
domingo, 10 de março de 2019
sábado, 9 de março de 2019
Chico Xavier
"Procure descobrir o seu caminho na vida.
Ninguém é responsável por nosso destino, a não ser nós mesmos.
Crê em ti mesmo, age e verás os resultados.
Quando te esforças, a vida também se esforça para te ajudar..."
sexta-feira, 8 de março de 2019
Da ideia ao sucesso: A realidade das mulheres empreendedoras

Para celebrar o mês das mulheres, a Ajorpeme promove um painel que tratará as dores e alegrias de ser mulher no mercado profissional. As painelistas trazem bagagens diferentes, experiências reais de sucesso e pontos de vista femininos sobre liderança, maternidade, crescimento profissional e desafios diários. Um bate-papo divertido e extremamente construtivo, que desconstruirá os clichês do universo feminino e mostrará como a jornada de cada uma delas pode se tornar inspiração e modelo para outras mulheres.
O encontro será realizado no dia 12 de março, a partir das 19h30, na Ajorpeme. As contribuições são espontâneas. Participe! Inscreva-se aqui: http://bit.ly/2EBjF51

quinta-feira, 7 de março de 2019
Branca de Neve e os Sete Anões (versão espiritual)
1 - MESTRE: Representa o Chacra Coronário, ele é o chefe, a consciência espiritual;
2 – ZANGADO: Representa o Chacra Frontal, pois ele é racional, se baseia na lógica, no raciocínio, intelecto;
3 – FELIZ: Representa o Chacra Laríngeo, é o mais gordinho, tem relação com a glândula tireóide, é comunicativo, alegre;
4 – DENGOSO: Representa o Chacra Cardíaco, é sentimental, emotivo, chorão, apaixonado;
5 – SONECA: Representa o Chacra Umbilical, o inconsciente, instinto primitivo, o sono, emoções inferiores;
6 – ATCHIN: Representa o Chacra Esplênico, Sexual, é responsável pelo filtro das energias dos órgãos sexuais, também responsável pelas alergias, ansiedade;
7 – DUNGA: Representa o Chacra Raiz, demonstrado pela inocência, pelo princípio, o menino, o início da coluna vertebral, é o chacra dos instintos.
Na história, Dunga foi o primeiro a ver a Branca de Neve. Nota-se no conto que Mestre é quem lapida as pedras preciosas e, confunde as palavras quando fica nervoso, é uma das características do chacra coronário - quando tiver um mau funcionamento há a confusão, o atrapalhamento das idéias.
A Branca de Neve conquistou os sete anões, ela domina os sete chacras.
O número sete é por excelência o número vibracional das mudanças. Isso atrai para si, um confronto derradeiro, o lado negro surge trazendo o desafio crucial do inferior.
A bruxa representa esse lado negro, oculto, essa força inconsciente, a nossa sombra.
Grupo Nova Era
quarta-feira, 6 de março de 2019
"Pelos direitos dos meninos"
Que nenhum menino seja coagido pelo pai a ter a primeira relação sexual da vida dele com uma prostituta (isso ainda acontece muito nos interiores do Brasil!).
Que nenhum menino seja exposto à pornografia precocemente para estimular sua 'macheza' quando o que ele quer ver é só desenho animado infantil...
Que ele possa aprender a dançar livremente, sem que lhe digam que isso é coisa de menina.
Que ele possa chorar quando se sentir emocionado, e que não lhe digam que isso é coisa de menina.
Que não lhe ensinem a ser cavalheiro, mas educado e solidário com meninas e com os outros meninos também.
Que ele aprenda a não se sentir inferior quando uma menina for melhor que ele em alguma habilidade específica – já que ele entende que homens e mulheres são igualmente capazes intelectualmente e não é vergonha nenhuma perder para uma menina em alguma coisa.
Que ele aprenda a cozinhar, lavar prato, limpar o chão para quando tiver sua casa poder dividir as tarefas com sua mulher – e também ensinar isso aos seus filhos e filhas.
Na adolescência, que não lhe estimulem a ser agressivo na paquera, a puxar as meninas pelo braço ou cabelos nas boates, ou a falar obscenidades no ouvido de uma garota só porque ela está de minissaia.
Que ele possa sonhar com casar e ser pai sem ser criticado por isso. E, quando adulto, que possa decidir com sua mulher quem é que vai ficar mais tempo em casa – sem a prerrogativa de que ele é obrigado a prover o sustento e ela é que tem que cuidar da cria.
Que, ao longo do seu crescimento, se perceber que ama meninos e não meninas, que ele sinta confiança na mãe – e também no pai! – para falar com eles sobre isso e ser compreendido.
Que todo menino seja educado para ser um cara legal, um ser humano livre e com profundo respeito pelos outros. E não um machão insensível! Se todos os meninos forem criados assim eles se tornarão homens mais felizes. E as mulheres também serão mais felizes ao lado de homens assim. E o mundo inteiro será mais feliz.
O machismo não faz mal só às mulheres, mas aos homens também, à humanidade toda.
Adaptação do FB de @infancialivre (Autora Sílvia Amélia de Araujo)
Teatro na AJOTE
Espetáculo: Dois Amores e um Bicho (Versão nº2)
Grupo: Cia Experimentus - Cidade: Itajaí/SC
Sinopse: Uma bomba explode em uma escola, um pai de família mata seu cachorro a pontapés por considerá-lo homossexual, misteriosas mortes de animais acontecem em um jardim zoológico. Em seu habitat, a família Estefano está às voltas com estes acontecimentos brutais do passado e do presente. Em um jogo perverso, eles encenam e reencenam incidentes que melhor seria se ficassem esquecidos. Classificação indicativa: 14 anos - Duração: 75 minutos
Dia 15 de março - Horário: 20h30
Ingresso: Inteira R$20,00 + taxas administrativas, meia R$10,00 + taxas administrativas
Venda antecipada de ingressos na Loja Verde Leve (alameda de serviços do Shopping Mueller), no site www.enjoyevents.com.br ou a partir de 1h30 antes do espetáculo no local da apresentação
terça-feira, 5 de março de 2019
Verão Teatral Joinville - "Bio (círculo da vida)"

Bio (círculo da vida) é um monólogo teatral que trata das relações de cuidado entre as pessoas. A dramaturgia, criada em processo colaborativo, parte das memórias da atriz e de muitas pessoas por ela entrevistadas que se dispuseram a compartilhar memórias afetivas sobre cuidar e ser cuidado. Bio trata deste fio que é a vida e que guarda em seu novelo-memória o vivido e o sonhado. Pensado para um público de 50 pessoas, o espetáculo propõe ao público momentos de poesia, reflexão e interação.
segunda-feira, 4 de março de 2019
Silêncio, por favor: ausência de barulho pode turbinar o cérebro e a criatividade
Vivemos cercados de som e barulho, mas o que acontece quando nos deparamos com o verdadeiro silêncio?
O barulho do trânsito, sirenes estridentes, vozes altas, alertas de mídia social - tudo pode ser avassalador na vida de alguém, mas ainda assim a ausência de som tem sido associada à solidão, ao tédio ou à tristeza. "Vivemos na era do barulho. O silêncio está quase extinto", afirma o filósofo e aventureiro Erling Kagge. E ele diz isso com propriedade: Erling explorou o poder do silêncio e tornou-se a primeira pessoa a alcançar os "três polos" do norte, sul e o cume do Everest. Mas por que precisamos de silêncio, como o perdemos e onde poderíamos encontrá-lo novamente?
O silêncio nos dá espaço para pensar
O silêncio é "uma chave para desbloquear novas formas de pensar", diz Erling, e a ciência apoia a teoria do filósofo. Mesmo sem o estímulo do som, nossos cérebros permanecem ativos e dinâmicos. Um estudo de 2001 realizado por neurocientistas da Universidade de Washington descobriu que havia uma função cerebral "modo padrão": eles concluíram que um cérebro "em repouso" ainda estava em ação, constantemente absorvendo e avaliando informações. Pesquisas subsequentes mostraram que esse "modo padrão" também nos ajuda a refletir. O artigo Frontiers in Human Neuroscience, de 2013, afirma que, mesmo quando o cérebro repousa, ainda é capaz de processar informações no que eles chamam de "espaço de trabalho consciente". Silêncio e descanso podem ser a chave para o nosso melhor pensamento criativo e nossas maiores ideias.
O silêncio é uma ferramenta poderosa de conversação
Na conversa ou no debate, é fácil esquecer o poder do silêncio - mas ficar quieto pode ser uma ferramenta muito eficaz, e é uma opção que todos temos à disposição. Ao fazer uma pausa, você pode falar com mais calma e sabedoria: o silêncio pode ser o espaço entre uma explosão inútil de sentimento e uma resposta ponderada. Isso também mostra confiança em um argumento. "Nada fortalece mais a autoridade do que o silêncio", afirmou Leonardo da Vinci. Mas, além de nos ajudar a derrotar um adversário, ele pode nos ajudar a fortalecer nossos relacionamentos. Ao ficar em silêncio, você está naturalmente ouvindo mais e dando aos outros a oportunidade de compartilhar.
O silêncio pode realmente ajudar nossos cérebros a crescerem
Em 2013, a bióloga Imke Kirste estava testando os efeitos do som nos cérebros dos ratos. Os resultados foram surpreendentes: os sons não tiveram impacto duradouro, mas duas horas de silêncio por dia estimularam o desenvolvimento celular no hipocampo - a parte do cérebro que ajuda a formar as memórias. Não era o som em si, mas a própria ausência que criava novas células no cérebro dos ratos. Embora o crescimento de novas células cerebrais não tivesse necessariamente benefícios para a saúde, essas células pareciam se tornar neurônios funcionais. Se uma ligação entre o silêncio e a geração de neurônios puder ser estabelecida em humanos também, há uma chance de que o silêncio possa ser usado para ajudar pacientes com condições como demência e depressão.
O silêncio ajuda a aliviar o estresse
A enfermeira britânica Florence Nightingale escreveu que "o ruído desnecessário é a mais cruel ausência de cuidados que pode ser infligida a pessoas doentes". Ela argumentava que todo som desnecessário poderia causar temor, angústia e perda de sono para pacientes em recuperação. A pesquisa moderna apoia os pontos de vista dela elaborados no século 19: foram descobertas correlações entre pressão alta e ruído crônico - como o de estradas e aeroportos. O ruído também pode resultar em níveis elevados de estresse - acredita-se que as ondas sonoras ativam a amígdala, que está associada à formação da memória e à emoção, causando uma liberação de hormônios do estresse. Esse processo pode ocorrer mesmo enquanto dormimos. O silêncio, no entanto, tem o efeito oposto: ajuda a liberar a tensão no cérebro e no corpo. Um estudo publicado na revista Heart descobriu que dois minutos de silêncio podem ser ainda mais calmos do que ouvir música "relaxante".
Fonte: https://www.bbc.com/portuguese/geral-47284076
12ª Escola da Rede de Proteção da Criança e do Adolescente
A 12ª Escola da Rede de Proteção da Criança e do Adolescente é uma capacitação gratuita que busca fomentar o debate a respeito dos direitos humanos das crianças e dos adolescentes, assim como contribuir para o fortalecimento da rede de proteção destinada ao público infantil e adolescente.
Local: Auditório do Colégio Cenecista José Elias Moreira
Rua Coronel Francisco Gomes, 1.290 – Anita Garibaldi
Inscrições: https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSeEYdfXMCoO0c2lLb9RTHbfJDeewZtwQ2U4OaJ8hahvcpInKA/viewform
Dia 15 de março (sexta)
Programação
08h Credenciamento
08h30 Composição da mesa (autoridades)
08h45 Apresentação cultural
09h Palestra com Dr. Leandro Gornicki Nunes
10h15 Intervalo
10h30 Palestra
11h40 Debate
12h Intervalo para almoço
13h30 Reabertura do evento (informes)
13h45 Apresentação de êxito no atendimento humanizado
15h Intervalo
15h15 Mesa redonda das Políticas Públicas Municipais: Secretaria de Assistência Social; Secretaria da Saúde; Secretaria de Educação; Secretaria de Cultura e Turismo; Secretaria de Esportes.
17h Debate
17h30 Encerramento.
domingo, 3 de março de 2019
sábado, 2 de março de 2019
FIP Flowers - Brusque
Venha se encantar com a beleza das flores e prestigiar a
17ª exposição de Orquídeas Labiatas da Abapo,
com entrada gratuita!
Atrações:
➡ Concurso de orquídeas
➡ Exposição de Orquídeas Labiatas
➡ Vendas de orquídeas, cactos, bonsais, plantas ornamentais e produtos para jardinagem
Horários:
➡ Sexta (22/03) e Sábado (23/03) das 09h às 21h.
➡ Domingo (24/03) das 09h às 18h.
Para maiores informações, entre em contato através do número (47) 9 8817-1407.
sexta-feira, 1 de março de 2019
Você sabia?

Conforme o texto, os estabelecimentos terão que fornecer aos clientes canudos de papel biodegradável ou reciclado.
quinta-feira, 28 de fevereiro de 2019
A era do rádio por Hilton Görresen
Tive a sorte de nascer e crescer durante a era do rádio. Criança ainda, passava os dias ouvindo as músicas cantadas por Orlando Silva, Ataulfo Alves, Emilinha Borba, Marlene e outras estrelas da Rádio Nacional, pois em toda casa havia um grande rádio de válvulas ligado diariamente. Antes dos 7 anos de idade, chorei a morte de Francisco Alves, o chamado Rei da Voz. Isso parece exagero, mas nos acostumamos a ouvir repertório de adultos. A valorização de músicas, gostos e costumes dos jovens só passou a existir após o advento do rock’n’roll e dos filmes que marcaram a revolta da juventude.
A Rádio Nacional tinha seus programas de auditório, onde se apresentavam, sob o comando de Paulo Gracindo ou César de Alencar, os cantores consagrados pelo público. Havia uma “disputa” entre as cantoras Emilinha e Marlene, com os respectivos fãs-clubes a se guerrear, como se fossem torcedores de times oponentes. Havia até um caubói brasileiro, antecedente de Beto Carreiro: o cantor Bob Nelson, autor de músicas alegres, como “Meu boi Barnabé”, com o gostoso refrão “ô tiroleiiiiti...”.
Publicações como a “Revista do Rádio” e “Radiolândia” eram especializadas em divulgar os eventos radiofônicos e o cotidiano dos artistas: Fulano ao lado de seus cachorros; Cicrana de avental, fingindo preparar uma feijoada, e assim por diante.
A Rádio Nacional do Rio de Janeiro foi a maior emissora de rádio que o país já teve. Criada em 1930, foi mais tarde incorporada ao governo de Getúlio Vargas; teve então sua potência multiplicada com a importação de modernos equipamentos. Todos os grandes músicos, cantores, apresentadores e humoristas eram contratados da Nacional.
Gostávamos de assistir aos programas humorísticos como “Edifício Balança mas não cai”. Meu pai acompanhava a série radiofônica “Jerônimo, o herói do sertão”. As novidades da década eram as radionovelas, patrocinadas pelos produtos Gessy-Lever ou Colgate-Palmolive, razão por que esse tipo de programa era conhecido nos Estados Unidos por “ópera de sabão”.
As notícias nos vinham através do Repórter Esso (alô, alô, Repórter Esso, alô!), que durante anos estarreceu o país noticiando os grandes acontecimentos em suas edições especiais.
Mas “a coisa fervia” era na época que antecedia o carnaval. Os artistas apresentavam, então, os alegres sambas e marchas, que, de tanto serem ouvidos, já moravam na boca do povo e podiam ser cantados quando chegava a famosa festa de Momo. A era do rádio passou, mas ele continua vivo em nosso cotidiano.
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