quarta-feira, 12 de junho de 2019

Uma invasão silenciosa!

"Na superfície da Terra, exatamente agora, há guerras e violência e tudo parece negro. Mas, simultaneamente, algo silencioso, calmo e oculto está acontecendo e certas pessoas estão sendo chamadas por uma luz mais elevada.

Uma revolução silenciosa está se instalando de dentro para fora. De baixo para cima. É uma operação global. Uma conspiração espiritual. Há células dessa operação em cada nação do planeta. Vocês não vão nos assistir na tv, nem ouvir nossas palavras nos rádios e nem ler sobre nós nos jornais. Não buscamos a glória. Não usamos uniformes. Nós chegamos em diversas formas e tamanhos diferentes. Temos costumes e cores diferentes. A maioria trabalha anonimamente.

Silenciosamente trabalhamos fora de cena, em cada cultura e lugar do mundo. Nas grandes e pequenas cidades, em suas montanhas e vales. Nas fazendas, vilas, tribos e ilhas remotas. Você talvez cruze conosco nas ruas. E nem perceba... Seguimos disfarçados. Ficamos atrás da cena. E não nos importamos com quem ganha os louros do resultado, e sim, que se realize o trabalho.

De vez em quando nos encontramos pelas ruas. Trocamos olhares de reconhecimento e seguimos nosso caminho. Durante o dia muitos se disfarçam em seus empregos normais. Mas a noite, por trás de nossas aparências, o verdadeiro trabalho se inicia. Alguns que conhecem o trabalho nos chamam de "O Exército da Consciência".

Lentamente estamos construindo um novo mundo, com o poder de nossos corações e mentes. Seguimos com alegria e paixão. Nossas ordens nos chegam da inteligência espiritual e central. Estamos jogando bombas suaves de amor sem que ninguém note: poemas, abraços, músicas, fotos, filmes, palavras carinhosas, meditações e preces, danças, ativismo social, sites, blogs, atos de bondades.

O mundo precisa de amor! Expressamo-nos de uma forma única e pessoal, com nossos talentos e dons. Sendo a mudança que queremos ver no mundo. Essa é a força que move nossos corações. Sabemos que essa é a única forma de conseguir realizar a transformação. Sabemos que no silêncio e humildade teremos o poder de todos os oceanos juntos. Nosso trabalho é lento e meticuloso. Como na formação das montanhas. O amor será a religião do século XXI.

Sem pré-requisitos de grau de educação. Sem requisitar um conhecimento excepcional para a sua compreensão. Porque nasce da inteligência do coração, escondida pela eternidade no pulso evolucionário de todo ser humano.

Seja a mudança que quer ver acontecer no mundo. Ninguém pode fazer esse trabalho por você. Nós estamos recrutando. Talvez você se junte a nós ou talvez já tenha se unido. Todos são bem-vindos. A porta está aberta!” Emmanuel

Dica

terça-feira, 11 de junho de 2019

"Boa noite, Cinderela" David Gonçalves

Vou avisando: não é conto de fadas. Poderia ser, mas não é. Solidão, sim: soda que derrete aço. Se diz que Deus criou o homem, que se achou tão-só, então deu-lhe uma companheira para se consolar.
Absolutamente só, sentia-se Ricardo. Descasara-se há seis meses e a casa alugada, sem mulher e os dois filhos pequenos, parecia-lhe um cemitério, tão fria e vazia. Trabalhava até à exaustão na pequena empresa. Depois que os poucos funcionários se iam, ele continuava. Ocupava a mente desolada.
Naquela noite, sexta-feira, não tinha vontade de retornar à casa vazia. Ansiava por pessoas. Procurou por botecos, restaurantes, lanchonetes. Escolheu o bar mais movimentado. Uma dose de uísque. Música alta. Sertanejas e boleros. Canções magoadas. Risos. Fumaça. Luzes. Alegria fervilhando. Rodeado de pessoas e só. Se procuras a solidão, pensou, anda no meio dos homens. Todo casamento desfeito deixa marcas que não cicatrizam. Leite derramado. Tocar adiante. A vida segue – consolou-se. Tudo se acaba. Até mesmo o amor. Vinho que vira vinagre. O solitário tem a própria sombra como companheira.
– Será que o amor é um pássaro que põe ovos de ferro?
No balcão, duas mulheres o espiavam, conversando e bebendo.
O amor é eterno; a gente é que vai mudando, até ficar um estranho distante, confabulou.
– Garçom! Outro uísque. Três pedras de gelo.
Rodou as pedras de gelo com o dedo. Por onde andaria sua ex-mulher? Estaria feliz nos braços de outro? Diabo de amor. Era como o sarampo: cada qual tem que passar por ele. Mais este uísque e vou embora. Essa barulheira infernal não é pra mim. Sou um tolo.
As duas mulheres – uma loira, outra morena, atraentes, conversavam, fumavam, bebiam e o espiavam.
Cedo ou tarde, o amor é o seu próprio vingador algoz. Por que as pessoas que se amam, um dia, se dão de se magoarem, enraivecidas, por uma palha voando? De começo, o paraíso. Depois, o inferno.
Então, uma das mulheres, a loira, toda sorridente, sentou-se à mesa. Vejo que você está tão-só, disse, revirando os olhos, que não suportei a tua quietude. Espantou-se. Ah, estava conversando comigo mesmo. Se estou atrapalhando... Não, pode ficar, estou precisando de companhia. Parece tão triste, ela disse. Ah, não, só aparência. Estou neste bar pela primeira vez. É casado? Divorciado. Faz tempo? Quase um ano. Quer uma bebida? Lorena, prazer, estendeu a mão bela, unhas bem cuidadas. Aceito, sim. Cerveja. Uísque é muito forte. Conversaram. Não era de Quadrínculo. Estava de passagem. Uma visita aos tios. Podia chamar a amiga pra sentar-se à mesa? Aquela lá, a morena. Estamos juntas. Ela está feito cachorro caído de mudança. Mas é claro, pode chamá-la. Esta é a Margarida. Jovem, elegante. Animadíssima. Duas jovens graciosas, corpos quentes e perfumados. Há pouco, só, roendo as traças do tempo. Agora, com duas mulheres encantadoras. Conversavam, riam, anedotavam. Ricardo sentia-se uma planta no deserto depois das primeiras chuvas.
– Vou ao banheiro – disse. – Não me abandonem. Garçom, mais bebidas.
Voltou decidido. Convidaria as duas para a sua casa vazia. Qual delas? A loira ou a morena? Qualquer uma. Antes, beberam, brindaram. Pra casa, então. Elas toparam, um pouco resistentes. Ricardo já se achava zonzo. Bebera demais. Mas dirigiu o carro cuidadosamente, estacionou na garagem. Suava. O calor, na madrugada, sufocava-o.
– Entrem e sejam bem-vindas. Se acheguem. A casa é de vocês – e sentou-se no sofá pesadamente, zonzo, suando, enquanto a morena o abraçava e beijava.
De repente, tudo se apagou e foi envolvido por um sono profundo. Acordou manhã alta. Casa revirada: gavetas, cômodas, armários, guarda-roupas, criados-mudos. Cadê a carteira? Jogada no soalho, sem documentos e os cartões de crédito. Estava espantado e zonzo. Na parede, uma delas escrevera: Boa noite, Cinderela.
Mais do que depressa, verificou o saldo bancário. Mais de mil haviam sumido. Tudo zerado. Idiota, pensou. Estava com vergonha até de registrar o roubo.

"Os mudras são a senha de acesso aos dados do seu computador interior" Sabrina Mesko

Mudra é uma palavra de origem sânscrita que significa gesto, selo, senha ou chave.

Amor, sempre amor

segunda-feira, 10 de junho de 2019

Amanhã palestra na Feira do Livro "A saúde da mulher negra..."

Inhame

Café Colonial do CDH

Reflexão "Deus"

No ventre de uma mãe haviam dois bebês. 
Um perguntou ao outro: "Você acredita em vida após o parto?" 
O outro respondeu: "É claro. Tem que haver algo após o parto. 
Talvez nós estejamos aqui para nos preparar para o que virá mais tarde" 
"Bobagem", disse o primeiro.
"Que tipo de vida seria esta?"
O segundo disse: "Eu não sei, mas haverá mais luz do que aqui.
Talvez nós poderemos andar com as nossas próprias pernas e comer com nossas bocas.
Talvez teremos outros sentidos que não podemos entender agora" 
O primeiro retrucou: "Isto é um absurdo. 
O cordão umbilical nos fornece nutrição e tudo o mais de que precisamos. 
O cordão umbilical é muito curto. 
A vida após o parto está fora de cogitação" 
O segundo insistiu: "Bem, eu acho que há alguma coisa e talvez seja diferente do que é aqui. 
Talvez a gente não vá mais precisar deste tubo físico"
O primeiro contestou: "Bobagem, e além disso, se há realmente vida após o parto, então, por que ninguém jamais voltou de lá?"
"Bem, eu não sei", disse o segundo, "mas certamente vamos encontrar a mamãe e ela vai cuidar de nós" 
O primeiro respondeu: "Mamãe, você realmente acredita em mamãe? 
Isto é ridículo. Se a mamãe existe, então, onde ela está agora?" 
O segundo disse: "Ela está ao nosso redor. Estamos cercados por ela. 
Nós somos dela. É nela que vivemos. Sem ela este mundo não seria e não poderia existir" 
Disse o primeiro: "Bem, eu não posso vê-la, então, é lógico que ela não existe" 
Ao que o segundo respondeu: "Às vezes, quando você está em silêncio, se você se concentrar e realmente ouvir, você poderá perceber a presença dela e ouvir sua voz amorosa"

Este foi o modo pelo qual um escritor húngaro explicou a existência de Deus.

Pensando...

"A vida não passa de uma oportunidade de encontro; 
só depois da morte se dá a junção; 
os corpos apenas têm o abraço, 
as almas têm o enlace"

domingo, 9 de junho de 2019

Bom dia!

Bazar dos Pães com Eliane Bohr

Felipe Araújo em agosto

Sobre Educação Não-Violenta

Adultos, nunca se esqueçam: "56 é muito mais que 4!" 

Sobre Educação Não-Violenta "Ele esqueceu a lancheira na escola. Desde cedo ensinamos a se responsabilizarem pelas próprias coisas e cuidar dos materiais escolares é responsabilidade deles. Mas enfim, pela terceira ou quarta vez ele esqueceu. A nossa primeira atitude, quando ele disse que esqueceu, foi dizer: 'De novo, Miguel? Essa é a quarta vez!' .

É impressionante como a gente se acostumou a ser arquivo vivo dos erros dos filhos, né? 'Você nunca faz como peço!', 'Você perde tudo! Só não perde a cabeça porque tá grudada no pescoço!', 'Seu quarto está sempre uma bagunça!'. A mente humana tem uma tendência de guardar com mais intensidade as informações ruins. Saber do crocodilo no rio é uma informação mais relevante para a sobrevivência que lembrar que a água do mesmo rio é morna e gostosinha. Mas, sabe, os erros dos nossos filhos não são crocodilos no rio. A gente não precisa focar neles e os nossos filhos não precisam crescer observando as próprias falhas com lente de aumento.

Estacionamos na escola e eu falei: 'Filho, você esqueceu a lancheira quatro vezes, não foi? E você sabe quantas vezes você lembrou?' Ele sinalizou não com a cabeça. 'Acho que já temos uns 60 dias de aula. Se você esqueceu 4, quer dizer que lembrou 56! Cinquenta e seis, cara! Você tem noção do quanto isso é muito?' O sorriso brotou no rosto. Ele já não estava focado no que não conseguia. Nitidamente uma onda de auto confiança percorreu o corpinho, porque o ânimo era quase palpável. '56 é muito mais que 4!' 'Humrum! 56 é muito mais que 4! E eu confio que você vai lembrar de pegar a sua lancheira hoje! Você acredita também? 'Acho que sim!' Me abraçou bem forte, deu um beijo gostoso e entrou pra sala. E eu reforcei em mim o compromisso de ser arquivo vivo das boas memórias, de lembrar das capacidades que eles têm, inclusive - e talvez principalmente - quando eles mesmos duvidarem. Porque fortalecer as capacidades é encorajador!

56 é maior que 4. E essa informação é muito mais relevante, no final das contas."

Definição de "filho"

sábado, 8 de junho de 2019

"Eu pergunto"

Você anda com sua xícara de café e de repente algo acontece, 
te empurram e faz você derramar café em todos os lugares.
- Por que você derramou seu café?
- Porque alguém me empurrou.
Resposta errada:
Você derramou o café porque você tomou café na xícara. 
Se tivesse sido chá, você teria derramado o chá.
O que você tem na taça é o que vai derramar.
Portanto, quando a vida te sacode (o que vai acontecer) o que quer 
que você tenha dentro de você, você vai derramar.
Você pode passar a vida fingindo que sua taça está cheia de virtudes, mas quando 
a vida te empurra, você vai derramar o que realmente tem dentro de você.
Eventualmente a verdade vem à luz.
Então você tem que se perguntar: - O que está no meu copo?
Quando a vida se torna difícil, o que eu vou derramar?
Alegria, gratidão, paz, humildade?
Ou amargura, palavras ou reações duras?
Você escolhe!

Trabalhe no preenchimento de sua taça com gratidão, perdão, alegria, 
palavras positivas e gentis, generosidade e amor pelos outros...
Seja qual for o seu copo cheio!

Diogo Portugal no Teatro CNEC

Sling é tudo de bom

Sabe quando a bebê chora e não tem mais recursos para ajudá-la a acalmar? 
Cate o sling e saia andando...

Carregar o seu bebê no sling, não é só uma verdadeira delícia (viciante, mesmo!), mas ainda ajuda a estabelecer um vínculo forte que estará presente sempre. Vamos falar dos benefícios? 
O bebê se sente seguro e cuidado, faz melhores digestões, dorme mais, chora menos, ganha peso mais rápido, se relaxa com mais facilidade, alivia as cólicas (tem quem diz que as evita), preveem plagiocefalia e refluxo, estimula amamentação, aprende a socializar por estar presente no lugar e altura onde acontecem as coisas. 
O bebê não se sente incluído. Ele de fato É incluído, na vida que tá rolando. 
O mundo não gira em volta dele, mas ele entra a girar junto com o mundo, sob a proteção e atenção mais cuidadosas do pai/mãe. E ainda é confortável!

Dica

sexta-feira, 7 de junho de 2019

Começa hoje... Feira do Livro Joinville

Pai também carrega!

Angerô Malhas com Bazar de Inverno

Rua Marechal Castelo Branco, 4008 - Schroeder/SC

Quando vim para Joinville de Hilton Görresen

Quando vim para Joinville, a cidade era deliciosamente provinciana. Vim com minhas lembranças de menino, nas eventuais visitas à cidade: o ônibus da Viação Vogelsanger, a parada em Araquari – galinhas ciscando nas ruas de terra –, os casarões avarandados, os cafés com bolo na confeitaria Dietrich, o Cine Palácio, o Mercado, a estação de trem, ponto final das visitas.

Na época, encontrei quase tudo como minha imaginação havia deixado. Ainda não haviam derrubado casarões para construção de prédios. A via principal era a Rua do Príncipe. América, Glória, Boa Vista e outros eram “bairros afastados” como reza a canção “Velho Realejo”. No elevado onde se achava a igreja, eram realizadas as festas que arrecadavam recursos para construção da catedral. Na barraca de bingo, a Nazira Zattar me chamava, espalhafatosa, acenando um cartão; envergonhado, eu procurava me safar, estava sem dinheiro.

Havia me matriculado na nascente faculdade de Letras, a funcionar no Colégio Santos Anjos. Lembro da emoção da primeira aula, estava participando de um momento histórico para a cidade. E novo para mim. A maioria dos professores vinha de fora, de Florianópolis ou Curitiba. Uma das primeiras coisas que fiz na cidade foi tornar-me sócio da Biblioteca Municipal, capitaneada pelas funcionárias Sônia e Selma, com as quais fiz logo amizade.

À noite, saído das aulas, ia para o Castelinho ou para a Lanchonete Disneylanches, onde já me tornara conhecido dos garçons. No final de semana, ou quando me “ausentava” das aulas, filmes no Cine Colon; me sentava nas primeiras fileiras para observar as moças que entravam pela frente, diante da enorme tela. O incêndio do Colon foi o fim de um hábito delicioso.

Aos domingos havia os sorvetes da Polar, o movimento de moças na rua. Nos dias de semana, a caranguejada no Bar Caxias, às dúzias, acompanhada da cerveja geladinha. A disputa entre os admiradores da Brahma e os da Antártica. Naquele tempo, eu era um antarticista (será que existe esse termo?), sabe como é, a água de Joinville...

As “bavárias” na Sociedade Ginástica, um carnaval fora de época, sem falar nas dancinhas no clube Joinville e na boate “Engrenagem”. Os “quebra-cacos”, com muito chope e sopa preta. As disputas de futebol entre o Caxias e o América. Os primeiros livros necessários nas livrarias Record e Joinvilense. Sim, conheci outra Joinville, que podia respirar livremente, hoje com suas veias entupidas de trânsito e afogada entre prédios de mil olhos.

Pessoas

quinta-feira, 6 de junho de 2019

#tbt

Traduzido do inglês -Throwback Thursday é uma tendência popular da internet
usada entre plataformas de mídia social como Instagram, Twitter e Facebook. 
Os usuários costumam postar fotos nostálgicas do passado acompanhadas 
pela hashtag #TBT ou ThrowbackThursday.

Oração Celta do Amor

Que jamais, em tempo algum, o teu coração acalente ódio.

Que o canto da maturidade jamais asfixie a tua criança interior. 
Que o teu sorriso seja sempre verdadeiro.

Que as perdas do teu caminho sejam sempre encaradas como lições de vida. 
Que a musica seja tua companheira de momentos secretos contigo mesmo.

Que os teus momentos de amor contenham a magia de tua alma eterna em cada beijo. 
Que os teus olhos sejam dois sóis olhando a luz da vida em cada amanhecer. 
Que cada dia seja um novo recomeço, onde tua alma dance na luz.

Que em cada passo teu fiquem marcas luminosas de tua passagem em cada coração. 
Que em cada amigo o teu coração faça festa, que 
celebre o canto da amizade profunda que liga as almas afins.

Que em teus momentos de solidão e cansaço, 
esteja sempre presente em teu coração a lembrança de que 
tudo passa e se transforma, quando a alma é grande e generosa.

Que o teu coração voe contente nas asas da espiritualidade consciente, 
para que tu percebas a ternura invisível, tocando o centro do teu ser eterno.

Que um suave acalanto te acompanhe, na terra ou no espaço, e 
por onde quer que o imanente invisível leve o teu viver. 
Que o teu coração sinta a presença secreta do inefável!

Que os teus pensamentos e os teus amores, o teu viver e a tua passagem pela vida,
 sejam sempre abençoados por aquele amor que ama sem nome.
Aquele amor que não se explica, só se sente.

Que esse amor seja o teu acalento secreto, viajando eternamente no centro do teu ser. 
Que a estrada se abra à sua frente. 
Que o vento sopre levemente às suas costas.

Que o sol brilhe morno e suave em sua face. 
Que respondas ao chamado do teu dom e encontre a coragem para seguir-lhe o caminho. 
Que a chama da raiva te liberte da falsidade.

Que o ardor do coração mantenha a tua presença flamejante e que a ansiedade jamais te ronde.
Que a tua dignidade exterior reflita uma dignidade interior da alma. 
Que tenhas vagar para celebrar os milagres silenciosos que não buscam atenção.

Que sejas consolado na simetria secreta da tua alma.
Que sintas cada dia como uma dádiva sagrada tecida em torno do cerne do assombro. 
Que a chuva caía de mansinho em seus campos…

E, até que nos encontremos de novo…
Que os deuses lhe guardem na palma de suas mãos.
Que despertes para o mistério de estar aqui e 
compreendas a silenciosa imensidão da tua presença.

Que tenhas alegria e paz no templo dos teus sentidos.
Que recebas grande encorajamento quando novas fronteiras acenam. 

  Que este amor transforme os teus dramas em luz, a tua tristeza em celebração, 
e os teus passos cansados em alegres passos de dança renovadora. 

Que jamais, em tempo algum, tu esqueças da presença que está em ti e em todos os seres.
Que o teu viver seja pleno de paz e luz!
(Autor Desconhecido)

Comunidade Evangélica Luterana da Paz - Vila Nova convida...

O meu bebê está curioso e quando está no colo adora ficar de frente para o mundo...

Alienação

quarta-feira, 5 de junho de 2019

Escola do Legislativo SC "Deputado Lício Mauro da Silveira" convida...


Pode escolher mais de uma das opções? Com certeza! 
Só não pode ficar de fora dos cursos EaD gratuitos da Escola do Legislativo. 
As inscrições estão abertas até dia 10 de junho! 
http://bit.ly/EscolaEAD

Na Feira do Livro Joinville... Painel Feminicídio

A próxima atração por Hilton Görresen

Dizem os machistas remanescentes da civilização ocidental que assistir novela é coisa de mulher. Mas acredito que não tenha marmanjo que não dê uma olhadinha, mesmo que disfarçadamente, dizendo: esta porcaria de TV não tem outra coisa melhor pra se assistir! Chega um ponto em que a trama começa a esquentar, e quando vão ver, já estão envolvidos na história, acompanhando as peripécias dos diferentes núcleos que giram em torno dos protagonistas. Aliás, são essas peripécias, dramáticas, cômicas, românticas, que dão sabor à novela, essa bisneta dos folhetins românticos do século 19. Mas não pense o leitor que tomei da pena (como se dizia antigamente) para fazer a apologia das telenovelas. Apesar de toda a tecnologia atual, essas tramas eletrônicas continuam se valendo, cada vez mais, das velhas fórmulas folhetinescas. Uma delas é o documento comprometedor, esse não pode faltar no arsenal de nenhum novelista. Incrível como ninguém consegue dar um fim nesse tal documento, rasgá-lo, incinerá-lo, ou mesmo utilizá-lo no banheiro para fins inconfessáveis. É uma “carta na manga” (atualmente pode-se dizer um vídeo na manga), que só aparece no final para desmascarar os vilões. A fórmula do “filho desaparecido“ ou do “filho que ignora a identidade do pai” já podia ser encontrada na mãe dos folhetins, “Os Mistérios de Paris”, de Eugene Sue, em que o governante de um principado europeu se envolve no submundo de Paris em busca da filha desaparecida, raptada no berço. Teve uma famosa sequência no lacrimoso drama “O direito de nascer. A fórmula do moço de boa família que se apaixona por alguém de nível social inferior (ou vice-versa) teve sua trágica concretização em “A Dama das Camélias”, de Dumas Filho. O protagonista condenado por algum crime, por intriga ou armação de seus desafetos, é a espinha dorsal do romance (ex-folhetim) “O Conde de Monte Cristo”, de Dumas Pai. Inimigos ferrenhos, que ignoram serem irmãos, estão no excelente “Scaramouche”, de Rafael Sabatini. A trama do amor entre membros de famílias inimigas, que ainda hoje esquenta o ibope, já nos vem de Shakespeare (Romeu e Julieta), assim como a pessoa intrigante que provoca a quebra de confiança entre amantes (Otelo). Hoje, há somente uma pequena diferença: a quebra de preconceitos da modernidade reflete-se principalmente nas novelas; as relações amorosas, que se constituem o ponto central desses folhetins, deixam cada vez mais de acontecer entre o casal nuclear, ou seja, entre um homem e uma mulher. Quantas dessas fórmulas o leitor encontra em sua atual novela das 8 (que começa às 9)?

Contraindicações no carregar

Sutileza

terça-feira, 4 de junho de 2019

Amanhã... Reunião GEAAJ

Fabio Hipnose Evolutiva

As cinco fases do despertar segundo a hipnose evolutiva
Cada pessoa tem o seu próprio despertar. 
O seu pode ser totalmente diferente, comente, compartilhe sua experiência!

1. A última fase do sono (despertar 1 - “trim” você já está pressentindo que o despertador vai tocar)

Você está se sentindo em transição, você fica mais sensível. Você tem interesse em se compreender melhor buscando o autoconhecimento. Acabou o tempo de viver no piloto automático, você quer tomar o rumo da sua vida mas ainda não sabe como. Você busca em diferentes escolas, desde à psicologia, arte, parapsicologia, física quântica, esoterismo, terapias alternativas, etc. Você sabe que a vida é algo maior, você sente que este mundo contém uma parte de ilusão e engano. Você percebe a manipulação dos sistemas políticos, financeiros, da indústria farmacêutica, agro-alimentar, da publicidade, etc. Você desconfia dos "humanos" mas você sabe que podemos construir uma sociedade muito mais justa e equilibrada, sem guerras, nem violências. Você sofre, você tem dores no corpo e na alma, mas você sente que logo tudo vai mudar.

2. Acordando (despertar 2 - “trim trim” o despertador toca a primeira vez)

Neste momento você sente que está desperta. Você sabe que existem muitas coisas além daquilo que conhecemos. Você percebe que aquilo que aprendemos é uma ilusão, você sabe que existe uma manipulação e que você pode sair dela, desta Matrix. Você experimenta sensações diferentes durante o sono, você tem crises que te fazem avançar e crises que querem te adormecer de novo. Assim aos poucos, você tem novas experiências. Você sente as pessoas, sua intuição fica aguçada, você consegue sentir outros seres do plano astral. Você começa a compreender e experimentar outras dimensões, descobrindo que somos multi-dimensionais. Você começa a ter um maior controle de suas emoções e pensamentos. Você entende que a ciência tradicional está presa na terceira dimensão mas mesmo assim começa a ler sobre física quântica. Você percebe a atuação da Matrix vendo alguns filmes e publicidades, você sente o controle mental até mesmo observando o comportamento de algumas pessoas.

3. Você abre e fecha os olhos (despertar 3 – “trim trim trim” toca o despertador uma segunda vez)

Agora você se sente muito melhor. Você começa a ver de onde vem o controle mental. Você percebe que pode alterar completamente a sua realidade, porém, você ainda se prende nas malhas do controle. Você já acessou outras dimensões em sonho, viagem astral, meditação ou hipnose. Você viu ou sentiu a presença dos seres que vivem nas outras dimensões. Você entendeu que a terceira dimensão é uma ilusão e é controlada pelas dimensões mais sutis do plano energético. Você se tornou uma pessoa mais sensível à causa animal e à ecologia. Você se alimenta de forma mais natural e menos industrial. Você entendeu que tudo que tem vida possui uma forma de consciência, isto incluindo Gaia o planeta Terra. As vezes você acessa memórias ancestrais. Você entende que espaço-tempo são coisas simultâneas nas dimensões outras e que você pode acessar o que seria o futuro ou o passado, mudando assim sua linha de tempo. Você consegue eliminar seus traumas e se desprogramar mentalmente. Você começa a se sentir plena.

4. Sentando na cama (despertar 4 – “trim trim trim trim” o despertador insiste)

Você decidiu ser livre e traçar o seu próprio caminho. Você lembrou da sua origem e que você é um ser de luz-consciente vindo das estrelas. Você lembra que você é um ser evoluído. Você compreende que está aqui para acompanhar a transição planetária. Você participa da evolução de todos os seres que estão “presos” nas diversas dimensões terrestres. Você percebe que todos os seres que controlavam a terceira dimensão são seres confusos e perdidos e portanto precisam se libertar. Você recebe muitas informações acessando o seu eu-interior. Sua consciência se desloca nas diversas dimensões. Você percebe o controle da quarta e quinta dimensão. Você percebe que os seres humanos são seres de luz e que existem muitas formas humanóides no universo que confusamente tentam controlar os humanos não-despertos. Você começa a ver que todos os seres das outras dimensões nos planos terrestres são seres de luz-imprópria que não respeitam o livre arbítrio. Você compreende que o despertar na luz acontece quando respeitamos o livre arbítrio dos outros seres. Ou seja, você sabe que existem seres que escolheram não ter luz própria, eles estão semi-acordados mas ainda estão no escuro e não lembram mais que também são seres de luz.

5. Saindo da cama (despertar 5 “trim trim trim trim trim” ok, você não precisa mais do despertador)

Você sabe que faz parte da Terra e começa a agir para que Gaia realize sua transição planetária. Você é o todo, sem separação, e você acompanha a evolução de todos os seres perdidos nas dimensões terrestres. Você já acessou a sua infinitude, você lembrou que está aqui para viver desperta, consciente. Você consegue equilibrar suas atividades no plano físico e no astral. Você não tem pressa, você está fora da ilusão e consegue ver além da dualidade, além do bem e do mal. Você controla totalmente suas emoções emanando alegria e paz. Você vive em harmonia com o todo, ou seja, com cada tipo de consciência, da menos complexa à mais complexa. Você consegue desmontar as diversas armadilhas dos seres de luz-imprópria que pretendem continuar controlando os humanos. Você percebe que alguns estão despertando somente até um certo patamar e que vão ficar presos na quinta dimensão, mas você trabalha para que todos consigam ampliar suas consciências, para que possam transitar livremente nas diversas dimensões. Ou seja, você está humano, mas você é luz-consciência, você está fora da ilusão, do controle e da dualidade praticados em qualquer outra dimensão holográfica.

Benefícios do carregar... Costume milenar!

Sociedade Harmonia Lyra convida...

...

segunda-feira, 3 de junho de 2019

No Casulo é assim...

Tem coisa melhor que despertar sorrisos?

O berçário recebeu esta exploração: um saco com botões e um pouquinho de ar, fixado no chão... 

Muito desenvolvimento, concentração e prazer!

Paróquia Cristo Bom Pastor convida...

Onde você quer estar daqui a 5 anos? por Ana Carol Cunha

Quantas vezes já lhe fizeram esta pergunta? Ou quantas vezes você já se perguntou sobre isso? Parece um questionamento muito simples, mas que na hora de responder torna-se difícil, concorda comigo?

Mas calma, você não está sozinho!! A grande maioria dos profissionais que me procuram para realizar a consultoria em carreira ou coaching de Carreira, tem dificuldade em responde-la.

Eu mesma por algum tempo tive dificuldade de responder esta pergunta ... O que eu quero da minha vida?

E sei o quanto isto acaba gerando uma angustia, pois repetidamente ouvimos sobre “o quanto a vida passa rápido”, não é verdade?

E é aí você percebe que o que você fez com seus últimos 5 anos é de extrema importância.

Da mesma forma, ao pensar sobre isso, é natural encontrar dificuldade em pegar tudo o que já fez, a sua experiência, e planejar o futuro a partir disto.

Como planejar seus próximos anos, ou seja, sua carreira, para ter assim uma carreira profissional estruturada, com objetivos, metas e que lhe tragam satisfação. 

E existe tempo limite para começar a fazer este plano? Claro que não!

Minha sugestão é: pare de deixar para amanhã o que pode ser fundamental para você hoje! Por que deixar a sua carreira acontecer por acontecer, sendo que você tem muita coisa boa a oferecer? E um futuro brilhante a planejar?

Quem sabe um processo de consultoria de carreira ou coaching irá te apoiar a encontrar as respostas.

Irá permitir e apoiar você a enxergar suas habilidades, forças, oportunidades, coisas que já existem, mas que talvez você ainda não conseguiu colocar no papel e planejar como usá-las adequadamente. Onde elas poderão ser melhor aproveitadas...

E a propósito, o seu potencial, sua competência, aquilo que você é bom, já está aí. A questão é descobrir o que impede você de estruturar este plano e colocá-lo em prática.

Carregador de bebê - saiba a diferença!

Dica de Drummond

domingo, 2 de junho de 2019

Silvana Pohl

Questão, questões - o amor por David Gonçalves

Oslávia era feia feito fritura queimada. Por ser folha seca escura, tinha olhar de ponta de faca. Todo mundo sabia que morreria sozinha. O pressuposto não se deu. Onévio, rapaz de boa presença, desejado por tantas, botou os olhos nela e gostou demais da fritura queimada.

Namoro, noivado e casamento sem graça. Depois de abençoados pelo padre apressadamente, foram morar no sitiozinho ao pé da serra. Todo pé acha seu chinelo? O povo se esqueceu deles. Só de vez em quando, as mulheres diziam:
– A bruxa está criando verrugas...
Nada mais. Cinco anos se passaram. Então, a notícia: Oslávia abandonara o marido. Soube-se que ela o destratava. Quieto, tartamudo, ele se conformava. Mas o pote da paciência se encheu e ele disse: “Quer filho, saia por aí”. Pois ela não cultivou dúvidas.
– A bruxa foi atrás de outro castelo – comentava-se pelas várzeas, grotas e chapadas.
Só, naquele fundo de serra, onde o vento assobiava, Onévio ficou mais sombrio. Pensava nela. A cabeça inchada, picada por marimbondos da bunda preta.
Tempos depois, num fim de tarde, Oslávia retornou. Estava mais feia, gasta, mas o olhar de ponta de faca continuava desafiador.
Onévio se alegrou. O amor rói a razão? Ruim com ela, pior sem ela. E dois anos se rasparam. Ofensas, discórdias, palavras duras. Mas ele gostava muito dela.
Então, novamente ela pegou a mala de couro gasta e partiu, desaforando céu e terra. Lá ficou Onévio, limpando o rastro de fel por ela deixado. O povo apimentava:
– O diabo não se aquieta nunca!
Esteve em Quadrínculo, no meretrício. Um ou outro a procurava. A feiúra assustava, embora disfarçada por grossas camadas de pó de arroz e batons carmesins. Uma novata estava para ganhar a criança. Oslávia a tratava como filha, bondosa como nunca. Quando a criança completou três meses, ela o raptou e foi assim que ela retornou, num dia de muita chuva, ao sitiozinho do pé da serra.
Viveram dias felizes. Uma criança renova a esperança e recria o futuro. O passado se torna pó. O arco-íris cortava o céu de lado a lado.
Veio a polícia e a levou num jipe, a criança também. Ela chorava e sua feiúra metia espanto. Julgada, cumpriu seis anos de reclusão em Sarandi. Segurava com força uma boneca magricela descabelada. 
Quanto voltou, estava acabada. Nem notou o olhar feliz de Onévio. Não havia nenhum arco-íris no céu. Nuvens baixas, pesadas, enegrecidas, prestes a desabar, com ribombos de trovões ensudecedores. De lá, não saiu mais. Passou o resto da vida segurando a mesma boneca magricela descabelada. Foi enterrada no quintal, sem rezas nem loas. Nem os tatus quiseram revirar a cova.
Onévio continuava esperando sua volta...

Amarração Canguru Frente


Posição ergonômica no wrap - bebê em posição verticalizada com vias aéreas livres, coluna em "C" e posição "M" formada entre a bacia, quadris, joelhos e tornozelos, com apoio de toda a parte anterior do corpo do bebê no corpo de quem carrega, respeitando a hipertonia anterior e com menor deslocamento do centro de gravidade do adulto. Pernas e pés para fora do carregador.

Momento carreira por Ana Carol Cunha

Quero muito atuar em uma área que não existe muita demanda hoje, mas quero que as pessoas conheçam. 
Por onde começar? 
Para você ser reconhecido, o imprescindível é você criar repertório, ou seja, criar conteúdo, experiências que fazem com que você se torne autoridade no tema. 
E como pode fazer isso? 
Aqui algumas dicas: 
- Dando aulas, palestras, treinamentos; 
- Participando de grupos, para falar sobre sua ideia; 
- Criar conteúdos em blog, redes sociais, artigos. 
E tem muitas outras formas. 
A única coisa que lhe digo, não desista! 
O retorno pode demorar para acontecer, mas ele vai acontecer!!

Osho

sábado, 1 de junho de 2019

Na Feira do Livro Joinville... Palestra "Cultivando relacionamentos saudáveis"

Fui demitido!

Fui demitido! E agora? Se você ainda não foi demitido, em algum momento da sua vida profissional isso pode acontecer. E antes de entrar em desespero, penso que o mais interessante é avaliar todo o contexto que lhe é apresentado. Como por exemplo: - Situação envolvida (motivo do desligamento) - Quais alternativas você tem? Muitas vezes (e não é exagero no muitas), atendi profissionais que vivenciaram este momento, e passado o período de frustração, perceberam que foi uma ótima oportunidade. Pois, ou eles nunca pediriam para sair e já havia "dado seu tempo na empresa"; ou a saída lhe proporcionou entrar em contato consigo mesmo, e começar a trabalhar para sua evolução. E sem considerar que pode surgir neste meio tempo, uma ótima oportunidade. Sim, se você for demitido vai ficar com raiva, triste, frustrado, decepcionado. É extremamente natural (até mesmo para aqueles que pedem para serem desligados). Porém é uma fase, o que nós psicólogos chamamos de fase de luto. Depois disso, você perceberá seus ganhos. Tudo que acontece em nossa vida tem um ganho. Mesmo que seja para "nos dar um tapa na cara". 

Por Ana Carol CunhaEspecialista em Carreira e Recolocação Profissional | Coach | Psicóloga | Headhunter

Bolshoi convida...

Tutorial sobre sling


Sling de argolas confortável e seguro desde o primeiro dia, passo a passo:
1. Verifique que o tecido está bem organizado nas argolas, e que temos espaço suficiente para acolher o bebê dentro do pano, sem ficar muita folga.
2. Pegue o bebê na posição fisiológica de sapinho ou côcoras, enrolado/agrupado.
3. Passe os pezinhos dele pelo pano até eles sairem por baixo. Siga mantendo o bebê enrolado na posição fisiológica.
4. Mantenha o pano agrupado desde um joelho até o outro joelho do bebê, deixando cair o bumbum mais baixo, de forma que o bumbum impede de ver o pano lá embaixo (bebê segue acocorado).
5. Com o bebê bem posicionado, localizamos a borda superior do tecido e a abrimos até a altura das orelhas para o tecido, bem esticado, dar suporte a todas as costas, inclusive ao pescoço. Verifique que não ficam preguinhas de tecido pelas costas do bebê ou lá no pescoço.
6. O pano sobrante fica todo embaixo, ele irá fazer uma bolsa/assento entre o bebê e o nosso corpo. Isso o impede de cair por baixo. Os joelhos precisam estar mais altos que o bumbum.
7. Ajustamos o pano nas argolas, preguinha por preguinha, começando pela borda que ajusta a cervical do bebê, até passar apenas um dedo nosso entre o tecido e o pescoço do bebê.
8. Seguimos com as demais pregas, ajustando todo o pano de forma que não fiquem frouxos nas costas do bebê, até chegar na última borda, que vai segurar os joelhos do bebê mais levantados que o bumbum (côcoras).
9. Verificamos que as argolas ficam altas, perto do nosso ombro, o pano sem frouxos e bem tensionado, o bebê a altura dos nossos beijos e na posição fisiológica de cócoras ou sapinho, com o peso no bumbum, os joelhos mais altos (perninhas formando um "M), a coluna arredondada em forma de "C" é um bom bolso/assento de tecido entre ele e o seu corpo.
Tutorial realizado por Elena de Regoyos, coordenadora da escola de assessoras de Babywearing, Bebê no Pano.

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"O que mata um jardim não é o abandono. 
O que mata um jardim é esse olhar de quem por ele passa indiferente... 
E assim é com a vida, você mata os sonhos que finge não ver."

sexta-feira, 31 de maio de 2019

No Casulo é assim...

O CEI Casulo da Borboleta é uma escola? 
As crianças fazem atividades? 
Aprendem conhecimentos históricos e científicos? 
Sim, claro!


Toda criança tem sede por aprender, valorizamos isso. 
A diferença é que nossa prática permite o protagonismo das crianças, 
considera seus interesses e respeita seu tempo!

Conselho Municipal dos Direitos da Mulher convida...