quinta-feira, 11 de fevereiro de 2016
quarta-feira, 10 de fevereiro de 2016
Lucas Rangel em Joinville
Lucas Rangel começou com 16 anos a fazer vine e logo percebeu que esta rede social seria fantástica para divulgar vídeos do cotidiano, podendo assim retratar cada situação de pessoas comuns, e também percebeu que para reforçar a mídia vine, seria bom apoia-la e divulgar através do facebook, twitter, instagram, youtube, snap chat e também o periscope ao todo estas sete mídias sociais estão alicerçadas em seis milhões de seguidores. Hoje seus vídeos são vistos em vários lugares do mundo, sendo uma grande vitrine para divulgação também de grandes marcas nacionais e multinacionais, utilizando estas mídias para comunicar com seus futuros e atuais clientes. O humor limpo e sem palavrões e também sem duplo sentido, tornou-se a marca registrada de seus personagens, pois é prova para seus seguidores que não precisamos fazer um humor de baixa qualidade e com palavras pejorativas para obter sucesso. Utilizando seus quatro personagens: Lucas Rangel por Lucas Rangel, Menina burra, A mãe e O professor. Lucas consegue a perfeita comunicação com seu público. Hoje com 18 anos e vivendo exclusivamente de seu talento e trabalho, percorre o brasil divulgando sua palestra de empreendedorismo com mídias sociais. Com seu carisma e sorriso contagiante Lucas é considerado hoje um dos maiores fenômenos da internet no Brasil e o maior vine da América Latina.
terça-feira, 9 de fevereiro de 2016
segunda-feira, 8 de fevereiro de 2016
Fórum Audiovisual de Joinville
Por conta do carnaval, o Fórum Audiovisual de Joinville foi transferido para
o dia 11 de fevereiro (quinta), no mesmo horário e local.
Onde o trabalho infantil costuma ocorrer?
O trabalho infantil é muito mais comum do que pode parecer e está presente, diariamente, diante de nossos olhos, em suas diversas formas, tanto em ambientes privados quanto públicos.
Em áreas urbanas é possível encontrar crianças e adolescentes em faróis, balcões de atendimento, fábricas e depósitos, misturados à paisagem urbana. Mais comum, porém, é o trabalho infantil doméstico, pelo qual, majoritariamente, as meninas têm a obrigação de ficar em casa cuidando da limpeza, da alimentação ou mesmo dos irmãos mais novos. São casos muito difíceis de serem percebidos justamente porque acontecem dentro da própria casa onde a criança mora, de modo a ser visto por poucas pessoas. Também comum é ver o aliciamento de crianças e adolescentes pelo tráfico ou para exploração sexual.
Em áreas rurais, os trabalhos mais comuns são em torno de atividades agrícolas, mineração e carvoarias, além do trabalho doméstico. Fonte: http://www.promenino.org.br
domingo, 7 de fevereiro de 2016
Programação de Cinema SESC Joinville
Neste mês de fevereiro o Projeto CineSesc traz uma seleção de documentários brasileiros. As sessões acontecem nas terças e quartas-feiras, sempre às 20h*, com entrada franca e sem a necessidade de retirada de ingressos.
09 de fevereiro (terça), às 20h - Sudoeste de Eduardo Nunes. Brasil. 128 min
Classificação: 14 anos com Simone Spoladore, Raquel Bonfante, Júlio Adrião, Dira Paes, Mariana Lima
Sinopse: O que se destaca já na primeira imagem, em que a câmera se movimenta lentamente numa estrada onde se avista ao longo de uma charrete, é a composição retangular, diferente, de uma estreiteza acentuada. Essa escolha incomum torna a experiência cinematográfica de Sudoeste absolutamente singular. O filme parece espremer e estender o tempo para contar uma história bem simples, apesar de misteriosa: resumir uma vida inteira em apenas um dia. Acompanhamos uma mulher que nasce, cresce, envelhece e morre em um período de 24 horas.
10 de fevereiro (quarta), às 20h - A alma da gente de Helena Solberg e David Meyer. 82 min. Brasil
Classificação: Livre com Ivaldo Bertazzo e O Corpo de Dança da Maré
Sinopse: Um grupo de jovens da Zona Norte do Rio de Janeiro ensaia o último espetáculo do Corpo de Dança da Maré, coordenado pelo coreógrafo Ivaldo Bertazzo. Filmado em dois tempois com um intervalo de dez anos, o documentário mostra os diferentes destino dos personagens, marcados pela transformação através da arte.
16 de fevereiro (terça), às 20h - Diário de uma busca de Flavia Castro. Brasil, 2011. 111 min. Classificação: 10 anos
Sinopse: Outubro, 1984. Celso Castro, jornalista com uma longa história de militância de esquerda, é encontrado morto no apartamento de um suposto ex-oficial nazista, onde entrou à força. O episódio, digno de um filme de suspense, é o ponto de partida de Flávia, filha de Celso e diretora do filme que decide reconstruir a história da vida e da morte do homem singular que foi seu pai. É uma viagem no tempo e na geografia: a diretora volta a Porto Alegre, Santiago, Buenos Aires, Caracas e Paris, cenários do exílio familiar, da ilusão e do fracasso de um projeto político. As vozes imbricadas de Celso (de suas cartas) e de sua filha constroem um retrato íntimo de uma relação marcada pela história e pela ausência.
17 de fevereiro (quarta), às 20h - A vida não basta de Caio Tozzi e Pedro Ferrarini. Brasil, 2013. 85 min
Classificação: Livre com Toquinho, Denise Fraga, Milton Hatoum, Laís Bodanzki, Ronaldo Fraga, Leonardo Moreira, Fábio Moon, Gabriel Bá; participação especial Ferreira Gullar.
Sinopse: “A arte existe porque a vida não basta”. O poeta maranhense Ferreira Gullar sintetizou em uma frase a grande motivação do ser humano para fazer arte. O documentário vai ao encontro de nove artistas de diferentes áreas para descobrir porque é preciso criar para a vida ir além que dialogam sobre as origens da criação artística em suas vidas, a descoberta da vocação, os processos criativos, a relação com o público, dentre outros assuntos relacionados ao tema. Mais do que falar sobre o fazer arte, A vida não basta retrata uma forma de ver a vida.
24 de fevereiro (quarta), às 20h - Olhar Estrangeiro de Lúcia Murat. Brasil, 2006. 70 min. Classificação: 14 anos
Sinopse: Olhar Estrangeiro é um filme sobre os clichês e as fantasias que se avolumam pelo mundo afora sobre o Brasil. Baseado no livro "O Brasil dos Gringos", de Tunico Amâncio, o documentário mostra a visão que o cinema mundial tem do país. Filmado na França (Lyon e Paris), Suécia (Estocolmo) e EUA (Nova York e Los Angeles), o filme, através de entrevistas com os diretores, roteiristas e atores, desvenda os mecanismos que produzem esses clichês. Com depoimentos de Michael Caine, Hope Davis, Zalman King, Jon Voight, Philippe de Broca, Robert Ellis Miller, entre outros.
* Sugestão do blog Narizinho confirmar exibição no dia com o próprio SESC.
1º Congresso Sul Brasileiro de Debate sobre a SAP – Síndrome da Alienação Parental
Dias 05 e 06 de agosto, o congresso será uma oportunidade importante para divulgar, refletir e discutir sobre a Síndrome da Alienação Parental, estimular a pesquisa e a compreensão do tema, de modo a propiciar o debate relevante e integrar os diversos atores (genitores, docentes, profissionais, magistrados, técnicos e comunidade em geral).
Cinco mitos do trabalho infantil
1. É melhor trabalhar do que roubar
Crianças e adolescentes têm mais do que essas duas opções para suas vidas. Primeiramente, lugar de criança é na escola. É direito das crianças ter acesso à educação de qualidade e dever do Estado oferecê-la. É por meio da educação que o indivíduo e o país se desenvolvem e abrem a possibilidade de um futuro melhor. A infância e a adolescência são períodos especiais de formação. O lazer, cultura, tempo livre, educação e atividades recreativas são fundamentais é devem ser garantidos por todos.
Além disso, o trabalho infantil não pode ser encarado como uma resposta aos problemas sociais. Ao trabalhar, a criança fica desprotegida e exposta a uma série de riscos, inclusive o de se envolver em atividades ilícitas.
2. Trabalhar não mata ninguém!
Nos últimos cinco anos foram registrados quase 12 mil acidentes de trabalho, envolvendo crianças e adolescentes, sendo que 110 chegaram a falecer. Por ter o corpo ainda em desenvolvimento, crianças não estão aptas a carregar peso ou manusear maquinário ou instrumentos que foram desenvolvidos para adultos.
Fadiga, distúrbios do sono, perda de audição e lesões na coluna são apenas algumas das consequências do trabalho infantil que podem lesionar para sempre o corpo das crianças. Algumas atividades são tão perigosas que só são permitidas após os 18 anos. Trata-se das chamadas Piores Formas do Trabalho Infantil.
3. Ele precisa trabalhar para ajudar a família
Isso é uma subversão dos papéis. A família é que tem a responsabilidade de cuidar e prover o necessário às crianças e adolescentes, e não o inverso. Quando a família falha é papel de toda a sociedade e do Estado agir para garantir a proteção das crianças com absoluta prioridade, como determina a Constituição Federal e o Estatuto da Criança e do Adolescente.
Além disso, o trabalho precoce perpetua o ciclo da pobreza. O trabalho infantil retira a possibilidade de uma educação e formação adequadas. Como consequência, quando adulto, a inserção no mercado de trabalho se dá de forma precária, com baixa remuneração e pequena chance de progressão na carreira. Assim, a pobreza se propaga por várias gerações.
4. O trabalho enobrece!
Cidadania, valores, responsabilidade e respeito não são transmitidos por meio do trabalho precoce. É a família, o Estado e a sociedade como um todo que carregam a responsabilidade de oferecer uma formação adequada para as crianças e adolescentes. O trabalho infantil afasta as crianças do convívio com a família, do ambiente escolar e da vivência em comunidade. Longe da família e dos educadores, crianças ficam desprotegidas e vulneráveis.
5. Trabalho traz futuro
Ao contrário, o trabalho infantil rouba o presente e o futuro não só da criança, mas de todo o país. O ingresso precoce no mercado de trabalho prejudica, podendo chegar a impedir, os estudos das crianças e adolescentes. Assim, há uma defasagem na formação que compromete a entrada qualificada no mercado de trabalho. O futuro para quem trabalhou quando criança é ocupar um posto baixo, sendo mal remunerado e sem perspectiva de progressão na carreira. Para o país, a consequência é a persistência de uma massa de mão de obra desqualificada, o que retarda o desenvolvimento econômico e tecnológico do país. Fonte: http://www.promenino.org.br
sábado, 6 de fevereiro de 2016
O que é Trabalho Infantil?
É todo o trabalho realizado por pessoas que tenham menos da idade mínima permitida para trabalhar. Cada país tem sua regra. No Brasil, o trabalho não é permitido sob qualquer condição para crianças e adolescentes entre zero e 13 anos; a partir dos 14 anos pode-se trabalhar como aprendiz; já dos 16 aos 18, as atividades laborais são permitidas, desde que não aconteçam das 22h às 5h, não sejam insalubres ou perigosas e não façam parte da lista das piores formas de trabalho infantil.
De acordo com a Organização das Nações Unidas (ONU), atualmente há mais de sete bilhões de pessoas no planeta Terra. Segundo o último relatório da Organização Internacional do Trabalho (OIT), “Medir o progresso na luta contra o trabalho infantil”, em 2013 havia 168 milhões de crianças e adolescentes trabalhadoras no mundo, sendo que cinco milhões estão presas a trabalhos forçados, inclusive em condições de exploração sexual e de servidão por dívidas.
No Brasil, na divulgação da última Pnad 2012, aproximadamente 3,5 milhões de crianças e adolescentes de 5 a 17 anos estavam trabalhando no país. Se considerada a faixa etária entre cinco e 13 anos, a pesquisa aponta cerca de de 554 mil meninos e meninas em atividades laborais. Fonte: http://www.promenino.org.br
sexta-feira, 5 de fevereiro de 2016
1° Conferência Municipal de Direitos Humanos de Curitiba
Curitiba irá realizar nos dias 12 e 13 de fevereiro sua 1ª Conferência Municipal de Direitos Humanos. Foram disponibilizadas 170 vagas para a pré-inscrição, que deverá ser realizada até o dia 10 de fevereiro neste site: http://portaldosconselhos.curitiba.pr.gov.br/
#trabalhoinfantil
O trabalho enobrece e dignifica. Trabalhar não faz mal. É melhor trabalhar do que ficar na rua à toa. As frases soam familiar? É comum escutar pessoas defendendo e exaltando as supostas vantagens de uma criança trabalhar. Mas será que é assim mesmo?
No Brasil, são cerca de 3,5 milhões de crianças e adolescentes no trabalho infantil. Apesar dos muitos esforços pela erradicação, há ainda muitos desafios à frente. Entre os obstáculos a serem enfrentados está a desconstrução do senso comum que aceita e até estimula a entrada precoce de crianças e adolescentes no mercado de trabalho.
Fonte: http://www.promenino.org.br
O Carnaval e a Igreja
Mas todas as festas mencionadas anteriormente eram pagãs. Com o fortalecimento do poder da Igreja, esta não via com bons olhos tais festas. Nessa concepção do cristianismo, havia a crítica da inversão das posições sociais, pois, para a Igreja, ao inverter os papéis de cada um na sociedade, invertia-se também a relação entre Deus e o demônio.
A Igreja Católica buscou então enquadrar tais comemorações. A partir do século VIII, com a criação da quaresma, tais festas passaram a ser realizadas nos dias anteriores ao período religioso. A Igreja pretendia, dessa forma, manter uma data para as pessoas cometerem seus excessos, antes do período da severidade religiosa.
Fonte: http://brasilescola.uol.com.br/
quinta-feira, 4 de fevereiro de 2016
Programação Verão Teatral na AJOTE
Grupo: Ator Cômico Produções Artísticas de Curitiba
Dia 13 de fevereiro (sábado) às 20h - Círculo - Grupo: Cia de Artes Cênicas ATOS
Dia 14 de fevereiro (domingo) às 20h - Everline em Ação - Grupo: MeroAcidente! Palhaçaria
Dia 19 de fevereiro (sexta) às 20h - Mal Amados ou essa dor que me devora o coração
Grupo: Cia Rústico Teatral
Dia 20 de fevereiro (sábado) às 20h - A Ida ao Teatro - Grupo: Ícaro Teatro
Dia 21 de fevereiro (domingo) às 20h - Interferências SCHWANKE
Grupo: Cia.Vai! – Núcleo de Pesquisa em Artes Cênicas
Dia 26 de fevereiro (sexta) às 20h - Teatro Playback - Grupo: Abismo Teatro de Grupo e Dionisos Teatro
Dia 27 de fevereiro (sábado) às 20h - Teatro Playback - Grupo: Dionisos Teatro e Abismo Teatro de Grupo
Dia 28 de fevereiro (domingo) às 16h - Fadas - Grupo: Essaé Cia
Dias 04 e 05 de março (sexta e sábado) às 20h - O Assalto
Grupo: Grupo ATA (espetáculo convidado) de São Paulo
Dia 06 de março (domingo) às 20h - Enigma de Cid - Grupo: Cia de Teatro da Univille
Dia 11 de março (sexta) às 20h - Só Uma Palhaça Só - Grupo: MeroAcidente! Palhaçaria
Dia 12 de março (sábado) às 20h - Flor - Grupo: La Trama Companhia
Dia 13 de março (domingo) às 20h - Árida Coragem - Grupo: Coletivo Toca de Arte
Dia 18 de março (sexta) às 20h - É Batata - Grupo: Studio em Cena
Dia 19 de março (sábado) às 16h - No Mundo da Fada Sol - Grupo: Studio em Cena
Dia 20 de março (domingo) às 20h - Amor de Palhaço - Grupo: Circo Lúdico
O Carnaval na antiguidade (parte 2)
Durante os carnavais medievais por volta do século XI, no período fértil para a agricultura, homens jovens que se fantasiavam de mulheres saíam nas ruas e campos durante algumas noites. Diziam-se habitantes da fronteira do mundo dos vivos e dos mortos e invadiam os domicílios, com a aceitação dos que lá habitavam, fartando-se com comidas e bebidas, e também com os beijos das jovens das casas.
Durante o Renascimento, nas cidades italianas, surgia a commedia dell'arte, teatros improvisados cuja popularidade ocorreu até o século XVIII. Em Florença, canções foram criadas para acompanhar os desfiles, que contavam ainda com carros decorados, os trionfi. Em Roma e Veneza, os participantes usavam abauta, uma capa com capuz negro que encobria ombros e cabeça, além de chapéus de três pontas e uma máscara branca.
quarta-feira, 3 de fevereiro de 2016
Hoje...
Um curta que conta uma breve história do cinema de rua de Joinville,
relembrando as memórias de uma época dourada.
O Carnaval na antiguidade (parte 1)
As associações entre o carnaval e as orgias podem ainda se relacionar às festas de origem greco-romana, como os bacanais (festas dionisíacas, para os gregos). Seriam festas dedicadas ao deus do vinho, Baco (ou Dionísio, para os gregos), marcadas pela embriaguez e pela entrega aos prazeres da carne.
Havia ainda em Roma as Saturnálias e as Lupercálias. As primeiras ocorriam no solstício de inverno, em dezembro, e as segundas, em fevereiro, que seria o mês das divindades infernais, mas também das purificações. Tais festas duravam dias com comidas, bebidas e danças. Os papeis sociais também eram invertidos temporariamente, com os escravos colocando-se nos locais de seus senhores, e estes colocando-se no papel de escravos.
terça-feira, 2 de fevereiro de 2016
Parabéns pra você!!!
Agostinho, Alexandre, Aline, Anelise, Carlos, Claudete, Daiana, Denise,
Geovane, Higor, Jamili, Jorge, Thomaz e muitos outros...
O Carnaval na antiguidade
Na antiga Babilônia, duas festas possivelmente originaram o que conhecemos como carnaval. As Saceias eram uma festa em que um prisioneiro assumia durante alguns dias a figura do rei, vestindo-se como ele, alimentando-se da mesma forma e dormindo com suas esposas. Ao final, o prisioneiro era chicoteado e depois enforcado ou empalado.
O outro rito era realizado pelo rei nos dias que antecediam o equinócio da primavera, período de comemoração do ano novo na região. O ritual ocorria no templo de Marduk, um dos primeiros deuses mesopotâmicos, onde o rei perdia seus emblemas de poder e era surrado na frente da estátua de Marduk. Essa humilhação servia para demonstrar a submissão do rei à divindade. Em seguida, ele novamente assumia o trono.
O que havia de comum nas duas festas e que está ligado ao carnaval era o caráter de subversão de papéis sociais: a transformação temporária do prisioneiro em rei e a humilhação do rei frente ao deus. Possivelmente a subversão de papeis sociais no carnaval, como os homens vestirem-se de mulheres e vice-versa, pode encontrar suas origens nessa tradição mesopotâmica. (continua...)
segunda-feira, 1 de fevereiro de 2016
Conselho Municipal de Política Cultural de Joinville
Hoje, às 19h30min, ocorre a primeira reunião do Conselho Municipal de Política Cultural de Joinville.
Local: Plenarinho da Câmara de Vereadores de Joinville
Confira abaixo o calendário de reuniões do CMPC neste ano.
Um pouco sobre o Carnaval...
O carnaval é a festa popular mais celebrada no Brasil e que, ao longo do tempo, tornou-se elemento da cultura nacional. Porém, o carnaval não é uma invenção brasileira nem tampouco realizado apenas neste país. A história do carnaval remonta à Antiguidade, tanto na Mesopotâmia quanto na Grécia e em Roma.
A palavra carnaval é originária do latim, carnis levale, cujo significado é retirar a carne. O significado está relacionado com o jejum que deveria ser realizado durante a quaresma e também com o controle dos prazeres mundanos. Isso demonstra uma tentativa da Igreja Católica de enquadrar uma festa pagã.
A história do carnaval no Brasil iniciou-se no período colonial. Uma das primeiras manifestações carnavalescas foi o entrudo, uma festa de origem portuguesa que na colônia era praticada pelos escravos. Depois surgiram os cordões e ranchos, as festas de salão, os corsos e as escolas de samba. Afoxés, frevos e maracatus também passaram a fazer parte da tradição cultural carnavalesca brasileira. Marchinhas, sambas e outros gêneros musicais também foram incorporados à maior manifestação cultural do Brasil. Fonte: http://brasilescola.uol.com.br/
domingo, 31 de janeiro de 2016
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