domingo, 22 de março de 2020
Um novo movimento surge no planeta
Há muitos anos vimos anunciando a chegada de uma Nova Era.
Com mudança total de Paradigmas.
Novas maneiras de ver a vida, novas maneiras de ver o mundo, novas maneiras de se ver.
Há muito tempo a humanidade vem se desviando de seu propósito maior, focada numa vida excessivamente materialista e individualista, usando a tecnologia para criar uma solidão coletiva.
Se observarmos bem a história da humanidade, vamos perceber que os momentos de crise coletiva quebram todos os paradigmas, obrigam que sejam criadas novas soluções e unem as pessoas para que juntas possam melhor enfrentar as adversidades.
Estamos diante de uma nova oportunidade dessas.
É hora de crescermos...
Em Consciência, Solidariedade e Amor.
Trouxe a necessidade urgente de tomarmos consciência de que:
Todos somos um e que cada um de nós tem um papel fundamental no bem estar e, até mesmo, na sobrevivência do outro.
Veio trazer de volta o amor e a solidariedade a essa humanidade tão insensível a dor do outro.
Veio trazer a consciência de que a sobrevivência de um é a sobrevivência de todos.
Veio provar de forma prática o que a física quântica nos diz há uma centena de anos:
"Cada um de nós é uma parte essencial do todo que representa a humanidade".
Cada um tem um papel imprescindível nesse todo e cada atitude ou pensamento nosso se reflete no coletivo.
Este momento representa um chamado para a União e a Solidariedade.
Um chamado também para a Consciência e a Responsabilidade Coletiva.
E para uma urgente avaliação quanto ao rumo que estávamos tomando enquanto coletividade.
Representa uma parada no tempo frenético em que estávamos inseridos para um balanço interno.
Com mudança total de Paradigmas.
Novas maneiras de ver a vida, novas maneiras de ver o mundo, novas maneiras de se ver.
Há muito tempo a humanidade vem se desviando de seu propósito maior, focada numa vida excessivamente materialista e individualista, usando a tecnologia para criar uma solidão coletiva.
Se observarmos bem a história da humanidade, vamos perceber que os momentos de crise coletiva quebram todos os paradigmas, obrigam que sejam criadas novas soluções e unem as pessoas para que juntas possam melhor enfrentar as adversidades.
Estamos diante de uma nova oportunidade dessas.
Não podemos ingressar numa "Nova Era", numa energia de 5° dimensão, praticando valores de 3° dimensão.
A hora da mudança chegou.
A hora da mudança chegou.
É hora de crescermos...
Em Consciência, Solidariedade e Amor.
Tornamo-nos coletivamente tão insensíveis aos outros, à natureza, aos animais, vivendo feito robôs, completamente imersos no imediatismo, no plano material, que perdemos a capacidade de apreciar o belo, de nos tocarmos com a inocência e a pureza de uma criança, de nos conectarmos novamente com nosso interior.
Isso veio para dar uma sacudida e mudar radicalmente nossa vida.
Isso veio para dar uma sacudida e mudar radicalmente nossa vida.
Veio nos fazer parar nosso movimento frenético e olhar para dentro.
Veio nos fazer enxergar outros caminhos, outros valores.
Veio nos mostrar que precisamos uns dos outros.
Veio nos fazer enxergar que sozinhos nada somos.
Veio nos fazer enxergar outros caminhos, outros valores.
Veio nos mostrar que precisamos uns dos outros.
Veio nos fazer enxergar que sozinhos nada somos.
Trouxe a necessidade urgente de tomarmos consciência de que:
Todos somos um e que cada um de nós tem um papel fundamental no bem estar e, até mesmo, na sobrevivência do outro.
Veio trazer de volta o amor e a solidariedade a essa humanidade tão insensível a dor do outro.
Veio trazer a consciência de que a sobrevivência de um é a sobrevivência de todos.
Veio provar de forma prática o que a física quântica nos diz há uma centena de anos:
"Cada um de nós é uma parte essencial do todo que representa a humanidade".
Cada um tem um papel imprescindível nesse todo e cada atitude ou pensamento nosso se reflete no coletivo.
Este momento representa um chamado para a União e a Solidariedade.
Um chamado também para a Consciência e a Responsabilidade Coletiva.
E para uma urgente avaliação quanto ao rumo que estávamos tomando enquanto coletividade.
Representa uma parada no tempo frenético em que estávamos inseridos para um balanço interno.
Representa o despertar de uma nova consciência coletiva pautada em valores que dignificam o ser humano, que levam toda uma sociedade ao crescimento.
Só estarei bem se o outro estiver bem.
Estamos vendo brotar de novo em várias partes do mundo os gestos de amor.
Vamos focar no lado positivo de tudo o que estamos vivendo.
Não vamos nos permitir ceder ao pânico coletivo.
Só estarei bem se o outro estiver bem.
Estamos vendo brotar de novo em várias partes do mundo os gestos de amor.
Vamos focar no lado positivo de tudo o que estamos vivendo.
Não vamos nos permitir ceder ao pânico coletivo.
Viver em 5° dimensão é criar a partir do foco da sua própria consciência.
Fazer o melhor possível com o que você dispõe no momento presente.
Dar o seu melhor em todos os instantes.
É hora de nos perguntarmos:
* Em que mundo queremos viver daqui para a frente?
Fazer o melhor possível com o que você dispõe no momento presente.
Dar o seu melhor em todos os instantes.
É hora de nos perguntarmos:
* Em que mundo queremos viver daqui para a frente?
* Que tipo de humanidade queremos construir?
Vamos ficar com aquilo que esse momento de desafio está trazendo de bom.
Juntos e focados na positividade temos melhores condições de vencer esse desafio.
E no momento certo o sol vai brilhar para todos nós!
E no momento certo o sol vai brilhar para todos nós!
sábado, 21 de março de 2020
Por Pe. Richard Hendrick da Ordem Franciscana da Imaculada Conceição
"Sim, há medo.
Sim, existe isolamento.
Sim, há compras de pânico.
Sim, há doença.
Sim, existe até a morte.
Mas,
Dizem que em Wuhan depois de tantos anos de barulho
Você pode ouvir os pássaros novamente.
Dizem que depois de apenas algumas semanas de silêncio
O céu não está mais cheio de fumaça
Mas azul e cinza e claro.
Dizem que nas ruas de Assis
As pessoas estão cantando umas para as outras através dos quarteirões vazios
Mantendo as janelas abertas
para que aqueles que estão sozinhos possam ouvir os sons das famílias ao seu redor.
Dizem que um hotel no oeste da Irlanda,
Está oferecendo refeições gratuitas e entrega em domicílio.
Hoje uma jovem que eu conheço
está ocupada espalhando panfletos com o número dela pelo bairro
Para que os idosos possam ter alguém para chamar.
Hoje igrejas, sinagogas, mesquitas e templos
estão se preparando para receber e abrigar os sem-teto, os doentes, os cansados...
Em todo o mundo, as pessoas estão desacelerando e refletindo.
Em todo o mundo, as pessoas estão olhando para seus vizinhos de uma nova maneira.
Em todo o mundo, as pessoas estão acordando para uma nova realidade.
Quão grande somos realmente.
Quão pouco controle realmente temos.
Para o que realmente importa.
Amar.
Então oremos e lembremos que
Sim, há medo.
Mas não precisa haver ódio.
Sim, existe isolamento.
Mas não precisa haver solidão.
Sim, há compras de pânico.
Mas não precisa haver maldade.
Sim, há doença.
Mas não tem que haver doença da alma.
Sim, existe até a morte.
Mas sempre pode haver um renascimento do amor.
Acorde com as escolhas que você faz sobre como viver agora.
Hoje respire.
Ouça, por trás dos ruídos que fabricam seu pânico:
Os pássaros estão cantando novamente
O céu está clareando,
A primavera está chegando,
E sempre somos envolvidos pelo amor.
Abra as janelas da sua alma
E embora você não possa tocar ninguém através das ruas vazias:
Cante."
Sim, existe isolamento.
Sim, há compras de pânico.
Sim, há doença.
Sim, existe até a morte.
Mas,
Dizem que em Wuhan depois de tantos anos de barulho
Você pode ouvir os pássaros novamente.
Dizem que depois de apenas algumas semanas de silêncio
O céu não está mais cheio de fumaça
Mas azul e cinza e claro.
Dizem que nas ruas de Assis
As pessoas estão cantando umas para as outras através dos quarteirões vazios
Mantendo as janelas abertas
para que aqueles que estão sozinhos possam ouvir os sons das famílias ao seu redor.
Dizem que um hotel no oeste da Irlanda,
Está oferecendo refeições gratuitas e entrega em domicílio.
Hoje uma jovem que eu conheço
está ocupada espalhando panfletos com o número dela pelo bairro
Para que os idosos possam ter alguém para chamar.
Hoje igrejas, sinagogas, mesquitas e templos
estão se preparando para receber e abrigar os sem-teto, os doentes, os cansados...
Em todo o mundo, as pessoas estão desacelerando e refletindo.
Em todo o mundo, as pessoas estão olhando para seus vizinhos de uma nova maneira.
Em todo o mundo, as pessoas estão acordando para uma nova realidade.
Quão grande somos realmente.
Quão pouco controle realmente temos.
Para o que realmente importa.
Amar.
Então oremos e lembremos que
Sim, há medo.
Mas não precisa haver ódio.
Sim, existe isolamento.
Mas não precisa haver solidão.
Sim, há compras de pânico.
Mas não precisa haver maldade.
Sim, há doença.
Mas não tem que haver doença da alma.
Sim, existe até a morte.
Mas sempre pode haver um renascimento do amor.
Acorde com as escolhas que você faz sobre como viver agora.
Hoje respire.
Ouça, por trás dos ruídos que fabricam seu pânico:
Os pássaros estão cantando novamente
O céu está clareando,
A primavera está chegando,
E sempre somos envolvidos pelo amor.
Abra as janelas da sua alma
E embora você não possa tocar ninguém através das ruas vazias:
Cante."
Coronavírus no Brasil em 2020? por Milton Maciel
Nada disso! Isto foi em 1919...
Isto aconteceu 101 anos atrás, em 1919, durante a pandemia da GRIPE ESPANHOLA no Brasil. Leia o texto: “Os períodos de periculosidade de infecção levaram à imposição de medidas sanitárias: Foram fechadas escolas, estabelecimentos comerciais, cinemas, cabarés, bares; festas populares e partidas esportivas foram proibidas, tudo isso para evitar a aglomeração de pessoas. Pois as atividades que exigiam maior contato interpessoal aumentavam as chances de contaminação. Foram meses em que a vida social limitou-se ao mínimo.” A pandemia matou mais de 35 mil pessoas no país. Entre elas, o presidente do Brasil, Rodrigues Alves (foto), que estava no fim do mandato e reeleito para um segundo termo. Não chegou a tomar posse.
sexta-feira, 20 de março de 2020
Cuidem-se
"Eu não sou grupo de risco.
Mas meus pais, meus tios e minha avó
(que eu vejo semanalmente) são.
Eu não sou grupo de risco,
mas tenho colegas de trabalho com familiares
passando por quimioterapia, radioterapia, etc.
Eu não sou grupo de risco,
mas tenho amigos que, por diversos motivos,
possuem imunidade comprometida.
Eu não sou grupo de risco,
mas a minha vizinha, a caixa do mercado, o balconista
da farmácia podem ser ou ter pessoas próximas que são.
Eu não sou grupo de risco,
mas estou evitando sair de casa.
Estou evitando aglomerações.
Estou evitando ambientes fechados.
Eu não sou grupo de risco.
Mas o meu próximo pode ser.
É pelo meu próximo que me cuido.
Por cada mãe com um filho imunocomprometido,
por cada pessoa com um pai debilitado,
por cada pessoa em tratamento.
Isso se chama consciência.
Isso se chama prevenção.
Isso se chama amor ao próximo.
Isso se chama responsabilidade."
Dica (saúde)
Dica de um ortopedista como medida preventiva do Coronavírus:
na rua tudo o que você precisar tocar
(botão do elevador, maçanetas, corrimãos, transporte público, supermercados...)
toque com a sua mão NÃO dominante!
A probabilidade de você levar a mão ao rosto com a canhota
é muito menor do que com a destra e vice versa.
Parece pouco mas na Coréia do Sul, país que teve um dos melhores resultados
no combate ao Covid 19, foi muito difundida essa prática.
quinta-feira, 19 de março de 2020
Por Murilo Lense (um brasileiro que mora em Portugal)
Há 2 anos a língua é a mesma, mas é outra.
Há 2 anos os piás são putos, a galera é malta e mina gata é miúda gira.
A bera é jola, o litrão é litrosa e a tampinha é carica.
Há 2 anos ter graça é ter piada, uma parada é uma cena e se for massa é porreira.
Há 2 anos o pique é pica e a pica é pila, as bolas são tomates
e as gurias, ou melhor, as raparigas têm pipi e usam cueca.
Há 2 anos os maloqueiros são mitras, os nerds são cromos, as piriguetes são porquitchonas
os mauricinhos são betos e os puxa-sacos são lambe-cus.
No futebol?
Baliza, balneário, relvado, guarda-redes, pontapé, plantel, claques, adeptos, remate, golooooo!
Só se fala a mesma língua nos pés.
Há 2 anos moto é mota, carona é boleia e kombi é pão de forma.
Privada é sanita, cocô é cocó e descarga é autoclismo.
Bituca é beata, seda é mortalha e chapado é mocado.
Carpete é alcatifa, isopor é esferovite e estilete é “xisato”.
Um bobo é um parvo, um tolo é um totó e o totó... matraquilhos.
E se acha que eu tô enchendo linguiça, tá enganado.
Aqui, o que se enche é o chouriço.
E os pratos têm bom aspeto e sabem bem.
Há 2 anos o aqui é cá e o até mais é até já
e se calhar eu já sei diferenciar o pá do epá do opá e do elaaa!
Aqui, posso dizer “vou ter contigo” e “estou a gozar” até mesmo para uma freira.
E dizer “foda-sssee!”, bem, é diferente.
E há coisas que fazem mais sentido como o termo ser “perdidos & achados”, e não “achados & perdidos”.
Há 2 anos o mixuruca é manhoso, e o fuleiro é chunga.
Um trilhão é um bilião, lugar é sítio, sítio é quinta e um lugar qualquer, algures.
E se tá achando este textão um saco, sinto muito, mas aqui se diz “uma seca”.
Se quiser, mande uns pitacos, digo, bitaites.
E se não gostou, eu tô nem aí. Ou melhor, estou-me a borrifar.
É claro que viver cá nem sempre é fácil. Às vezes é um bocado lixado, tás a ver?
Haja paciência, ou melhor, pachorra. Mas geralmente é mesmo bué da fixe!
Então, se quiser vir a Portugal, esteja à vontade mas lembre-se que “à vontade não é à vontadinha”.
E prepare-se para uma experiência do caraças.
Porque nestes 2 anos eu percebi que a língua pode até ser a mesma, mas é outra.
E que eu posso até ser o mesmo, mas já sou outro.
Há 2 anos os piás são putos, a galera é malta e mina gata é miúda gira.
A bera é jola, o litrão é litrosa e a tampinha é carica.
Há 2 anos ter graça é ter piada, uma parada é uma cena e se for massa é porreira.
Há 2 anos o pique é pica e a pica é pila, as bolas são tomates
e as gurias, ou melhor, as raparigas têm pipi e usam cueca.
Há 2 anos os maloqueiros são mitras, os nerds são cromos, as piriguetes são porquitchonas
os mauricinhos são betos e os puxa-sacos são lambe-cus.
No futebol?
Baliza, balneário, relvado, guarda-redes, pontapé, plantel, claques, adeptos, remate, golooooo!
Só se fala a mesma língua nos pés.
Há 2 anos moto é mota, carona é boleia e kombi é pão de forma.
Privada é sanita, cocô é cocó e descarga é autoclismo.
Bituca é beata, seda é mortalha e chapado é mocado.
Carpete é alcatifa, isopor é esferovite e estilete é “xisato”.
Um bobo é um parvo, um tolo é um totó e o totó... matraquilhos.
E se acha que eu tô enchendo linguiça, tá enganado.
Aqui, o que se enche é o chouriço.
E os pratos têm bom aspeto e sabem bem.
Há 2 anos o aqui é cá e o até mais é até já
e se calhar eu já sei diferenciar o pá do epá do opá e do elaaa!
Aqui, posso dizer “vou ter contigo” e “estou a gozar” até mesmo para uma freira.
E dizer “foda-sssee!”, bem, é diferente.
E há coisas que fazem mais sentido como o termo ser “perdidos & achados”, e não “achados & perdidos”.
Há 2 anos o mixuruca é manhoso, e o fuleiro é chunga.
Um trilhão é um bilião, lugar é sítio, sítio é quinta e um lugar qualquer, algures.
E se tá achando este textão um saco, sinto muito, mas aqui se diz “uma seca”.
Se quiser, mande uns pitacos, digo, bitaites.
E se não gostou, eu tô nem aí. Ou melhor, estou-me a borrifar.
É claro que viver cá nem sempre é fácil. Às vezes é um bocado lixado, tás a ver?
Haja paciência, ou melhor, pachorra. Mas geralmente é mesmo bué da fixe!
Então, se quiser vir a Portugal, esteja à vontade mas lembre-se que “à vontade não é à vontadinha”.
E prepare-se para uma experiência do caraças.
Porque nestes 2 anos eu percebi que a língua pode até ser a mesma, mas é outra.
E que eu posso até ser o mesmo, mas já sou outro.
quarta-feira, 18 de março de 2020
Covid19 e o amor
"Um único homem, uma só criatura, transmitiu um vírus que, em 102 dias
(1 de dezembro de 2019 - 12 de março de 2020), atingiu 130.164 pessoas, matando 4.754.
Tudo começou num único homem, numa só criatura.
Mais do que qualquer outra análise que possamos fazer, este contágio galopante
mostra-nos a influência que cada ser individual tem em milhares de milhões.
Um, em 102 dias, contagiou 130.164 pessoas.
Um, sozinho, fez estremecer o planeta, fechar fronteiras, monitorizar governos,
segregar pessoas, amedrontar consciências, trancar portas, esvaziar esperanças.
A influência de um único homem, a consequência da ação de uma só criatura,
na vida do mundo inteiro.
Eu, tu, que somos um único homem, uma só criatura, temos o poder de atingir
e condicionar o comportamento de 7 mil milhões de pessoas.
É assustador.
Eu, tu, somos a borboleta que bate asas na China e causa uma tragédia no mundo inteiro.
É aterrador.
Desta vez, foi o vírus errado, o Covid19. Imagina quando for amor.
É possível." (Autor desconhecido)
terça-feira, 17 de março de 2020
O bonito depoimento de uma brasileira residente em Roma
Caros amigos,
Essa é nossa segunda semana de quarentena coletiva em Roma. Primeiro foram as escolas e muita gente passou a trabalhar em casa, deixar as crianças com os avós não é uma opção. Fomos orientados a não sair e evitar lugares fechados e aglomerados.
Até que essa semana o governo “fechou” a Itália.
Agora somos autorizados a sair apenas para trabalhar (os que ainda saem para trabalhar), fazer compras ou ir para o hospital. Nada mais.
A natação e a capoeira das crianças estão fechadas, o dentista desmarcou a consulta do meu filho e sábado não vai ter o jogo do campeonato de futebol dele, a cia aérea cancelou minha passagem para Madrid, também não vai ter o show da Gal, a faculdade avisou que tampouco tem data para a próxima prova. As escolas já trabalham com a possibilidade de seguirem fechadas até maio.
O país inteiro fechou.
Nós também nos fechamos nesse novo arranjo doméstico porque eu ainda tenho que estudar, Gui ainda tem que trabalhar e Gael tem o cronograma da escola para cumprir. A professora tem nos orientado remotamente sobre o conteúdo de cada dia e nos vemos professores dos nossos filhos, ás voltas com o neolítico e os verbos auxiliares. Não sei o que seria de nós sem o Google.
Anita se encarrega de dar o toque de fim de mundo colocando a casa abaixo enquanto eu mando ela deixar Gael terminar o compiti de italiano.
Passamos o dia de pijama. Vi uma vizinha receber o correio de luvas, ninguém mais pega o mesmo elevador, sobe um vizinho de cada vez, é o protocolo.
Ontem fui ao mercado. Na rua, as poucas pessoas usavam luvas cirúrgicas e, na falta de máscara, lenço ou cachecol cobrindo o nariz. Fila na porta, todos respeitando a orientação de manter distância uns dos outros, a entrada contingenciada, mais gente fora do que dentro do mercado. Cinco de cada vez.
Ninguém reclama.
Pela primeira vez em seis anos não sou a única com carrinho lá dentro, os italianos, em geral, só compram o que podem carregar, mas agora estão fazendo dispensa e já faltam alguns produtos nas prateleiras. Um corredor para cada pessoa, ninguém se esbarra, o alto-falante fica repetindo para respeitarmos a distância mínima. Na volta pra casa, reparo o comércio fechado, os poucos cafés abertos espaçaram as mesas mas estão desertos. Estamos todos isolados em casa.
Ontem, depois do anúncio da OMS decretando a pandemia, outros países começaram a adotar as mesmas medidas para deter o avanço do vírus que, por menos letal que seja, contamina tanto que mata muito. Na maioria dos casos, idosos e pessoas com imunidade baixa e doenças pregressas. Mas não só elas.
A flor no asfalto é a solidariedade. Não vejo, entre as pessoas de meu convívio, pânico de ficar doente ou medo pelas nossas crianças que, ao que parece, não são páreo para o coronavírus. Mas estamos todos cuidando de quem não tem defesas suficientes para ele. Eu cuido do morador de rua que dorme no frio, embaixo da marquise do meu prédio, das senhorinhas que cumprimento no mercado, do senhor da loja de molduras. E, aqui em Roma, essas pessoas viraram a prioridade de todos. Pensamos coletivamente numa onda de cuidado com o outro, esse desconhecido, que eu nunca tinha vivido antes. As crianças aprenderam a “tossir nos cotovelos” e o fazem até em casa. Foram ensinadas que são estratégicas para conter a ameaça.
É triste, mas também é bonito, sabem?
Como escreveu por aqui meu amigo Francesco, não há saída que não passe pela reconstrução paciente de uma resposta coletiva aos desafios. Talvez seja didático estarmos vivendo, todos, ao mesmo tempo, essa crise. Fica evidente que o engajamento de cada um de nós, pessoa a pessoa, é a melhor, se não a única, defesa diante a pandemia. Ninguém pode dar-se ao luxo de ser negligente. Acho que ficaremos com um aprendizado importante depois que tudo isso passar.
Também pela primeira vez testamos uma nova organização do trabalho. Ao mesmo tempo pessoas do mundo todo estão trabalhando de casa, empresas e repartições com carga horária e staff reduzidos. Talvez esteja sendo estabelecido um novo paradigma. Ainda não sabemos qual será o saldo, a história nos ensina que evolução nem sempre é progresso. Mas eu, que não posso evitar a esperança, acredito que tiraremos proveito desses dias de isolamento, quando não podemos sequer nos abraçar, tocar e beijar. E, apesar disso, acredito que esse vírus também possa desencubar a humanidade em nós.
Mas faremos esse balanço depois.
Por hora, lavem as mãos, ensinem as crianças, cuidem dos idosos e, se puderem, amigos, fiquem em casa. E mandem seus funcionários para casa. Não viajem. É preciso identificar e curar os que contraíram a doença antes que ela se espalhe. O vírus já está aí, no nosso Brasil, não o subestimem. Cobrem das autoridades, não acreditem em quem diz que “é só uma gripe”, - eu já fui essa pessoa - não é! Não paguem para ver porque o preço é a vida dos mais frágeis entre nós. As teorias conspiratórias só distraem até que os médicos comecem a escolher quem, entre os necessitados, irão entubar. Até que morra a avó de um amiguinho dos nossos filhos. Até que o colega de trabalho safenado fique entre a vida e a morte numa UTI.
O momento não é de pânico, mas de cuidado e responsabilidade. E união e solidariedade.
Essa mensagem é também um agradecimento pela preocupação e carinho que tenho recebido nos últimos dias. Muito obrigada, aqueceu meu coração nesse inverno que ainda persiste por aqui. Mas estamos todos diante o mesmo desafio, meus caros, é preciso assumir esse compromisso.
Há um mês a China era longe, há três semanas a Lombardia também era. Quando começou a quarentena eu também me revezava, junto com outras mães e pais, nos grupos de WhatsApp, entre o desespero de ter que encaixar as crianças, de repente, nos compromissos dos dias úteis e os memes - como nós, os italianos também reagem com bom humor às adversidades. Hoje, em Roma, já não podemos ignorar que o mundo diminuiu e que hoje somos todos vizinhos.
Desejo que meus conterrâneos não deem chance para a doença no calor de nossa terra.
Cuidem-se. Uns dos outros. Fiquem firmes. Sairemos melhores dessa.
segunda-feira, 16 de março de 2020
Comunicado AJOTE
A AJOTE – Associação Joinvilense de Teatro vem a público informar que em função da pandemia do novo Coronavírus as apresentações do Verão Teatral 2020, programadas para serem realizadas em março, estão SUSPENSAS. Assim que a situação estiver normalizada, divulgaremos novas datas para a realização dos espetáculos.
Os ingressos já adquiridos pela internet e PDVs poderão ser reembolsados pelos espectadores ou utilizadas para troca por ingressos para novas apresentações promovidas pela AJOTE. Para o reembolso solicitamos entrar em contato pelo email contato@enjoyticket.com.br e/ou pelo telefone (47) 9 99780-0019.
Belchior
"Se você vier me perguntar por onde andei
No tempo em que você sonhava.
De olhos abertos, lhe direi:
- Amigo, eu me desesperava.
Sei que, assim falando, pensas
Que esse desespero é moda em 73.
Mas ando mesmo descontente.
Desesperadamente eu grito em português..."
domingo, 15 de março de 2020
The Wailers em Joinville
Domingo, dia 22 de março, às 20h
Pela primeira vez em Joinville "A Lendária Banda de Bob Marley".
Todos os clássicos do rei do Reggae em uma noite imperdível.
Show de abertura com a banda Raiz Vital.
Ingressos antecipados em Ticketcenter.com.br e no Café do Juarez no Centreventos.
O príncipe encantando de meia-idade por David Gonçalves
Saqueava corações e contas bancárias.
Conhecia seu alvo: mulheres ricas, divorciadas, solteironas ou viúvas abonadas. Tiro certo. Nada a esmo. Não gastava velas com outro tipo. Especializava-se. Se perdesse o alvo, tombaria na batalha do amor.
O detetive Deodoro, o Deodorim, um baixote de pernas curtas arqueadas, cabeça enterrada no tórax, quase anão, investigava-o há meses, contratado. Rondava-o, vigiava-o, compartilhava sua amizade.
Dizia-se fazendeiro em Goiás e Rondônia; dizia-se dono de empresas diversas, têxtil, informática e metalúrgica, em Joinville; dizia-se amante de boa música, de Noel Rosa a Mozart; dizia-se escritor, versejador e declamador, de Castro Alves a Vinícius de Morais.
Vestia-se bem, terno e gravata, sempre novos e bem-cuidados. Voz macia, cadenciada, canto de sereia, empoderada. Qual mulher carente de afeto não se dobraria diante de um príncipe encantado de meia-idade?
Este tipo de gente aproveitadora sempre existiu – raciocinava Deodorim. Já tivera casos parecidos. Mas a internet ampliara as possibilidades. Escolhia as vítimas pelos sites de relacionamento. Depois agia. Sem piedade.
Mariana divorciara-se. Feridas abertas. Anos confiando no casamento eterno. De repente, o eterno se fez em pedaços. Amealhara, entretanto, a metade da fortuna do ex-marido. Tinha o suficiente, e até sobrava, para viver até o fim.
Morava na mansão. Os dois filhos estudavam na Inglaterra e, dificilmente, voltariam ao Brasil. Achava-se perdida na quietude da bela mansão. Passara dos sessenta anos, e já arranhava os setenta. Sofria de reumatismo e dava passinhos curtos, como se pensasse a cada tentativa, apoiada numa bengala que ela não mostrava a ninguém. Estava um pouco esquecida. Sempre que visitava as amigas, esquecia alguma coisa: a bolsa, os óculos, os recados. Mudava a cor do cabelo: pintava de vermelho, rosa e preto. Passava ruge nas faces enrugadas e exagerava no rímel. Pintava as unhas de acordo com a cor do cabelo. Não usava blusa decotada para não mostrar o pescoço que parecia o de uma galinha depenada. As pernas – Deus, as varizes se multiplicando.
Vivia só – a questão. Solidão corrói como soda. Cheia de passado amargo. O ex vivia passarinhando moças bonitas. Ela, enfiada naquela mansão, passava o tempo navegando na internet. Foi assim que caiu nas graças do príncipe de meia-idade, o Brandão. Uma abelha experiente mas solitária no prato de melado.
Ah, quem diz que o amor morre na velhice? Mariana viu o fogo da paixão tardia queimar dentro do peito. Renovou-se. Fez cirurgias plásticas no rosto, nos seios, nas pernas. Tinha dinheiro. O que o amor não faz?
Viagens ao Caribe, à Europa, ao Nordeste. Que homem! Viviam como beija-flor. Diante das amigas, ela se gabava:
– Quero sugar o néctar até a última gota – e ria gostosamente.
Até que ele se queixou que estava sem crédito. Uma dívida na fazenda de Goiás o consumia, juros de bancos assassinos. Podia usar os cartões dela? Por que não tinham uma conta em conjunto? Precisava de cem mil, senão o juiz o prenderia. Pedidos tão doces, logo após os gozos. Quem não socorreria um príncipe de meia-idade prestes a rolar da ribanceira?
Tudo tão rápido. Então, ele fez uma viagem longa e não voltou. Esperava-o, ansiosa. Anunciou seu desaparecimento na internet. Foi, então, que outras vítimas surgiram, procurando o mesmo homem. Restavam a decepção, o ódio de si mesma, e as dívidas. Na delegacia, a lista das vítimas espalhadas pelo país.
Deodorim, o detetive quase-anão, demorou para achá-lo. Seguia-o pelos sites. Hackeava o Facebook, o Instagram, os e-mails. Mudava sempre de nome. Mas o estilo era o mesmo. Os alvos eram os mesmos.
Os dois estavam no bar, em Quadrínculo. O alvo: uma senhora que enviuvara há dois anos, podre de rica, inconsolavelmente só.
Estava diante dele, o príncipe que enfeitiçava as senhoras abonadas. Um senhor de respeito, memorável. Podia ser um embaixador, um senador, um cidadão de respeito. Deodorim, após bebericar e apreciar a majestade, foi à Delegacia e o denunciou. Não houve resistência. Brotava dos lábios do príncipe um sorriso irônico e piedoso.
Ali terminava o seu serviço.
Mariana o pagou, emudecida. Deodorim dedicou-se a outros pequenos casos, sem brilho. O que recebera dava para viver modestamente por algum tempo.
Uma notícia o deixou perplexo: o príncipe de meia-idade estava solto. Alguém havia pago a soltura. Mas, quem? Mais perplexo ficou quando soube. Mariana arcara com as despesas e pagara a fiança. Procurou-os. Estavam no Caribe, renovando os votos de amor eterno.
– Esses saqueadores de corações e contas bancárias – resmungou, azedo.
sábado, 14 de março de 2020
ADIADO A Menina, a Mulher e a Anciã - Ana Paula da Silva e Clara da Silva
ADIADO - sem data definida!
A compositora e cantora catarinense Ana Paula da Silva estreia o show A Menina, a Mulher e a Anciã com sua filha Clara da Silva neste mês de março. Com uma sonoridade intimista as artistas apresentam suas composições, atuam com voz, violão e percussão customizando obras da cultura popular envolvidas em seu próprio viver. A nascente do show honra as fases do feminino, passeia pelos três momentos em verso, canto e criação. Florianópolis receberá o show dia 13 de março, Joinville, dia 20 e Itajaí, 21/3.
Sexta-feira, dia 20 de março de 2020, das 19h às 22h
Livraria O Sebo (Rua Dr. João Colin, 572)
Ingressos: www.sympla.com.br
Ana Paula da Silva é uma premiada cantora e compositora brasileira. Lançou seis álbuns até o momento um Dvd e um Songbook. Recebeu importantes prêmios entre eles: Melhor Cantora 2015 (SC), Melhor Cantora Regional no Prêmio da Música Brasileira 2017 (RJ) e como Artista no Prêmio Grão de Música em SP (2017). Seu álbum Raiz Forte foi considerado em vários sites e para alguns críticos musicais um dos melhores álbuns do ano em 2016. Entre 2017 e 2019 lançou seu DVD Canto da Cigarra. Atualmente finaliza seu mestrado em Processos Criativos onde irá produzir composições amparada na prática musical afro-brasileira de SC.
Clara da Silva tem 13 anos, atua como atriz, bailarina e compositora. Participa de shows desde os 6 anos de idade. Gravou no álbum Raiz Forte o Jongo ¨Amor pra dar e Receber¨. A menina moça também participou do DVD Canto da Cigarra. Adora filmes, andar de patins, açaí, brincar, dançar, ler, batuques e afins.
Em Itajaí e Joinville o cenário e o espaço irão receber a exposição das obras fotográficas de Andressa Corrêa. Projeto Feminino Livre.
Sobre "Joaninhas"
As joaninhas são consideradas trazedoras de muito boa sorte no cristianismo. A razão para tal é que se acredita que as joaninhas foram enviadas à Terra pela própria Virgem Maria. Como as joaninhas se alimentam de insetos menores como os pulgões, que são conhecidos como pragas destruidoras de plantações, a lenda mais comum é a de que a Virgem Maria teria enviado esses insetinhos vermelhos pintados à Terra como um presente a todos os agricultores. As joaninhas comeriam os pulgões e evitariam que as plantações fossem destruídas, garantindo que os lavradores teriam uma colheita farta.
Se você fosse ao campo e visse joaninhas na sua plantação, você saberia que a Virgem Maria estava desejando a você uma colheita farta. Por causa desta lenda, agricultores contavam esta história cativante às crianças (e às vezes, ainda contam): “Nunca mate uma joaninha, porque isso pode lhe trazer azar!” Pelo fato das joaninhas proporcionarem uma boa colheita aos agricultores, elas foram associadas à prosperidade e à abundância, já que era exatamente isso que elas traziam aos fazendeiros que tinham a sorte de ter joaninhas em suas terras.
As joaninhas também são associadas à boa sorte simplesmente por elas serem insetos “bons”, que não machucam ninguém, que pousam tranquilamente nas pessoas e caminham em seus braços ou pernas. Elas também, como citado acima, comem insetos menores que destroem plantações e causam más colheitas aos fazendeiros. Elas são insetos com boas intenções e por isso são associadas à boa sorte e à felicidade. Por isso, se uma joaninha pousar em você, acredita-se que boas coisas estão para lhe acontecer. Da mesma forma, também acredita que se uma joaninha pousar em algo seu, significa que irá ganhar outro igual ou melhor.
Quando esse simpático e delicado inseto escolhe seu dedo para pousar, isso quer dizer que você é um afortunado e tem direito a fazer um pedido. A direção em que ela voar indica de onde virá sua sorte, como diz O Livro Ilustrado dos Símbolos. Em inglês, a joaninha é chamada de beetle of our lady, besouro de Nossa Senhora. Esse nome teve origem na Idade Média, quando os agricultores pediram à Virgem Maria para salvar suas lavouras. Então, apareceram as joaninhas, que destruíram as pragas, atendendo ao pedido dos fiéis. Dizem que achar uma joaninha com mais de sete manchas é sinal de prejuízo. Com menos de sete, hora de boa colheita.
"Joaninha, fará bom tempo no domingo?" Se a joaninha voar antes que você possa repetir a pergunta três vezes, o tempo será bom no fim de semana. Esse insetinho encantador é considerado um sinal de boa sorte.
Uma das razões prováveis é que ele aparece sempre nos primeiros dias da Primavera.
Além disso, ele se alimenta de piolhos das plantas, afídeos (conhecidos como pulgões) e muitos outros insetos nocivos. Em alguns lugares chega a ser criado com essa finalidade. Há centenas de espécies de joaninhas, diferentes em tamanho bem como na cor e número de manchas no primeiro par de asas. Podem ter de 2 a 24 manchas.
No Verão, a joaninha voa o dia inteiro, de uma árvore para outra, de um flor para outra. Come um número incrível de insetos. No Inverno, em grupos grandes, hibernam debaixo de um pedaço de casca de árvore ou outro abrigo semelhante. Elas põem de três a cinqüenta ovos, nas costas das folhas. As larvas também se alimentam de afídeos. Quando atacadas, defendem-se de uma maneira particular: expelem um líquido de cheiro desagradável sobre o inimigo, que bate em retirada, enjoado.
Matar uma joaninha pode trazer azar e tristeza!
sexta-feira, 13 de março de 2020
Precisa de uma seção mais acessível para poder votar?
Dia 06 de maio é o prazo final para que o eleitor com deficiência
solicite transferência para uma seção eleitoral com acessibilidade.
Evite filas, não deixe para a última hora!
Procure um cartório eleitoral ou acesse www.justicaeleitoral.jus.br/eleicoes/prazo-final/ para saber mais.
Sabedoria de um xamã siberiano
1 - SILENCIE
Dedicar ao silêncio pelo menos uma hora por dia. Precisamos de silêncio tanto quanto de comunicação.
2 - VIVA
A Vida é tremendamente curta.
Não desperdice o tempo de vida com brigas, com blasfêmias ou por beber álcool.
Você pode fazer o bem, descansar, procriar...
Nova vida e fazer muitas outras coisas bonitas!
3 - ANDE NA CHUVA
A chuva pode governar sentimentos e emoções humanas.
Pode lembrar o homem de alguns momentos de sua vida, ou lavar as memórias.
A chuva é capaz de purificar.
Quando tudo dá errado, eu saio e caminho na chuva.
4 - CANTE
Se sua alma está doente, cante.
Cante o que você quiser.
Até a alma às vezes tem que desabafar.
5 - FAÇA
Se você decidiu fazer alguma coisa, não duvide de si mesmo.
O medo faz com que se desvie do caminho certo.
O medo é a principal ferramenta do mal.
Não perca a esperança se não tiver sucesso imediatamente.
Cada pequena vitória o aproxima do grande.
6 - TUDO ESTÁ CERTO
Não fique ressentido, é supérfluo.
Tudo o que acontece, acontece de acordo com a vontade do mundo espiritual.
E tudo corre bem.
7 - REVERENCIE
Você não pode coletar pedras que se assemelham a animais sem um ritual, isso pode levar a danos.
Se você encontrou tal pedra e quer levá-la consigo, volte-se para o espírito do lugar pedindo permissão e dê-lhe um presente.
Em seguida, cubra a pedra com um lenço branco e leve-a.
8 - CHORE
Para respirar mais facilmente, para não ter peso no coração, saiba chorar.
9 - OUÇA MÚSICA
Ouvindo música bonita, você limpa energias negativas.
A música é um tipo de meditação capaz de trazer a harmonia de volta à sua vida.
10 - RESPEITE
Se você quer ser respeitado, respeite os outros.
Para o bem você responde com o bem, e para a má resposta com a indiferença.
Uma pessoa má sofrerá mais se vir que você a ignora.
Dedicar ao silêncio pelo menos uma hora por dia. Precisamos de silêncio tanto quanto de comunicação.
2 - VIVA
A Vida é tremendamente curta.
Não desperdice o tempo de vida com brigas, com blasfêmias ou por beber álcool.
Você pode fazer o bem, descansar, procriar...
Nova vida e fazer muitas outras coisas bonitas!
3 - ANDE NA CHUVA
A chuva pode governar sentimentos e emoções humanas.
Pode lembrar o homem de alguns momentos de sua vida, ou lavar as memórias.
A chuva é capaz de purificar.
Quando tudo dá errado, eu saio e caminho na chuva.
4 - CANTE
Se sua alma está doente, cante.
Cante o que você quiser.
Até a alma às vezes tem que desabafar.
5 - FAÇA
Se você decidiu fazer alguma coisa, não duvide de si mesmo.
O medo faz com que se desvie do caminho certo.
O medo é a principal ferramenta do mal.
Não perca a esperança se não tiver sucesso imediatamente.
Cada pequena vitória o aproxima do grande.
6 - TUDO ESTÁ CERTO
Não fique ressentido, é supérfluo.
Tudo o que acontece, acontece de acordo com a vontade do mundo espiritual.
E tudo corre bem.
7 - REVERENCIE
Você não pode coletar pedras que se assemelham a animais sem um ritual, isso pode levar a danos.
Se você encontrou tal pedra e quer levá-la consigo, volte-se para o espírito do lugar pedindo permissão e dê-lhe um presente.
Em seguida, cubra a pedra com um lenço branco e leve-a.
8 - CHORE
Para respirar mais facilmente, para não ter peso no coração, saiba chorar.
9 - OUÇA MÚSICA
Ouvindo música bonita, você limpa energias negativas.
A música é um tipo de meditação capaz de trazer a harmonia de volta à sua vida.
10 - RESPEITE
Se você quer ser respeitado, respeite os outros.
Para o bem você responde com o bem, e para a má resposta com a indiferença.
Uma pessoa má sofrerá mais se vir que você a ignora.
quinta-feira, 12 de março de 2020
Quer transferir seu local de votação para as próximas eleições?
Dia 06 de maio é o prazo final para mudar seu domicílio eleitoral,
ou seja, transferir seu título para outro município.
Para isso, procure um cartório eleitoral!
Acesse www.justicaeleitoral.jus.br/eleicoes/prazo-final/ para saber mais.
Acesse www.justicaeleitoral.jus.br/eleicoes/prazo-final/ para saber mais.
Educação Não Violenta
"Educar fala muito sobre nós. Sobre as nossas dores, as nossas alegrias, a nossa infância, a nossa solidão. O grito fala sobre a nossa sobrecarga, sobre a rotina que atropela, sobre o estresse no trabalho, sobre sonhos desfeitos. As palmadas falam sobre a nossa falta de estratégias, sobre a nossa pouca capacidade de diálogo. A capacidade de aprendizado da criança não acaba, a nossa regulação emocional sim. E o descontrole, a falta de habilidade de lidar com a raiva, a vontade de fugir da frustração saem em forma de berro e tapa. E dizer que a dor de quem bateu é maior que a de quem apanhou fala da incapacidade de assumir a responsabilidade pelo que fazemos, pelo que sentimos e vivemos. É mentira dita pra não desabar. O "para de chorar" fala de nossos choros presos. Das lágrimas que acumulamos desde a infância. Dos abraços que não recebemos, do acolhimento que não sabemos de onde tirar porque não o temos dentro de nós. Das lágrimas que queremos derramar pelos planos frustrados, pelo cansaço, pelos dias que parecem repetições de um filme ruim, pela falta de rede de apoio. A falta de tempo para escutar os nossos filhos fala sobre as palavras que engolimos, sobre incapacidade de escutar a si, sobre o padrão social de desconsiderar o poder do diálogo. Sobre o nosso próprio silenciamento. Não é sobre eles. Os comportamentos das crianças são gatilhos para as dores que já estão em nós. Os nossos comportamentos são responsabilidade nossa. E enquanto a gente oscila entre culpar as crianças terríveis e difíceis que trouxemos ao mundo e culpar a nós mesmos - culpa e responsabilidade não são a mesma coisa e nós não precisamos da primeira - não aprendemos a reconhecer e lidar com esses gatilhos. Não aprendemos a nomear as nossas dores e não descobrimos estratégias para lidar com elas. Educar fala sobre nós. Sobre nossas limitações, sobre as nossas potencialidades. Educar é escola, é crescimento, é aprendizado. Educar pode ser fonte de transformação: nossa, deles, do mundo. Educar é autoconhecimento e cura. Não é sobre punições e estrelinhas de bom comportamento. Fala muito mais sobre nós que sobre eles. No próximo grito, no próximo descontrole, na próxima impaciência, escute a si mesmo. O que o seu comportamento tem falado sobre você?" Texto: Elisama Santos.
quarta-feira, 11 de março de 2020
Tribunal Superior Eleitoral - TSE comunica...
Dia 06 de maio é o prazo final para tirar seu título de eleitor.
Se você completa 18 anos até dia 04 de outubro, o voto é obrigatório.
Para maiores de 16 anos, é facultativo.
Evite filas, não deixe para a última hora!
Procure um cartório eleitoral ou acesse www.justicaeleitoral.jus.br/eleicoes/prazo-final/
para saber mais.
Instituto TeApoio em Criação Consciente
Tem dias que você vai ver seu filho dormindo e vai ter vontade de acordar, só para dar um beijinho. E tem dias que você vai fazer de tudo para ele dormir mais cedo, só para você poder ter um respiro, um tempinho para você.
E não tem nada de errado com isso. Amar os filhos não tem nada a ver com amar as tarefas da maternidade. Nunca vi mãe acordando animada para acudir a primeira crise de choro do filho ou ansiosa pela próxima troca de fraldas. A rotina de uma mãe pode ser muito cansativa física e emocionalmente. E na maior parte das vezes é mesmo. Tudo bem, então, sonhar com um tempinho para fazer coisas que não incluam os pequenos. É natural. E isso não quer dizer absolutamente nada sobre haver algum problema com você.
Saúde emocional também tem a ver com sabermos que somos feitos de nuances. E que nossas necessidades quando não estão atendidas, vão gerando um monte de sentimentos conflitantes. Relaxa. Está tudo bem!
terça-feira, 10 de março de 2020
Cristais
Os cristais são seres especiais que possuem um grande poder energético. Quando tratados com respeito, carinho e cuidados, se tornam grandes aliados em trabalhos holísticos e de curas do corpo físico, espiritual, mental e emocional. Para aproveitar ao máximo as propriedades terapêuticas dos cristais, é necessário saber programá-los, dessa forma, abrimos um canal de comunicação com eles, estimulando-os a cooperarem conosco e nos doar suas propriedades nos objetivos estabelecidos. Quando iniciamos essa comunicação, passamos a “conversar” com os cristais e percebemos, através dos pensamentos/intuição, orientações e respostas para as situações tratadas. É um caminho mágico e transformador o trabalho com cristais. Esses seres nos cativam e despertam em nós sentimentos puros e elevados.
Ao comprar um cristal, o primeiro passo é limpá-lo. Existem várias formas de limpar um cristal e acredito que a mais adequada é aquela que lhe cai bem ao coração. Os cristais são seres vivos. Expor os cristais, durante muito tempo, ao sol ou à luz da lua, pode ser prejudicial para as suas propriedades energéticas. Alguns, inclusive, podem perder sua coloração quando expostos à luz solar por muito tempo. Portanto, faça sempre uso da moderação e do bom senso. Outra questão delicada é deixar os cristais de molho em sal grosso. Algumas pedras se dissolvem e podem ter a sua estrutura alterada por causa dessa prática, se optar por esta prática seja moderada. Dentre os vários métodos que existem, uma maneira para limpá-los é em água corrente (rios e mares - se possível), colocando a intenção verdadeira de limpeza, visualizando o processo. Outra forma é enterrá-lo na terra por algumas horas e deixá-los energizar com a força da Mãe Terra. O importante é limpá-los sempre.
Após efetuar a limpeza energética do seu cristal, segure o cristal na mão e o imagine envolvido numa luz. Diga em voz alta: – Eu dedico este cristal ao mais elevado bem de todos. Que ele seja usado em nome da luz e do amor.
Segure-o entre suas mãos e sinta a energia que vai fortalecendo-se. Muitas vezes, é possível sentir ondas ou frio/calor nas mãos. Firme em sua mente a intenção para o qual deseja usá-lo e mantenha-se nesse estado por alguns minutos. Nesse momento, pode haver uma comunicação entre você e o cristal através de pensamentos espontâneos que surgem na mente ou através de sentimentos que brotam ao coração. Converse com o seu cristal, especifique qual o seu objetivo. Seja detalhista e claro para que ele compreenda seu objetivo e se estabeleça uma conexão entre vocês. Quando estiver sintonizado com o cristal, diga em voz alta: – Eu programo esse cristal para (descreva seu propósito).
Após esse momento, passe a carregar o cristal no bolso ou num local no qual você possa vê-lo com frequência. Durante alguns dias, veja-o de duas à três vezes, fortalecendo, através do pensamento, sua intenção para com ele. Caso sinta necessário, repita a programação mais algumas vezes.
Compreenda que os cristais são seres iluminados que possuem muitas propriedades curativas e transformadores, podendo trabalhar as nossas energias e nos auxiliar nos processos de cura e transformação. Saber usá-los é um processo que requer entrega e sentimento. Entre nessa aventura e descubra as maravilhas cristalinas!
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