terça-feira, 10 de abril de 2018

Desafio literário

(parte 2)

2. O líder tem uma boa narrativa
"A narrativa é a forma mais poderosa de se disseminar ideias no mundo hoje" Robert McKee

3. O líder tem paixão
"O único jeito de se fazer um trabalho fantástico é amar o trabalho que vai fazer" Steve Jobs

Couve

Jung

segunda-feira, 9 de abril de 2018

No Casulo é assim!

Há muitos motivos para se desejar educar crianças com liberdade. Há quem espere preparar seu filho para um futuro brilhante. Há quem pense acima de tudo no respeito à sua infância. Há quem simplesmente não concorde em educar de forma repreensora - muitas vezes por ter recebido esta educação. E há tantos ou mais motivos para se orgulhar diariamente desta decisão. São tantos os quadros deslumbrantes da criança que tem seu espaço, seu ritmo e sua personalidade respeitados, cuja criatividade é incentivada e regada, conquista sua autonomia, descobre a si e ao mundo com iniciativa e satisfação própria... Pura felicidade viver com uma criança que tem liberdade e apoio para adquirir hábitos saudáveis, trabalhar sua inteligência emocional, desenvolver seus relacionamentos interpessoais e expressividade, ser um ser responsável. 

Conheça o CEI Casulo da Borboleta, uma escola que une famílias e auxilia na educação de crianças incríveis!

Stand Up Só para Maiores - A Vida Sexual das Pessoas

Com Arthur Gubert e Luciano Potter do Pretinho Básico
Dia 14 de abril no Teatro da Liga

Receita: Canjica de coco

Ingredientes:
200g milho para canjica branco
400g leite condensado
500ml leite
4 cravos da Índa
1 canela em pau
200ml leite de coco
canela em pó para polvilhar (a gosto)

Modo de preparo
De véspera, deixe o milho de molho em água fria. No dia, leve o milho ao fogo na panela de pressão com dois litros de água fria e deixe cozinhar até o grão ficar macio. Depois de cozido, junte o leite condensado, o leite, os cravos-da-índia e a casca de canela e deixe ferver em fogo baixo por mais 10 minutos ou até encorpar. Acrescente o leite de coco, mexa bem e retire do fogo. Sirva polvilhado com canela em pó.

Dica: acne X alimentação

10 Citações para se tornar um líder melhor (parte 1)

"Grandes líderes sabem lidar com momentos ásperos e ainda manter a suavidade ao agir"
Marcio Kühne

1. O líder sabe ouvir
"A mais básica das necessidades humanas é entender e ser entendido. 
A melhor forma para entender as pessoas é ouvindo-as" Ralph Nichols

Liberdade

domingo, 8 de abril de 2018

Sabe quais são as frutas do mês de abril?

Nas compras deste mês dê preferência a: abacate, abiu, ameixa, atemoia, banana, caqui, figo, 
graviola, kiwi, lima, maçã, mamão, mangostão, maracujá, pêra, pitaia, tangerina e uva. 
Compre de quem produz perto e ajude a fortalecer a agricultura familiar!

Sociedade Harmonia Lyra convida...

Interlúdio Harmonia Lyra, música de câmara ao anoitecer, em seu 4º ano, traz uma apresentação especial em comemoração aos 160 anos da Sociedade Harmonia Lyra, numa apresentação inédita com piano a 4 mãos, Guilherme Amaral e Matheus Alborghetti, com a proposta de proporcionar à comunidade, entre o fim da tarde e o início da noite, um pequeno momento de introspecção.

Dia 10 de abril, às 19h
Ingressos: R$ 10,00 (retirar na secretaria da Harmonia Lyra – das 9h às 11h45 e das 14h15 às 17h45)

Você sabia?

O termo canjica identifica dois pratos distintos feitos com milho verde:

  • O creme ou mingau de milho, que no Nordeste do Brasil é conhecido por canjica e em São Paulo, Rio de Janeiro, Centro-Oeste e Sul do Brasil conhece-se por curau, porém o ponto do que se chama de curau na região sudeste, centro-oeste e sul é mais mole em comparação a canjica nordestina;
  • O milho branco debulhado e desolhado cozido no leite de coco ou de vaca, que no Nordeste é conhecido por munguzá e no Sudeste, Centro-Oeste e Sul do Brasil é conhecido por canjica.
  • Em Minas Gerais, o diminutivo canjiquinha designa um prato diferente, salgado, feito com grãos de milho duro quebrados no pilão (conhecidos regionalmente também como "canjiquinha", e como "quirera de milho" em São Paulo e outros Estados) e cozidos, geralmente com costelinha de porco. A canjiquinha mineira é, pois, uma variedade do prato luso-brasileiro conhecido como xerém em outros locais.
  • FONTE: Wikipedia

Em junho... Feira do Livro

Alimentos ricos em proteínas

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sábado, 7 de abril de 2018

Você sabe como aproveitar adequadamente os alimentos?

Seminário de Autismo em maio

Paulo Freire

Inauguração A Tenda Joinville

A Tenda é inspirada nas tendas vermelhas das aldeias ancestrais. Nelas as mulheres se reuniam pra se cuidar, acolher e trocar conhecimento! Nessa versão atual da Tenda inúmeras mulheres estão disponíveis pra usar todo seu conhecimento para cuidarem de outras mulheres, além de rodas de conversa, grupos terapêuticos, danças e aulas de yoga. A Tenda é lugar ideal para se sentir amado, acolhido e parte de uma tribo! Esse movimento está chegando a Joinville em abril.


Confira a programação de inauguração: 

13.04 19h Apresentação da Tenda para Joinville [GRATUITO]
13.04 20h Apresentação de dança do ventre [GRATUITO]

14.04 9h Terapia Corporal - Quem eu deixo de ser para me relacionar? [R$60]
14.04 11h Chakras - funções, desequilíbrios e tratamentos [R$60]
14.04 14h Oficina de Constelação familiar - a cura das relações [R$60]
14.04 16h Como harmonizar o ambiente de trabalho [R$60]

15.04 9h Meu filho não dorme, e agora? [R$80]
15.04 10h30 Os desafios da amamentação [R$40]
15.04 14h Atenção e saúde da mulher na visão ayurveda e ginecologia natural [R$80]
15.04 16h Roda Xamânica - as 4 direções [R$60]

Castanha do Pará

Fracassos X Resultados

sexta-feira, 6 de abril de 2018

No Casulo é assim!

Na primeira infância, a socialização entre pares pode ser sutil à primeira vista, 
mas é de extrema importância para a construção deste ser social e empático que desejamos. 
Os jogos são excelentes recursos pedagógicos para unir as crianças, 
deixando evidente como é bom ter um amigo para conviver, aprender e ensinar. 


No Casulo, acreditamos em pequenos grupos, em que o espaço, o ritmo e a personalidade
de cada um são respeitados, sem perder as ricas trocas entre as crianças, 
inclusive de idades diferentes (atuamos apenas de 0 a 3 anos!).

Em maio... "Festa do Camarão"

Chega de preconceito!

Cinco erros que um líder não deve cometer por Marcio Kühne

"Líder é aquele que têm diplomacia para não gerar conflitos desnecessários
e coragem para enfrentar os inevitáveis."

1. Não compartilhar o que merece ser compartilhado.

2. Querer ser a referência em qualquer circunstância.

3. Faltar com sensibilidade e empatia.

4. Fazer uso de qualquer forma de manipulação.

5. Esquivar-se do erro e da responsabilidade.

Dica de saúde (com casca)

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quinta-feira, 5 de abril de 2018

quarta-feira, 4 de abril de 2018

BBQ Na Rua em Jaraguá do Sul

Dias 07 e 08 de abril em Jaraguá do Sul
Parque Municipal de Eventos

Sociedade Cultural Alemã de Joinville convida... Projeto "Guten Tag"

O projeto GUTEN TAG está recebendo as inscrições dos interessados em ter um primeiro contato com o idioma alemão. 
O projeto irá contemplar 15 participantes. Quando fechar a primeira turma será divulgada a data de início...

Curiosidade: a idade dos cachorros

Zé Geraldo & Amigos no Porão da Liga

Zé Geraldo retorna a Joinville, desta vez acompanhado dos amigos Luiz Vicentini, Mazin Silva
 e Max Gasperazzo para um Show Acústico no dia 7 de abril no Porão da Liga Pub.

Saúde, alimentos anti-inflamatórios

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terça-feira, 3 de abril de 2018

Café Filosófico da Católica SC Joinville


Café Filosófico da Católica SC Joinville no dia 11 de abril (quarta) com o tema: 
Preconceito e intolerância: suas raízes, seus efeitos e seus antídotos. 
Ministrado pela historiadora Mary Del Priore. 
Aproveite que a entrada é gratuita. Inscreva-se pelo site até o dia 08 de abril.

Por favor, deixem as grávidas em paz...

"Por favor, deixem as grávidas em paz...

E então eu estava com a minha irmã, gravidíssima, comprando pijamas e a vendedora da loja diz para ela “noooosssa, mas com essa barriga tão baixa você deveria estar em casa.”. Ela, pacientemente, disse que a médica disse que ela deveria andar. Na sequência, encontramos uma conhecida que perguntou o nome do bebê e, sem mais nem menos sugeriu que ela colocasse Maria na frente do nome escolhido. “Fica bem mais bonito”. Por fim, mandamos uma foto no grupo de whatsapp da família quando sentamos para jantar. Pronto: “Você está comendo carboidrato?! Não deveria. Cadê as verduras desse prato? Não vá comer sobremesa hein? Nem tomar café!”

Meu Deus do céu. A única coisa que eu conseguia pensar era que no dia em que eu ficar grávida vou ter que passar os 9 meses em uma caverna, senão vou bater em todo mundo. Como elas têm tanta paciência? Inacreditável.

Eu não sei o que acontece, mas as pessoas parecem achar que a grávida é patrimônio público. Que o fato dela ter um barrigão torna-a automaticamente disponível para ouvir histórias, conselhos, pitacos, críticas e broncas de quem quer que seja, ainda que essa pessoa não tenha a menor intimidade com a gestante.

As pessoas interferem na roupa da grávida. É muito justo, é muito largo, agasalhe-se melhor, grávida não pode passar calor, vai usar cinta? Cinta é importante. As pessoas interferem no momento da gravidez. Mas já??? Tão nova. Casou ontem. Nem casada é!! Só agora??? Vai ser gravidez de risco. Você não tem medo de ser mãe nessa idade??

As pessoas presumem que há um pai-marido. Não presuma nada. Pode haver um pai-não-marido. Pode ser uma produção independente. Pode haver outra mãe. As pessoas se metem no prato da grávida. Só isso?? Come mais um pouco, agora são dois. Vá devagar, senão vai engordar 30 quilos. Carboidrato não. Carboidrato sim. Nem sonhe em tomar uma taça de vinho! Suco de graviola é ótimo. Sonho de valsa edição especial dia dos namorados é péssimo. Batata frita faz o bebê nascer com um pé no meio da testa. Pizza de frango com catupiry eleva o QI da criança.

As pessoas contam histórias sem noção. Uma grávida conhecida que morreu no parto. Um bebê que escorregou da mão do obstetra e teve traumatismo craniano. Trocas de bebês. Sequestros de recém nascidos por enfermeiras malucas. Metade nem deve ser verdade. E ainda que sejam, grávidas não precisam ouvir nada disso.

As pessoas perguntam sem parar. Vai amamentar? Vai fazer drenagem? Vai contratar babá? Vai trabalhar até quando? As pessoas crucificam a grávida. Ela tomou uma cerveja. Ela fumou um cigarro. Ela viajou de avião. Ela volta de madrugada. Ela desfilou numa escola de samba. Amigo, o problema é dela.

Mas nada supera a falta de bom senso quando o assunto é o parto. Tentam persuadi-la a fazer parto normal. Tentam dizer para ela que a cesárea é mais segura. Tentam convencê-la de que o parto humanizado é uma insanidade. Colocam regras, estigmas, ignoram seus medos, sua filosofia de vida, os conselhos do seu médico, o histórico da sua gravidez.

De bônus, ainda temos os comentários machistas- conscientes ou inconscientes- como: “seu chefe é que deve estar feliz, hein? Hahaha”; “você tem sorte de ter um marido desse, que vai te ajudar com o bebê”; “vê se entra numa academia logo depois do parto… Sabe como são os homens, né?”; “você é mulher, claro que você vai saber dar banho e fazer papinha!”.

Pois é. Eu sei que o seu conselho é valiosíssimo, mas se a grávida não te pediu conselhos, simplesmente não os dê. Ela provavelmente tem médico, companheiro(a), pai e mãe, sogro e sogra, irmãos, cunhados… E uma incrível auto-cobrança, além de um baita de um amor por aquela coisinha na barriga. Ninguém melhor do que ela para escolher caminhos e tomar decisões.

Diga coisas bacanas, elogie, conte histórias legais, seja bacana, sorria para ela. Carinhos e cuidados geralmente são bem vindos. Mas regras intransponíveis e críticas sem cabimento não. Poupem as barrigudas de tudo isso. Elas já estão com o pé inchado, o corpo pesado, mil e um medos. Elas não precisam de gente abelhuda e sem noção, precisam de pessoas que afetuosamente respeitem seu espaço e que as deixem ter uma gravidez feliz e em paz."

Em julho... "Um documento só e digital"


A partir de julho, os cidadãos vão ter vários documentos na palma da mão. É o Documento Nacional de Identidade (DNI), que reunirá, em um único aplicativo, título de eleitor, CPF, RG, certidão de nascimento, carteira de habilitação e demais dados de identificação. Fonte: Conselho Nacional de Justiça (CNJ)

Consumo de açúcar

Fonte: Idec - Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor

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"A arte de interrogar não é tão fácil como se pensa. 
É mais uma arte de mestres do que de discípulos; 
é preciso ter aprendido muitas coisas 
para saber perguntar o que não se sabe"

segunda-feira, 2 de abril de 2018

Mário Cezar da Silveira convida...

Workshop: Transtornos x Dificuldades de Aprendizagem

Você é um giver, um taker ou um matcher? por Flavia Gamonar

De acordo com o autor Adam Grant existem três tipos de pessoas: givers, takers e matchers. Os givers são aquelas pessoas que estão dispostas a ajudar os outros sem esperar nada em troca. São aqueles que sem ninguém pedir ficam um pouco mais para ajudar a lavar a louça ou guardar coisas ao término de um evento ou festa. Eles pensam durante um bom tempo sobre conectar pessoas para que juntas elas trabalhem em algo bacana, não costumam ter medo de ensinar ou se doar.

Já os takers, são aquelas pessoas que estão sempre em busca de conseguir algo em troca, de sugar uma pessoa ao máximo. Elas conseguem ver oportunidade e estratégia em tudo e vão logo dando um jeito de se satisfazer ou gerar algum tipo de benefício a si mesmo. É esse mesmo tipo que se apropria do que puder na cara dura.

Os matchers acabam mesclando as características dos dois, dos givers e dos takers, de forma equilibrada. Ajudam conforme são ajudados e se fazem um favor certamente vão esperar que ele seja retribuído depois.

Faça uma reflexão sobre algumas pessoas de seu entorno pessoal ou profissional. Pense em algumas delas e procure entender se você está diante de um giver, um taker ou um matcher. Nem sempre a percepção que a própria pessoa tem si é justa, às vezes elas se auto avaliam de um jeito diferente, imaginando que são mais ou menos dispostas do que realmente são.

Depois de pensar nessas pessoas, busque analisar também quais delas são queridas e quais tem mais chances de serem repelidas, odiadas, evitadas. Pensou? Existiu algum padrão nesse processo?

Outro exercício legal é refletir sobre pessoas que você considera de sucesso e que estão no topo. Elas lhe parecem givers, takers ou matchers? É claro que há muita gente taker no topo, mas geralmente não há uma aura de boa fama em torno dela, existe uma grande parcela de pessoas que consegue farejar que tudo aquilo que ela conquistou não foi sendo bonachona, mas extremamente estratégica. Enquanto isso, nem sempre os givers, sempre dispostas a ajudar e doar, são aqueles que chegam ao sucesso, porque muitas vezes são passados para trás pelos aproveitadores. No final do dia o que acaba valendo mesmo é o modo como as pessoas os veem. Nem sempre terão uma imagem de sucesso, mas certamente são aqueles dos quais as pessoas amam estar perto.

Vale ainda analisar algumas instâncias. Há givers que são muito bons em se doar profissionalmente. Eles gostam de conectar pessoas, de ajudá-las, de fazer coisas por elas sem esperar nada em troca. Mas isso não significa que em sua vida pessoal sejam assim também. E vice versa.

Na vida pessoal um giver é aquele que ama presentear, se doar. É aquele que com muita frequência aplica o princípio do também: “fiz um bolo de chocolate… e coloquei calda e granulado também”. E infelizmente, muitas vezes eles se doam muito mais do que recebem, se envolvendo facilmente em relacionamentos abusivos, nos quais são cada vez mais sugados e nem sempre percebem.

E você, é um giver, um taker ou um matcher? Em todas as instâncias? É bacana pensar sobre.

Intimidades no Joinville Square Garden

Alimentos com grandes quantidades de açúcar

Fonte: Idec - Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor

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domingo, 1 de abril de 2018

“Casulo vai à feira”, venha você também!

O CEI Casulo da Borboleta, localizado no bairro Anita Garibaldi, abriu ano passado trazendo à Joinville uma proposta pedagógica única. Inspiradas em Montessori, Piaget, Pikler e Fochi, três gerações de mulheres e professoras fazem a gestão desta acolhedora escola para crianças de 0 a 3 anos, com professoras criativas, dedicadas e muito carinhosas, para receberem numa aconchegante casa no máximo 20 crianças por período. Liberdade e autonomia são as palavras chaves que regem o dia a dia desta escola, em que as crianças circulam e brincam livremente, têm uma profunda relação com a natureza, com o sujar, descobrir, experimentar, além de senso de pertencimento, pois dos móveis, às pias e aos brinquedos, tudo se encontra a sua disposição, do seu tamanho.

Como forma de compartilhar suas aprendizagens, o CEI Casulo promove o evento “Casulo vai à feira” para a comunidade. A segunda edição, será dia 7 de abril, sábado, desta vez das 9h às 17h, com mostra pedagógica, feira de parceiros empreendedores, sorteio de produtos, e uma programação carinhosamente pensada para famílias de crianças pequenas, procure mais informações no Facebook através da #Casulovaiàfeira. Agende-se: 9h30, Zioneth Garcia, consultora materna e doutora em Ciências Biológicas, articula uma roda de conversa sobre Desmame Gentil, e às 15h haverá uma oficina de brinquedos caseiros com a Equipe Casulo.

Valorem apresenta Gala Bolshoi

Um principezinho vai pousar na cidade dos príncipes...


No próximo dia 8 de abril, o Grupo de Teatro O Dromedário Loquaz estará no Teatro Juarez Machado, às 16h, para apresentar o espetáculo “O Pequeno Príncipe”. A montagem é uma livre-adaptação do livro de Antoine Saint-Exupéry.

Considerada a maior obra existencialista do século XX, a história foi escrita em 1943 e se tornou uma das obras literárias mais traduzidas no mundo, depois do Alcorão e da Bíblia, tendo sido publicada em mais de 220 idiomas e dialetos. 

Estreado em outubro de 2017 em Florianópolis, o espetáculo tem recebido em suas temporadas de apresentações a presença de grande público formado por crianças e adultos. Para o ano de 2018, o grupo inicia turnê por diversas cidades, iniciando por Joinville/SC.

"O Pequeno Príncipe" - Grupo Dromedário Loquaz - Florianópolis/SC
Dia 08 de abril (domingo) às 16h - Teatro Juarez Machado
Ingressos: R$ 50,00 + tx (inteira) e R$ 25,00 + tx (meia)
Antecipados no site www.enjoyevents.com.br ou 2 horas antes na bilheteria do Teatro

Ancestralidade

"A minha avó dizia-me que quando uma mulher se sentisse triste, o melhor que podia fazer era entrançar o seu cabelo; de modo que a dor ficasse presa no cabelo e não pudesse atingir o resto do corpo. Havia que ter cuidado para que a tristeza não entrasse nos olhos, porque iria fazer com que chorassem, também não era bom deixar entrar a tristeza nos nossos lábios porque iria forçá-los a dizer coisas que não eram verdadeiras, que também não se metesse nas mãos porque se pode deixar tostar demais o café ou queimar a massa. Porque a tristeza gosta do sabor amargo.

Quando te sentires triste, menina – dizia a minha avó – entrança o cabelo, prende a dor na madeixa e deixa escapar o cabelo solto quando o vento do norte soprar com força. O nosso cabelo é uma rede capaz de apanhar tudo, é forte como as raízes do cipreste e suave como a espuma do atole.

Que não te apanhe desprevenida a melancolia, minha neta, ainda que tenhas o coração despedaçado ou os ossos frios com alguma ausência. Não deixes que a tristeza entre em ti com o teu cabelo solto, porque ela irá fluir em cascata através dos canais que a lua traçou no teu corpo. Trança a tua tristeza, dizia. Trança sempre a tua tristeza.

E na manhã ao acordar com o canto do pássaro, ele encontrará a tristeza pálida e desvanecida entre o trançar dos teus cabelos…"

Saúde: alerta para o consumo de açúcar

Fonte: Idec - Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor

José Saramago

sábado, 31 de março de 2018

Grupo de Estudo e Apoio a Adoção de Joinville convida...

A “magia” do toque. Por que o contato físico é tão importante?

O tato é um dos sentidos que menos prestamos atenção, focando mais na visão e na audição. Contato físico, no entanto, é um dos sentidos mais importantes. De fato, pode ser até o mais importante de todos.
Eu considero isso conforme digito essas palavras no meu computador, conforme seguro minha xícara de café em direção à boca, conforme abraço um amigo quando o encontro por acaso passando pela rua. Há muito envolvido em cada uma dessas situações, e apenas uma delas envolve outra pessoa.
O toque importa! Eis o porquê:
Toque físico te ajuda no processo de cura.
Massagem, acupuntura e outros tratamentos envolvendo o tato são usados há séculos. A mão de um pai segurando a de um bebê pode acalmá-lo quase que instantaneamente. E o toque pode curar a mente também: psicólogos licenciados podem usar o toque como forma de ajudar seus pacientes.
O toque ajuda a dar e receber energias positivas.
Toque positivo – um abraço de um amigo, colocar a mão no ombro de alguém para guia-lo – ajuda a liberar oxitocina, o hormônio do bem-estar. De fato, nos ajuda a nos sentirmos melhor, dando e recebendo energia através do contato físico.
Contato físico ajuda outros a te darem o que você precisa.
Quantas vezes você já encostou a mão suavemente no braço de alguém enquanto tentava provar seu ponto de vista? Acontece com mais frequência do que imaginamos, e se resume a usar o toque para conseguir o que você precisa.
O toque te ajuda a se conectar com outras pessoas.
Nosso sentido físico é o que nos faz sentir emoções. A proximidade com os outros – os que amamos, os desconhecidos – é o que ativa essas emoções. Quando você inicia um aperto de mão ou um abraço, com um amigo ou um desconhecido, emoções diferentes surgem. E é assim que nos conectamos com os outros, seja essa conexão felicidade, ansiedade, amor ou medo.
O toque nos ajuda na comunicação.
Pense na última vez que você encostou a mão no ombro de alguém. Você estava contando uma piada, tomando um café, estavam almoçando juntos? O toque inicia um laço que nos ajuda a comunicar nossos desejos, sonhos, exageros, dramas, falhas e sucessos.
Fonte: Revista Pazes / texto adaptado http://iheartintelligence.com/2017/07/17/physical-touch-is-important/

Em maio...

Lançamento em 11 de maio no Barba Ruiva Livros
(Rua Henrique Meyer, 61)
Algo me avalia do couro à espinha, de Joel Gehlen