoville
A Caça ao Ninho está confirmada esse ano! Será no dia 17 de março (sábado), das 14h às 18h. Mil ovos de Páscoa serão escondidos pelo Parque para as crianças procurarem. Os ovos são um patrocínio da Gute Schokolade. Para participar, é preciso fazer inscrição na loja da Gute Schokolade, que fica dentro do Centro Comercial da Expoville. A Caça ao Ninho é para crianças de 2 a 12 anos. E a inscrição é feita mediante a entrega de 1 quilo de alimento não perecível. Nessa tarde também serão oferecidas oficinas gratuitas com temas da Páscoa. O evento conta com a apoio de diversas empresas...
Marcenaria e Carpintaria... Você sabe a diferença?
Tanto o marceneiro quanto o carpinteiro trabalham com madeira. No entanto, apesar desta similaridade, existem diferenças que destacam um profissional do outro. Veja abaixo um pouco de cada profissional e o que distingue cada um em sua profissão.
A Marcenaria - O marceneiro trabalha exclusivamente na fabricação, conservação, reparação de móveis, além de outros objetos de decoração a base de madeira. Por isso, podemos dizer que o trabalho do marceneiro é mais artesanal e delicado se comparado a carpintaria.
O marceneiro para o desenvolvimento de seu trabalho utiliza de técnicas exclusivas e ainda contam com matéria-prima nobre e de boa qualidade, pois os móveis e enfeites a base de madeira devem ser feitos com madeiras de boa qualidade.
Vale lembrar que a marcenaria se derivou da carpintaria, adequando algumas técnicas para melhor tratamento e desenvolvimento de seus produtos. O marceneiro durante muito tempo foi considerado um artesão de móveis, no entanto, hoje em dia, com os avanços da tecnologia, seu trabalho foi reduzido devido a indústria moveleira que utiliza em suas fábricas, máquinas.
A Carpintaria - Já a carpintaria costuma trabalhar essencialmente com madeira maciça e em seu estado natural, muito comum na construção civil e naval. Os carpinteiros, além de necessitarem de conhecimentos geométricos e precisão técnica, ainda precisam ter conhecimento dos diferentes tipos de materiais e técnicas a serem utilizadas naquele tipo de madeira. Está é uma das principais diferenças entre marceneiros e carpinteiros.
A carpintaria é uma das profissões mais antigas da humanidade e abrange uma série de trabalhos, tais como: escadas, portas, soalhos, telhados e até obras de menor dimensão mais comum na construção naval. Fonte: http://www.zemad.com.br/
segunda-feira, 12 de março de 2018
Trânsito seguro para todos!
Você sabia?
A partir de abril, ciclistas e pedestres que cometerem infrações de acordo
com o Código de Trânsito Brasileiro (CTB) poderão ser multados.
II Concurso Literário Carlos Adauto Vieira
II Concurso literário Carlos Adauto Vieira da Academia Joinvilense de Letras,
para estudantes das escolas públicas e particulares de Joinville.
Ensino Fundamental: sexto a nono ano - Memórias Literárias
Ensino Médio: Conto - Poesia
domingo, 11 de março de 2018
Como saber se uma criança está viciada em tecnologia por Marcio Kühne
"Hoje em dia cada um de nós está ligado eletronicamente a todo o mundo,
e no entanto nunca como agora nos sentimos tão sós"
Mais de metade dos pais se preocupam com o uso da tecnologia por parte dos filhos. As evidências estão aumentando: a dependência acentuada das crianças em aparelhos pode se tornar tão prejudicial para sua saúde física e mental como vícios reconhecidos como bebida, drogas ou jogos de azar. Um estudo da British Heart Foundation alertou que apenas uma em cada 10 crianças da "geração digital", está ativa o suficiente para ser saudável. Atualmente, muitos pais usam esses dispositivos como "babá" para acalmar e entreter seus filhos, muitos sequer controlam o tempo de uso. Não há necessidade de explicar o dano que isto fará ao bem-estar das gerações futuras. Se você está educando seus filhos sobre o uso moderado, na maioria dos casos, não haverá problemas sérios. No entanto, quando a tecnologia não está sendo gerenciada corretamente, esse é o momento em que realmente você precisa começar a mudar as coisas:
1. Um sinal de que uma criança pode ter um problema com a tecnologia é quando um pai está tentando fazer com que a criança faça outra coisa que seja divertida, como ir ao cinema ou participar de uma atividade ao ar livre e a criança está relutante em fazê-lo.
2. Outro sinal de alerta é se a quantidade de tempo que ela gasta usando os dispositivos aumenta.
3. Fique atento se ela se torna muito sensível quando qualquer preocupação é expressa sobre o uso da tecnologia.
4. Se uma criança parece tensa ou chateada quando não consegue estar online, e esse sentimento desaparece quando ela recebe seu dispositivo.
5. Atente também para o comportamento desonesto, se a criança oculta o uso do seu dispositivo, escondendo ou usando na cama sem o seu conhecimento.
Feira de Pedras e Cristais Arcobaleno 2018
Pedras brutas e roladas, nacionais e importadas, pingentes em prata e
outros materiais nobres, brincos, colares, pingentes, anéis, pontas,
objetos para decoração em geral com vários tipos de pedras e cristais.
Sexta, dia 16 de março das 09h30 às 19h e,
sábado, dia 17 de março das 09h30 às 19h.
Arcobaleno Universo Mistico - Rua General Câmara, 175
Reflexão: Puerpério
"Se eu pudesse dar só uma informação preciosa para uma mulher que acaba de dar à luz,
seria essa: o bebê chora o que a mãe cala.
Como doula pós-parto, eu sempre vejo isso acontecer. Bebês que choram sem parar, tendo peito ilimitado, tendo sling, tendo mãe em tempo integral, tendo banho de ofurô, tendo música clássica e som do útero tocando. Eles choram. Sem parar. Mas não são eles que choram, de verdade. Quem está chorando - por dentro - é a mãe, imersa no caos do puerpério, entre a privação intensa de sono e as dificuldades de amamentar. A mãe cala o choro, e carrega a angústia que dar à luz traz: a responsabilidade eterna de cuidar de outro ser. O fim da mulher que ela conhecia. O nascimento de uma nova mulher que é uma completa desconhecida. Todo o peso que pôr um filho no mundo significa, recai sobre seus ombros. E ela cala. A dor é silenciada, porque quase ninguém compreende verdadeiramente o peso do puerpério.
O puerpério é uma água represada, que cedo ou tarde precisa ser liberada. O bebê são as comportas abertas. E essa água vem feito um dilúvio! E o bebê vai chorar. Vai chorar a falta de descanso da mãe. A falta de cumplicidade do marido. As dificuldades de amamentar. O parto que nem sempre sai como o sonhado. O medo de falhar que a mãe carrega. Vai chorar o corpo que se revela tão disforme. Nunca se diagnosticaram tantos bebês com cólica, com refluxo e com alergias como hoje. Doenças que justificam a mesma coisa: o choro que não cessa. Nunca a maternidade foi tão solitária como é hoje.
Antes, quando uma mulher dava à luz, sua mãe, avó, tias, vizinhas, todas se encarregavam de cuidar da nova mãe. Cuidar da casa, da mulher, ajudá-la. Hoje não. Parimos (e re-nascemos) e estamos sozinhas. Ninguém lida com nossa bagunça - da casa e da alma. E nossos filhos choram, tudo que nós não temos tempo - enquanto arrumamos o caos externo. Me lembro bem, no puerpério do meu segundo filho, quando eu respondi rispidamente minha mãe. Eu explodi em lágrimas, e gritei enquanto me afastava pela casa: "puerpério, mãe! Simplesmente, puerpério!" E eu chorei. Longos dias. Aceitando e acolhendo minhas sombras. Respeitando as dores que o novo puerpério trazia. E quanto mais eu chorava e falava, mais meu bebê se pacificava. E tudo fluía no curso natural: eu libertava meu filho de chorar minha angústia.
Se seu filho chora, olhe pra você mesma. Olhe para o que dói em você.
E chore... o sono, a dor, o parto, o medo, o amor.
Tudo isso é intenso demais e grande demais.
Precisa ser vivido, falado e, também, chorado.
Peça colo. Se entregue a abraços. Verbalize a dor. Acolha sua fragilidade.
Cuidar de si própria é a primeira forma de amar o seu filho.
Só podemos cuidar do outro quando cuidamos de nós."
Bruna Estrela
sábado, 10 de março de 2018
Franz Kafka e a Boneca Viajante
Um ano antes de sua morte, Franz Kafka viveu uma experiência singular. Passeando pelo parque de Steglitz, em Berlim, encontrou uma menina chorando porque havia perdido sua boneca. Kafka ofereceu ajuda para encontrar a boneca e combinou um encontro com a menina no dia seguinte no mesmo lugar. Nao tendo encontrado a boneca, ele escreveu uma carta como se fosse a boneca e leu para a garotinha quando se encontraram. A carta dizia : “Por favor, não chore por mim, parti numa viagem para ver o mundo. ”. Durante três semanas, Kafka entregou pontualmente à menina outras cartas, que narravam as peripécias da boneca em todos os cantos do mundo: Londres, Paris, Madagascar… Tudo para que a menina esquecesse a grande tristeza!
Esta história foi contada para alguns jornais e inspirou um livro de Jordi Sierra i Fabra ( Kafka e a Boneca Viajante ) onde o escritor imagina como como teriam sido as conversas e o conteúdo das cartas de Kafka. No fim, Kafka presenteou a menina com uma outra boneca. Ela era obviamente diferente da boneca original. Uma carta anexa explicava: “minhas viagens me transformaram…”. Anos depois, a garota encontrou uma carta enfiada numa abertura escondida da querida boneca substituta. O bilhete dizia: “Tudo que você ama, você eventualmente perderá, mas, no fim, o amor retornará em uma forma diferente”.
sexta-feira, 9 de março de 2018
Verão Teatral 2018 apresenta a peça "A Ida ao Teatro"
Unindo a verve, o humor ácido e a ironia de Karl Valentim, o espetáculo A Ida ao Teatro centra-se
na vida de um casal que ao receber da vizinha dois convites para assistir a uma peça de teatro,
vê sua rotina transformada num verdadeiro caos.
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