quinta-feira, 19 de fevereiro de 2015

Calendário de reuniões - ACELBRA


Início na 1ª quinta de março, às 19h15min - dia 05 de março

02 de abril - 07 de maio - 11 de junho (prorrogada devido ao feriado em 04 de junho)

Segundo semestre: 

02 de julho - 06 de agosto - 03 de setembro - 01 de outubro - 05 de novembro

Local: Auditório do Centro Hospitalar UNIMED - Rua Orestes Guimarães, 905 

Amigos


Coadjuvantes


quarta-feira, 18 de fevereiro de 2015

Quarta-feira de cinzas


A quarta-feira de cinzas é o primeiro dia da Quaresma no calendário cristão ocidental. As cinzas que os cristãos católicos recebem neste dia são um símbolo para a reflexão sobre o dever da conversão, da mudança de vida, recordando a passageira, transitória, efêmera fragilidade da vida humana, sujeita à morte.

Fernando Pessoa


"Duas palhaças"


Espetáculo "Curto Circuito"


Sou eu...


Mônica


terça-feira, 17 de fevereiro de 2015

Jung


Sintomas da endometriose



Paciência


"Céu e inferno íntimos"


Conta-se que um dia um samurai, grande e forte, conhecido pela sua índole violenta, foi procurar um sábio monge em busca de respostas para suas dúvidas.
- Monge, disse o samurai com desejo sincero de aprender, ensina-me sobre o céu e o inferno.
O monge, de pequena estatura e muito franzino, olhou para o bravo guerreiro e, simulando desprezo, lhe disse:
- Eu não poderia ensinar-lhe coisa alguma, você está imundo. Seu mau cheiro é insuportável. Ademais, a lâmina da sua espada está enferrujada. Você é uma vergonha para a sua classe.
O samurai ficou enfurecido. O sangue lhe subiu ao rosto e ele não conseguiu dizer nenhuma palavra, tamanha era sua raiva. Empunhou a espada, ergueu-a sobre a cabeça e se preparou para decapitar o monge.
- "Aí começa o inferno", disse-lhe o sábio mansamente.
O samurai ficou imóvel. A sabedoria daquele pequeno homem o impressionara. Afinal, arriscou a própria vida para lhe ensinar sobre o inferno. O bravo guerreiro abaixou lentamente a espada e agradeceu ao monge pelo valioso ensinamento. O velho sábio continuou em silêncio. Passado algum tempo o samurai, já com a intimidade pacificada, pediu humildemente ao monge que lhe perdoasse o gesto infeliz. 
Percebendo que seu pedido era sincero, o monge lhe falou: - "Aí começa o céu".

Verão Teatral


Caricatura


segunda-feira, 16 de fevereiro de 2015

...


Ponto de vista

Por que não vou postar uma foto da minha barriga 
em uma campanha contra o aborto
Por Vanessa Lima

Acordei ontem com a timeline cheia de amigas grávidas. Quanto amor, quanto neném, quanta ocitocina rolando em cada nó dessas redes sociais! Mas, depois de tomar minha pequena grande xícara de café com leite e esfregar os olhos direitinho, comecei a ler as legendas e vi que era uma campanha contra o aborto. Pelo que entendi, funciona assim: você posta uma foto sua grávida e depois desafia uma amiga a fazer o mesmo e assim por diante. A coisa vai virando uma corrente.
Até fui desafiada por algumas amigas (superqueridas, é bom que se diga), mas, em vez de simplesmente ignorar o pedido, resolvi fazer um post explicando com mais detalhes meus motivos para quebrar a corrente. A campanha se diz contra o aborto e pró-vida, mas eu acho que as duas coisas não conversam. Sou sim pró-vida e é justamente por isso que sou a favor da legalização do aborto.
Vamos por partes. Quando dizemos “pró-vida”, estamos falando da vida de quem? Só do bebê? E a vida da mãe? Não conta? O bebê precisa sobreviver e a mulher que se dane. E se esse bebê sobreviver, que tipo de vida ele vai ter? Tudo bem se uma mulher entrar numa clínica num fundo de garagem e ser tratada como uma carne de terceira em um açougue de quinta?
Aí você, defensor da moral e dos bons costumes, vai logo argumentar: “Mas também, quem mandou querer abortar? Merece!” (Ah, a nossa facilidade de identificar quem merece ou não merece algum destino… Quantos deuses, quanta onipotência!)
Olha, gente, o buraco é muito, mas muito, mais embaixo.
Muita gente não entende e pode até despejar um caminhão de acusações e dedos indicadores apontados para a minha cara. Mas SOU A FAVOR DA LEGALIZAÇÃO DO ABORTO.
Aí, algumas pessoas vão me perguntar: “Mas como? Você, que fala tanto dos bebês, de gravidez, de amamentação, de parto natural e todas essas coisas de índio? Mas quanta hipocrisia isso agora, de defender o aborto!”.
Eu explico: eu sou contra o aborto em mim, mas, por uma questão de saúde pública, sou a favor da legalização para quem, por algum motivo (e podem existir vários, diversos, alguns até que a gente nunca imaginou) escolhe esse caminho. Não conheço as histórias de todas as mulheres que fizeram, fazem e farão essa opção. Então, simplesmente não dá para julgar.
Ter um filho é algo que vira sua vida de cabeça para baixo, que muda tudo e que, às vezes, até te sufoca com tanta responsabilidade. Ainda que isso aconteça de maneira planejada, desejada, em um lar cheio de amor, com mãe e pai plenamente absorvidos pela paternidade e dedicados à tarefa de cuidar daquele novo ser, é EXTREMAMENTE difícil. Imagine quando a situação não se parece em nada com isso?
“Ué, mas na hora de fazer foi gostoso”, dirão os puritanos, com dedos em riste. Será que foi mesmo? Em que condições isso aconteceu? Você sabe? E se foi mesmo? Por que ninguém fala isso para o pai?
Quantos pais abortam e ninguém fala nada? É que o aborto do pai é mais fácil e livre de julgamentos. Ele simplesmente vai embora, some e nunca mais olha na cara daquela mulher, com a qual ele gerou um filho. Pronto, abortou. Não vai ser mais pai. A criança e a mulher morreram para ele. Ainda é capaz de receber tapinhas nas costas e ouvir elogios: “Fez bem, amigo, saiu na hora certa”.
Não fiz nenhuma pesquisa, mas não tenho medo de afirmar, mesmo assim, que, pelo menos 9 (se não 10) entre 10 mulheres, que já realizaram um aborto sofreram – e ainda sofrem, ainda que tenha sido há muito tempo – por isso. Ninguém é a favor do aborto dessa maneira, como apontam os tais pró-vida/contra aborto. Ninguém acha legal ou acorda de manhã pensando: “Nossa, que dia maravilhoso. Quer saber? Acho que vou ali fazer um aborto” ou então “Ah, dane-se. Não vou usar camisinha. Daqui a alguns meses faço um aborto e pronto”. É uma decisão trágica, desesperadora e que marca para sempre a vida da mulher.
A diferença é que algumas delas vão de óculos-escuros a clínicas chiques e entregam cheques gordos a recepcionistas bem arrumadas e com brincos de pérolas nos bairros mais ricos das grandes metrópoles. Outras, se submetem aos açougueiros, que mencionei acima. E essas últimas, infelizmente, de maioria negra e pobre, se deitam nestas macas sujas e nunca mais se levantam.
Sou contra o aborto, sim, em mim. Por isso não faço. E se você é contra o aborto também, que ótimo: simplesmente não faça também. Mas sou a favor da legalização do aborto, porque sei que as mulheres que decidem fazer, vão fazer de qualquer maneira. Que pelo menos elas possam fazer isso de maneira segura, sem arriscar a própria vida. Que existam menos Jandiras, menos Cláudias, menos Marias e menos Antônias. Afinal, somos ou não somos a favor da vida?
FONTE: http://casacozinhaefraldatrocada.com.br/

Endometriose


A endometriose é uma das principais causas de infertilidade na mulher. A instalação da doença nos ovários pode provocar o aparecimento de um cisto denominado endometrioma. Ele pode atingir grandes proporções e comprometer o futuro reprodutivo da mulher. O diagnóstico e tratamento precoce são importantes para prevenir a infertilidade.

Freud


Com a palavra o Conselho Tutelar de Joinville

Na Tribuna Livre da Câmara de Vereadores de Joinville da última quarta, dia 11 de fevereiro, o Conselho Tutelar do município apresentou reivindicações e anunciou a adesão à paralisação nacional dos conselhos. 

Foto: Sabrina Seibel

O orador Roberto Zacharias Junior, membro do Conselho Tutelar do município, apresentou a carta aberta dos conselheiros em que anunciou a adesão dos conselheiros do município à paralisação nacional da categoria para o dia 12 de fevereiro. Os conselheiros do município se comprometeram a manter atendimento mínimo à população por meio de plantão. A paralisação tem raiz no repúdio dos conselheiros de todo o país ao assassinato de três colegas ocorrido na cidade de Poções/Pernambuco. O documento dos conselheiros trouxe, também, reivindicações tais como o respeito das autoridades municipais à autonomia do Conselho Tutelar e o investimento em capacitação continuada dos membros, bem como em estrutura administrativa.

Durante a sessão os vereadores aprovaram a Moção 49/2015, sugerida pelo vereador James Schroeder (PDT), que apela à Prefeitura que atenda as reivindicações dos conselheiros. "No Brasil conselheiros tutelares estão expostos ao perigo quando executam ações de retirada de tutela de crianças. O Conselho Tutelar existe para garantir os direitos humanos de crianças e adolescentes", afirmou o vereador.

Chico Bento


domingo, 15 de fevereiro de 2015

...


Alimentação


A questão vai muito mais além...

Brasil tem 5,5 milhões de crianças sem pai no registro
Dados do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), com base no Censo Escolar de 2011, apontam que há 5,5 milhões de crianças brasileiras sem o nome do pai na certidão de nascimento. O Estado do Rio de Janeiro lidera o ranking, com 677.676 crianças sem filiação completa, seguido por São Paulo, com 663.375 crianças com pai desconhecido. O Estado com menos problemas é Roraima, com 19.203 crianças que só têm o nome da mãe no registro de nascimento.
"É um número assustador, um indício de irresponsabilidade social. Em São Paulo, quase 700 mil crianças não terem o nome do pai na certidão é um absurdo", diz Álvaro Villaça Azevedo, professor de Direito Civil da Faculdade de Direito da Universidade de São Paulo (USP) e diretor da Faculdade de Direito da Fundação Armando Alvares Penteado (Faap). Segundo o professor, ter o nome do pai na certidão de nascimento é um direito à personalidade e à identidade de toda criança. "Além disso, é uma questão legal para que essa pessoa possa ter direito a receber herança, por exemplo", afirma.
Para o juiz Ricardo Pereira Júnior, titular da 12.ª Vara de Família de São Paulo, ter tanta criança sem registro paterno é preocupante. "Isso significa que haverá a necessidade de regularizar essa situação mais para a frente. Uma criança sem pai pode sofrer constrangimentos, além de estar em uma situação de maior vulnerabilidade, pois não tem a figura paterna."
Nelson Susumu, presidente da Comissão de Direito de Família da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB-SP), também considera o número preocupante, e ressalta que há ações para diminui-lo. "O programa Pai Presente do CNJ foi criado para tentar reduzir esse número." As informações são do jornal O Estado de São Paulo.

Pink Floyd


Mutirão contra a dengue #façaasuaparte

Um contingente de aproximadamente 200 pessoas saíram às ruas de Joinville na última quinta para o mutirão contra a dengue. Agentes de saúde, soldados do Exército, funcionários das subprefeituras, Defesa Civil e voluntários, se espalharam em 30 equipes para atuar nos bairros Itaum e Floresta, na zona Sul, região onde foi encontrado o maior número de focos do mosquito Aedes aegypti, transmissor da doença.


Principais cuidados para evitar o mosquito: 
- Eliminar recipientes que acumulam água ao ar livre como pneus, garrafas, pratos, vasos.
- Limpar todo recipiente antes de guardar. Os ovos do mosquito podem permanecer em ambiente seco durante um ano e quatro meses. 
- Limpar as calhas.
- Lavar plantas que acumulam água uma vez por semana.
- Limpar recipientes da água dos animais uma vez por semana.
- Tampar caixas de água.
- Cobrir lixos e materiais recicláveis.

FONTE: Prefeitura Municipal de Joinville

...


sábado, 14 de fevereiro de 2015

Doe Sangue

Seja um folião solidário. 
Antes de pular o carnaval, procure o hemocentro mais próximo e #doesangue.

Feira Porta do Mar é atração neste domingo no Espinheiros

Quem visitar o Parque Porta do Mar, no bairro Espinheiros, ou passear no Barco Príncipe poderá conferir o artesanato desenvolvido em Joinville e região na Feira Porta do Mar, que acontece neste domingo, dia 15 de fevereiro, e no domingo seguinte, dia 22 de fevereiro, das 09h às 18h. 

A feira é uma realização do Serviço de Incentivo às Organizações Produtivas (SIOP) da Secretaria de Assistência Social de Joinville e do Fórum Regional de Economia Solidária de Joinville e do Norte Catarinense. Conta com o apoio da Fundação Cultural, Fundação Turística e Prefeitura. 

14 de fevereiro - Dia da Amizade



"A arte de saber escutar"

Você sabia que saber escutar é a arte de prestar atenção nos outros? 
É também um exercício de compreensão, mas que postura devemos ter para compreender? 
A postura correta é sairmos um pouco de nós e nos colocarmos no lugar do outro e desta forma 
logo percebemos que “Saber escutar é uma maneira de saber falar”...

Aquele que só escuta a si mesmo, o que só aprecia suas próprias ideias e se sente atraído pelo som de sua própria voz, o que não dá importância à existência de outras pessoas e as usa apenas como tela para refletir suas palavras, jamais poderá conversar, nem iniciar uma relação humana saudável. É preciso saber escutar. Não é necessário ser mudo nem retraído, mas demonstrar essa faculdade requintada daquele que leva em consideração àquele que tem diante de si, ao que busca uma relação tanto como busca a si próprio. Escutar é uma arte: requer prestar atenção, avaliar o que os outros nos dizem, entender porque nos dizem as coisas, ler nos olhos daquele que fala tal como se escutam suas palavras, colaborar em silêncio com gestos que indiquem nossa participação ativa no diálogo. Escutar é poder comparar o que escutamos com o que pensamos e ter a oportunidade de calibrar, por meio dessa comparação, o peso de nossos pensamentos. Escutar é saber intervir no momento oportuno, sem interromper bruscamente e sem ignorar o que o outro está dizendo. É responder partindo daquilo que nos foi dito e formar um fio inteligente para que a conversação tenha um sentido, quer dizer, um princípio, um meio e um final. Escutar é compreender e compreendermo-nos.
Aquele que é capaz de conversar, alternando engenhosamente suas intervenções com a dos demais, aquele que escuta ao outro tanto ou mais do que a si mesmo sabe recolher tesouros em todos os cantos e em todos os minutos da vida. Desenvolve a observação, a paciência, o respeito e a capacidade de pensar. 
Saber escutar é a melhor maneira de saber falar.

Delia Steinberg Guzmán - Diretora da organização internacional filosófica Nova Acrópole.

...

Pensamentos e atitudes.

Turma da Mata

Em defesa da natureza e dos animais!

sexta-feira, 13 de fevereiro de 2015

...


"O valor do trabalho" por Delia Steinberg Guzmán*

Todos pedimos coisas para a vida. Cada um, a sua maneira, quer conquistar algo especial. Mas em nossa ingênua ignorância, consideramos que a vida nos deve de fato este favor. Que só pelo fato de existirmos já temos o direito de receber. Suponhamos que a vida nos dê alguns presentes. Encontramo-nos com as seguintes consequências:
- Um presente não nos custa nada. Por isso mesmo, sempre pediremos mais e mais. 
- As coisas que não nos custam nada não possuem valor. Quer dizer, têm algum valor, porém não o conhecemos e tampouco nos importa conhecê-lo. 
- As coisas que temos aumentam nossas fantasias e ilusões e nos dão uma falsa percepção de que as possuímos, como se determinado objeto, ou algo, fosse nosso.
- Também há o aumento da vaidade, porque consideramos que merecemos isso e muito mais. 
- Os presentes que nos são dados não são obtidos por qualquer esforço, exceto - no melhor dos casos - o de agradecer pelo presente àquele que nos concede. 
- Os presentes que nos são dados tiram o sentido da generosidade. A pessoa que se acostuma a receber é lenta para dar algo de si.
A vida é uma corrente que flui, que está em movimento, e nós não podemos estar fora da Vida. Sendo assim, nos corresponde fluir, nos movermos a atuar e trabalhar. A ação constitui uma enorme fonte de energia com a qual aproveitamos a vida, do contrário sofreríamos. Essa energia nos torna criativos, nos ajuda a resolver as situações mais complicadas, nos faz ver as coisas que estão mais adiante, sem que pra isso sejamos "clarividentes". A ação tem em si a energia do movimento. Trabalho não é apenas "ganhar a vida". O homem é um produto de suas ações no mundo, de seu trabalho constante. Quem trabalha desenvolve e expande suas aptidões que, na maioria das vezes, estão adormecidas e escondidas; o trabalho nos ajuda a ativar os nossos poderes latentes, nos ajuda a descobrir vocações ocultas e a obter realizações inesperadas. Fortalece nossa vontade e nossa inteligência, nos ensina, sobretudo, a amar. Em síntese, mais que uma maldição, o trabalho vem a ser nossa oportunidade de redenção. E, assim, tomamos contato com o que há de melhor em nós e com a vitalidade que circula todo o Universo.

* Diretora Internacional de Nova Acrópole

Módulo do Projeto Viva Turismo em Joinville



Gandhi


Cursos gratuitos de Manutenção de Computadores e Web Design

O Centro Integrado João de Paula informa que as inscrições para os cursos profissionalizantes gratuitos para jovens de 14 à 17 anos já estão abertas. Neste semestre estará oferecendo os cursos de Manutenção de Computadores e Web Design – no período da manhã. Para os interessados, o telefone de contato é 3453-0588 ou 3028-0588.

Horácio


quinta-feira, 12 de fevereiro de 2015

"Mãe"


Para as crianças...


...


Tia Nena


Rua de Lazer da Folia acontece neste domingo

O programa Joinville em Movimento, tradicional opção de lazer aos domingos na avenida Hermann Lepper, será transformado neste domingo, dia 15 de fevereiro, na “Rua de Lazer da Folia”. Além das atrações oferecidas pela Felej, a programação prevê tradicionais marchinhas de Carnaval para a criançada também participar da maior festa popular do Brasil. A “Rua de Lazer da Folia” será realizada das 09h às 12h, na avenida Hermann Lepper, no trecho entre as ruas Dona Francisca e Padre Antônio Vieira. O sistema de som funcionará no pátio em frente à Câmara de Vereadores. Os pais estão sendo incentivados a levar seus filhos com fantasias de Carnaval. As atrações oferecidas pela Felej são: pintura de rosto, cama elástica, brinquedos de chão, futebol, voleibol, mini-tênis, estafetas e brincadeiras com as crianças.

Jogo da Memória


quarta-feira, 11 de fevereiro de 2015

Bom dia


HOJE... “Psicose 4h48” no SESC

Representante do teatro inglês contemporâneo, a peça “Psicose 4h48″, última obra da dramaturga londrina Sarah Kane (1971-1999), com a montagem da Marcos Damaceno Companhia de Teatro, de Curitiba, traz como protagonista a atriz Rosana Stavis, que interpreta uma mulher angustiada, prestes a acabar com a própria vida. Apresentação gratuita nesta quarta, dia 11 de fevereiro, no Teatro do SESC Joinville.

“Psicose 4h48” fala sobre depressão psicótica e sobre o que acontece com a mente de uma pessoa quando desaparecem por completo as barreiras que distinguem a realidade das diversas formas de imaginação. Sarah Kane usou a estatística que a maioria dos suicídios ocorre antes do alvorecer para criar o título da peça. A doença e os tratamentos psiquiátricos a que a autora se submeteu são matérias-primas do texto – com tradução de Laerte Mello. Permeando entre o dramático, o lírico e o narrativo, expõe a alienação causada por remédios, desejos truncados e vozes que, como um fluxo de consciência, ou de inconsciência, falam sobre memórias e alucinações.

O discurso fragmentado e subjetivo questiona as noções de normalidade. A autora atravessou crises depressivas intensas. Sua doença foi agravada com o término de um relacionamento homossexual, meses antes do suicídio, em 1999. Aos 28 anos, ela se enforcou com os cadarços do tênis, no banheiro do hospital psiquiátrico onde estava internada, em Londres.

Breves perfis:

Rosana Stavis – protagonista
Reconhecida como uma das principais atrizes do teatro brasileiro na atualidade conquistou por seu talento cinco prêmios Governador do Estado do Paraná/Troféu Gralha Azul. Atuou em mais de 60 peças, óperas, filmes e produções televisivas. Entre elas, “Lulu”, de Frank Wedekind, e “A Ópera dos Três Vinténs”, de Bertolt Brecht, dirigidas por Marcelo Marchioro, “Nostalgia” e “A Vida É Cheia de Som e Fúria”, de Felipe Hirsch. Formou-se atriz pela PUC-PR em 1989, ano que conquistou o Troféu Gralha Azul de Atriz Revelação, por sua atuação em “A Vida de Galileu”, de Brecht, sob direção de Celso Nunes e protagonizada por Paulo Autran. Como protagonista de “PSiCOSE 4h48” levou o Troféu Gralha Azul de Melhor Atriz 2004.

Marcos Damaceno – diretor
Paulista, formado em direção teatral pela Faculdade de Artes do Paraná, tem prestigiada carreira como dramaturgo e diretor em Curitiba, onde mora desde a infância. Dentre as peças de sua autoria estão “Pedro Pedrinho Pedreco” (Prêmio Governador do Estado do Paraná/Troféu Gralha Azul de Melhor Autor para Crianças) e “Água Revolta”, que participou com destaque em festivais na França, na Argentina e no Brasil, também publicado na Argentina pelo Inteatro Editorial. Ganhou amplo destaque no cenário teatral brasileiro com encenação de sua peça Árvores Abatidas ou Para Luis Melo.

Marcos Damaceno Companhia de Teatro
Entre os espetáculos do grupo criado em 2003 pelo diretor e dramaturgo Marcos Damaceno e pela atriz Rosana Stavis destacam-se: “Água Revolta” (2003), de Marcos Damaceno (apresentado em 2004 nos festivais de teatro de Picardie, França, e Jovens Dramaturgos, em Córdoba, Argentina), PSICOSE 4h48 (2004), “Sonho de Outono”, do norueguês Jon Fosse, encenado profissionalmente pela primeira vez no Brasil, em 2005, e “Árvores Abatidas ou Para Luis Melo” (2008). O estudo de peças que revelam mais o funcionamento da consciência do que o discurso montado para expressá-lo e o tratamento nas vozes dos atores como elemento principal da encenação são características das produções da companhia.

Sarah Kane – a autora
Suas cinco peças, entre elas “Phaedra’s Love” (1996) e “Cleansed” (1998) discorrem sobre vida, amor e mutilações humanas. “Blasted”, sua estreia como dramaturga em 1995, causou polêmica ao traçar um paralelo entre Londres e Bósnia. O reconhecimento veio com “Crave” (1998), publicada sob o pseudônimo de Marie Kelvendon. Em seus últimos trabalhos, ela apostou em uma dramaturgia abstrata, não-realista, reagindo ao teatro dito político e rompendo as barreiras do realismo inglês. “O teatro não tem memória, o que faz dele uma das artes mais existenciais”, disse em entrevista. Sua última peça “PSICOSE 4h48”, de discurso poético e 50% confessional, foi produzida pela primeira vez no teatro Royal Court, em Londres, em 2000. Seu trabalho mais difundido em todo o mundo conquista diretores, atores e público.

...




#chegadepreconceito


...

Exposição "Olhos" de Charles Steuck

"Para além do velho e cansado debate figurativismo versus abstracionismo, boa parte da pesquisa fotográfica de Charles Steuck está relacionada com o problema representacional da fotografia. Problema estético sem dúvida, mas também político e ético. Ao esvaziar a foto de representações, sem cair no sem cheiro, sem sabor do abstrato, Charles presenteia seu observador com uma poética tarefa: inventar sentidos a imagens." Edio Raniere

A exposição traz uma coletânea de fotografias da série "Olhos", realizada entre os anos de 2004 e 2014, e permanecerá em exibição até o dia 28 de março na Galeria do SESC Joinville, quando o artista ministrará a oficina "Fotografia: Ferramenta-processo".

Abertura da exposição: dia 12 de fevereiro (quinta), às 20h, na Galeria do SESC - gratuito

Visitas de grupos e escolas podem ser agendadas pelo fone (47) 3441-3321, ou pelo e-mail sandra.8570@sesc-sc.com.br

Cebolinha


terça-feira, 10 de fevereiro de 2015

Ouro por Guilherme Arantes


"Ela tem pura sedução
Chega e ganha em todos os sentidos
Sem querer, ela têm o dom
Um encanto que tanto me agrada
Sabe bem dosar o mel
E pra me adoçar, é só uma pitada
De atenção, um toque de mão
Basta um gesto e eu esqueço o resto
Tudo o que ela toca vira ouro..."

Pós-graduação Terapia Familiar Sistêmica



#DoeSangue


Projeto Mães e Filhas - CENEF

Estão abertas as inscrições para o projeto Mães e Filhas... 
Atendimento gratuito, oferecido pelo CENEF - Centro de Estudos e Orientação da Família.
Telefone 3422-7033 - vagas limitadas!


...


Desenhe o Anjinho



segunda-feira, 9 de fevereiro de 2015

...

(sem comentários)

O outro lado


Curso de Braile 2015

Público: Pessoas maiores de 16 anos, sem deficiência visual que desejam aprender a ler, escrever e produzir textos em braile.
Carga Horária: 90 horas; sendo 60 presencial e 30 com tutoria online.
Objetivo Geral: Capacitar o aluno na leitura e escrita pelo método braile com plena fluência, bem como qualificá-lo para a produção de materiais em braile utilizando os recursos disponíveis como máquina braile e impressora braile.
Data de início: 25 de fevereiro (sempre nas quartas) - Data de término: 08 de julho
Horário: das 19h às 21h15min
Mais informações pelo telefone 3422-5054 ou 9945-4969.