segunda-feira, 10 de fevereiro de 2020

Os sete mandamentos para o rejuvenescer

1 - Cuide da sua apresentação no dia a dia.
Arrume-se com carinho e com gosto. Faça da sua vida no dia a dia uma festa! O banho diário, o penteado, a roupa, capriche, use perfume com discrição. O bom gosto é gratuito, não custa nada. Que as pessoas ao te verem se orgulhem e admirem.
2 - Faça exercício físico.
Um rolê na academia, uma caminhada razoável dentro ou fora de casa, regar o jardim, dançar mesmo em casa sozinha, faça qualquer movimento que dê prazer. Nada de preguiça!
3 - Evite atitudes e gestos de desânimo e baixa auto estima.
A cabeça baixa, as costas curvada, os pés rastejando. Não! Se optou por cabelos grisalhos... se tinge ou se os quer assim cuide bem deles do mesmo jeito! E as rugas... se camuflam com um amplo sorriso! Mas o arrastar de pés... isso sim é sinal de velhice!
4 - Não se queixe da sua idade, e nem das suas doenças, reais ou imaginárias.
Você vai acabar mais velha e doente, acredite! As pessoas não gostam de ouvir histórias de hospital. Quando te perguntarem como está? Responda: Divinamente!
5 - Cultivarás o otimismo sobre todas as coisas.
Mau humor, cara feia... não! Seja positiva nos julgamentos, de bom humor nas palavras, alegre de rosto, gentil nos gestos. Não seja uma velha amargurada. Não são os anos, mas o estado de espírito, este não envelhece!
6 - Tente ser útil a si mesmo e aos outros.
Você não é uma parasita, ajude com um sorriso, uma dica, um serviço. Ao abrir-se aos outros, você deixará de estar pensando em um "Eu" angustiado e solitário.
7 - Trabalhe com suas mãos e mente.
O trabalho é uma terapia infalível. Qualquer atitude de trabalho, intelectual, artística. Faça alguma coisa, seja o que for e o que puder. Uma ocupação artesanal talvez. Pare de estar condenando seu mundo e xingando a todo momento. Não diga que as coisas estão ruins ou vão mal. Não viva só de lembranças, há muito que realizar sempre! Olhe para o futuro com alegria. Coloque novos objetivos, faça planos, sonhe! Positivo sempre, negativo jamais. Toda pessoa deveria ser como a Lua: destinada a dar luz... e como o Sol, sempre dando calor.

Em março... Bolshoi

Olhar

Couve

domingo, 9 de fevereiro de 2020

Valorize sua vida e viva seguro!


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Clarice Lispector

(Feliz) Domingo...

Desculpa

sábado, 8 de fevereiro de 2020

Autoestima

Lakshmi

Lakshmi, que significa "boa sorte" para os hindus, é a deusa da riqueza e da prosperidade material e espiritual.

Lakshmi é representada com quatro mãos, sentada ou em pé sobre uma flor de lótus desabrochada e segurando um botão de lótus - que representa a beleza, pureza e fertilidade. É também personificação da beleza, da fartura, da generosidade e principalmente da riqueza e da fortuna, e sempre é invocada para pedir amor, fartura, riqueza e poder. E é reconhecida por sua eterna juventude e formosura. Ela é a Divina Deusa Mãe que é compassiva e perdoa, dá boas-vindas e entende a todos. Ela encoraja que seus devotos desfrutem dos prazeres e riquezas do mundo material e a felicidade espiritual do absoluto.

Pato ou águia?

Você decide!

No aeroporto quando um taxista se aproximou. A primeira coisa que notei no táxi foi uma frase:
- Pato ou Águia? - Você decide.
A segunda coisa que notei foi um táxi limpo e brilhante, o motorista bem vestido, camisa branca e calças bem passadas, com gravata.

O taxista saiu, me abriu a porta e disse: - Eu sou João, seu chofer. Enquanto guardo sua bagagem, gostaria que o senhor lesse neste cartão qual é a minha missão.

No cartão estava escrito: Missão de João - Levar meus clientes a seu destino de forma rápida, segura e econômica, oferecendo um ambiente amigável.

Fiquei impressionado. O interior do táxi estava igualmente limpo.

João me perguntou: - O Sr. aceita um café?

Brincando com ele eu disse: - Não, eu prefiro um suco.

Imediatamente ele respondeu: - Sem problema. Eu tenho uma térmica com suco normal e também diet, bem como água. Também me disse: - Se desejar ler, tenho o jornal de hoje e também algumas revistas.

Ao começar a corrida João me disse: - Essas são as estações de rádio que tenho e esse é o repertórios que elas tocam.

Como se já não fosse muito, o João ainda me perguntou se a temperatura do ar condicionado estava boa. Daí me avisou qual era a melhor rota para meu destino e se eu queria conversar com ele ou se preferia que eu não fosse interrompido.

Eu perguntei: - Você sempre atende seus clientes assim?
- Não, ele respondeu.
- Não sempre. Somente nos últimos dois anos. Meus primeiros anos como taxista passei a maior parte do tempo me queixando igual aos demais taxistas. Um dia ouvi um doutor especialista em desenvolvimento pessoal. Ele escreveu um livro chamado "Quem você é faz a diferença".
Ele dizia: - Se você levanta pela manhã esperando ter um péssimo dia, certamente o terá. Não seja um pato! Seja uma águia! Os patos só fazem barulho e se queixam, as águias se elevam acima do grupo. Eu estava todo o tempo fazendo barulho e me queixando. Então decidi mudar minhas atitudes e ser uma águia. Olhei os outros táxis e motoristas. Os táxis sujos, os motoristas pouco amigáveis e os clientes insatisfeitos. Decidi fazer umas mudanças. Como meus clientes responderam bem, fiz mais algumas mudanças. No meu primeiro ano como águia, dupliquei meu faturamento. Este ano, já quadrupliquei. O senhor teve sorte de tomar meu táxi hoje. Já não estou mais na parada de táxis. Meus clientes fazem reserva pelo meu celular ou mandam mensagem. Se não posso atender, consigo um amigo taxista "águia" confiável para fazer o serviço.

João era diferente. Oferecia um serviço de limusine em um táxi normal. 

João, o taxista, decidiu deixar de fazer ruído e queixar-se como fazem os patos e passou a voar por sobre o grupo, como fazem as águias.

Não importa se você trabalha em um escritório, com manutenção, professor, servidor público, político, executivo, empregado ou profissional liberal ou taxista! Como você se comporta?

Se dedica a fazer barulho e se queixar? Ou está se elevando acima dos demais?

Lembre-se: a decisão é sua!

Essa chave só abre pelo lado de dentro... Vamos abraçar, elogiar e agradecer mais!

Cora Coralina

sexta-feira, 7 de fevereiro de 2020

Educação por Roselaine Pietra

Primeiro Bazar de 2020 - Blue Cap

Para mim...

Dez coisas que sempre devo fazer...

1. Tomar banho, mesmo se quiser ficar na cama, vou tomar banho.

2. Colocar perfume (indispensável) e batom.

3. Usar apenas rímel à base de água; para quando sentir vontade de chorar, pensar duas vezes.

4. Sair de casa, não importa se não tenho ninguém para visitar.
Pego o cachorro e saio... Eu não tenho cachorro! 
Pego um livro e vou para o parque mais próximo.

5. Sorrir, aos poucos isso acontecerá sem eu perceber e eu me sentirei muito melhor.

6. Comer, alimentos bons e deliciosos. Um desejo não mata ninguém!

7. Amar a mim mesmo, parece fácil, eu sei. 
Olhar no espelho com respeito e serenidade. 
Se eu não tenho nada agradável para dizer, ficarei em silêncio. 
Pois minha voz interior também fala comigo... Falarei comigo mesma com amor e compaixão. 
Se eu não aprender a respeitar o excesso de peso, a altura, o tamanho do busto, 
as estrias, a celulite, é fácil alguém machucar-me em minha privacidade.

8. Lembrarei que tudo vai passar. Nada dura para sempre. 
Deixarei algumas lágrimas escaparem, mas não ficarei ancorada no sofrimento. 
Amanhã eu posso começar de novo e ver como, apesar das feridas, me recuperarei novamente.

9. Eliminar da minha vida todas as pessoas que me machucaram ou fizeram com que eu me sentisse mal.

10. Ficarei com aqueles que me fazem sonhar, que me levam a melhorar, 
que enxergam em mim a magia e que me fazem feliz. 

Usucapião

Reflexão budista

quinta-feira, 6 de fevereiro de 2020

Espetáculo: Um inimigo do povo (Cia Rústico Teatral)

A AJOTE - Associação Joinvilense de Teatro e Unisosiesc convidam você para o VERÃO TEATRAL 2020
Serão dois meses (fevereiro e março) com programações em todos os fins de semana
no Teatro ETT e na Sala de Teatro Antonim Artaud (CAD Univille)

Dias: 08 e 09 de fevereiro (sábado e domingo) - Horário: 20h30 
Local: Teatro ETT (Rua Albano Schmidt, 3333 - Boa Vista) - Limitado a 50 pessoas por sessão

As águas de uma pequena cidade da Noruega estão infectadas. Sob forte represália dos poderosos, o Dr. Thomas Stockman, médico da estação balneária, decide revelar a notícia á população, ainda que o futuro de sua família e sua reputação estejam ameaçados. Um Inimigo do Povo, peça escrita por Henrik Ibsen em 1882, ressoa em um sombrio 2019 tensionando demais como o ataque ao conhecimento científico, a manipulação política e midiática e os riscos de se assumir uma postura frente á verdade. 

Ficha técnica
Elenco: Alex Maciel, Betina Schreiner, Carol Spieker, Grazi Sousa, Leonardo Baia, Samuel Kühn, Tainara Voit, Vinicius da Cunha
Dramaturgia: Marcelo F. de Souza a partir da obra homônima de Henrik Ibsen e de textos do grupo
Direção e Cenografia: Daniel Olivetto / Assistência de Direção: Nicoli Pereira
Trilha Sonora Original: Samuca Chiodini / Figurinos: Mery Petty
Design de Luz: Flávio Andrade / Arte Gráfica: Isadora Dickie
Assessoria de Imprensa: Santa Cultura
Fotografia: Fabrício Porto / Filmagem: Guarda Filmes
Produção Executiva: Cássio Correia / Produção Cia Rústico Teatral 

Classificação etária: a partir de 14 anos
Ingressos antecipados em Arcobaleno Universo Mistico , no site www.enjoyticket.com.br ou nos dias das apresentações a partir de 1h antes do início das sessões no Teatro ETT. 
* Estacionamento no Teatro ETT é pago a parte com desconto para o público dos espetáculos.

Curso de Libras (básico)

Reflexão sobre filhos da @maeforadacaixa

Outro dia ao usar o elevador do prédio, eu, meu filhão e minha bebê, encontramos alguns vizinhos.

Durante o trajeto, os vizinhos foram brincando com a bebê, perguntando nome, idade... 
Quando saímos do elevador, meu filho diz: - Mãe, já percebeu que parece que eu estou invisível? 
Ninguém mais me nota, só olham para a minha irmãzinha. Os vizinhos nem me deram bom dia!

Tomei um susto quando ouvi, e na hora me veio a resposta (normalmente isso não acontece, mas nesse dia fluiu): 
- Eu te entendo filho, você já percebeu que ninguém pergunta como eu estou? 
Se eu consigo dormir bem, se estou sentido alguma dor, nada. Só querem saber da bebê. 

Ele me deu um abraço e disse: - É mãe o jeito é a gente se ajudar.

- Mas filho, eu não fico triste. Quando você era bebê acontecia a mesma coisa, todo mundo só queria saber de você e eu e o papai ficamos invisíveis mas felizes porque todos queriam conhecer o mais novo membro de nossa família.

- Você vai ver, já já essa novidade passa e tudo volta ao normal. 

Passando alguns dias, a cena no elevador se repetiu. Como que por proteção olhei imediatamente para ver como meu filho estava reagindo aquela bajulação dos vizinhos com a irmã. Ele estava sorrindo e quando viu que eu estava olhando para ele, segurou minha mão e me deu uma piscadinha com um dos olhos. Tive vontade de parar tudo e esmagá-lo de beijos.

Quando saímos do elevador perguntei para ele: - Filho, está tudo bem?
A resposta dele me surpreendeu: 
- Não se preocupe mamãe, eu já entendi que a neném é novidade, um dia eu passei por isso, agora é a vez dela.

Simples assim , resolvido e superado. Ao menos por hoje. 
Como ele me ensina. Ele pode até estar invisível para alguns, mas para mim ele brilha!

Mario Sérgio Cortella

Carência

quarta-feira, 5 de fevereiro de 2020

terça-feira, 4 de fevereiro de 2020

Amanhã... Encontro do GEAAJ

Por você...

A não violência na criação dos filhos

O Dr. Arun Gandhi, neto de Mahatma Gandhi e fundador do MK Institute, contou a seguinte história sobre a vida sem violência, na forma da habilidade de seus pais, em uma palestra proferida em junho de 2002, na Universidade de Porto Rico.

Eu tinha 16 anos e vivia com meus pais, na instituição que meu avô havia fundado, e que ficava a 18 milhas da cidade de Durban, na África do Sul. Vivíamos no interior, em meio aos canaviais, e não tínhamos vizinhos; por isso minhas irmãs e eu sempre ficávamos entusiasmados com possibilidade de ir até a cidade para visitar os amigos ou ir ao cinema.

Certo dia meu pai me pediu que o levasse até a cidade, onde participaria de uma conferência durante o dia todo. Eu fiquei radiante com esta oportunidade. Como íamos até a cidade, minha mãe me deu uma lista de coisas que precisava do supermercado e, como passaríamos o dia todo, meu pai me pediu que tratasse de alguns assuntos pendentes, como levar o carro à oficina. Quando me despedi de meu pai ele me disse:
"Nós nos encontraremos aqui, às 17 horas, e voltaremos para casa juntos".

Depois de cumprir todas as tarefas, fui até o cinema mais próximo. Distraí-me tanto com o filme (um filme duplo de John Wayne) que esqueci da hora. Quando me dei conta eram 17h30. Corri até a oficina, peguei o carro e apressei-me a buscar meu pai.

Eram quase 18 horas. Ele me perguntou ansioso: "Por que chegou tão tarde?"

Eu me sentia mal pelo ocorrido, e não tive coragem de dizer que estava vendo um filme de John Wayne. Então, lhe disse que o carro não ficara pronto, e que tivera que esperar. O que eu não sabia era que ele já havia telefonado para a oficina. Ao perceber que eu estava mentindo, me disse: "Algo não está certo no modo como o tenho criado, porque você não teve a coragem de me dizer a verdade. Vou refletir sobre o que fiz de errado a você. Caminharei as 18 milhas até nossa casa para pensar sobre isso."

Assim, vestido em suas melhores roupas e calçando sapatos elegantes, começou a caminhar para casa pela estrada de terra sem iluminação. Não pude deixá-lo sozinho... Guiei por 5 horas e meia atrás dele... Vendo meu pai sofrer por causa de uma mentira estúpida que eu havia dito. Decidi ali mesmo que nunca mais mentiria.

Muitas vezes me lembro deste episódio e penso: "Se ele tivesse me castigado da maneira como nós castigamos nossos filhos, será que teria aprendido a lição?" Não, não creio. Teria sofrido o castigo e continuaria fazendo o mesmo. Mas esta ação não-violenta foi tão forte que ficou impressa na memória como se fosse ontem.

"Este é o poder da vida sem violência".

Direitos dos Idosos

segunda-feira, 3 de fevereiro de 2020

domingo, 2 de fevereiro de 2020

sábado, 1 de fevereiro de 2020

Por nós mesmos!

Leia Mulheres Joinville

Em fevereiro, dia 29, o clube inicia o ano com um clássico da literatura latinoamericana: “A casa dos espíritos”, da escritora chilena Isabel Allende. Publicado em 1982, o romance conta a saga da turbulenta e numerosa família Trueba. As paixões, lutas e segredos da família abrangem três gerações e um século de transformações violentas, que culminaram em uma crise que levam o patriarca e sua amada neta para lados opostos das barricadas. Em um pano de fundo de revolução e contrarrevolução, Allende traz à vida uma família cujos laços privados de amor e ódio são mais complexos e duradouros do que as lealdades políticas que os colocam uns contra os outros.

Madre Tereza

Ato obsceno