E-mail: casulojoinville@gmail.com
quarta-feira, 4 de setembro de 2019
Frequência vibracional (parte 1)
Preste atenção ao que você se conecta. Vibração na física quântica significa que tudo é energia. Somos seres vibracionais. Cada vibração equivale a um sentimento e no mundo vibracional existem apenas duas espécies de vibrações: a positiva ou a negativa. Qualquer sentimento faz com que você emita uma vibração que pode ser positiva ou negativa. São sete as questões com as quais você deve prestar atenção:
✔️1ª – Os Pensamentos: Todo pensamento que você possui emite uma frequência para o Universo e essa frequência retorna para a origem, no caso, você! Então se você tem pensamentos negativos, de desânimo, tristeza, raiva, medo, isso tudo vai voltar para você. Por isso é tão importante que você cuide da qualidade dos seus pensamentos e aprenda a cultivar pensamentos mais positivos.
✔️2ª – As Companhias: As pessoas que estão a sua volta influenciam diretamente na sua frequência vibracional. Você é a média das 5 pessoas ao seu redor Se você está ao lado de pessoas alegres, determinadas, você também entrará nessa vibração, agora se você se cerca de pessoas reclamonas, fofoqueiras e pessimistas, tome cuidado! Pois elas podem estar diminuindo a sua frequência e como consequência te impedindo de fazer a lei da atração funcionar a seu favor.
Continua...
"Tributo ao Queen"
A Camerata Florianópolis, orquestra catarinense conhecida por seus espetáculos que misturam os gêneros erudito e popular, apresenta seu novo espetáculo, Tributo ao Queen, que teve sua estréia neste ano, em memoráveis shows em Florianópolis (Beira Mar e Teatro do CIC), agora em única apresentação no Teatro da Liga em Joinville no dia 14 de setembro. Com a mesma equipe que há 11 anos apresenta o programa de maior sucesso da orquestra, o Rock’n Camerata, o espetáculo foi concebido e começou a ser preparado no final de 2018, e visa prestar uma homenagem à banda inglesa de Rock/POP Queen, trazendo para este novo show alguns dos maiores sucessos do grupo, com arranjos para orquestra de cordas e banda de rock. Ingressos antecipados no Café do Juarez no Centreventos e Ticketcenter.com.br
terça-feira, 3 de setembro de 2019
Atividade para criança por Mama de Carne e Osso
Atividade que rende demais, é divertida, montessoriana e muito prática de montar. Mas independente da idade da criança, deixá-la descobrir, explorar sem interrupções faz toda diferença. O processo é bem mais construtivo que o objetivo da atividade.
Materiais: dois recipientes iguais, um com água e um sem, e uma esponja. Sim, a ideia básica é transferir a água, mas a criança certamente descobrirá sobre a esponja primeiro. Uma superfície na altura da criança faz toda diferença! Fonte: Mama de Carne e Osso
segunda-feira, 2 de setembro de 2019
IX Sarau de Letras - Univille
Dia 23 de setembro, às 19h, no auditório da reitoria da Univille (Campus Bom Retiro)
Nesse ano o evento tomará proporções ainda maiores,
pois será também a abertura do 25º Encontro do Proler!
Ah, e claro, as inscrições para se apresentar no sarau já estão abertas,
é só acessar o link e preencher o formulário: http://bit.ly/saraudeletras2019
O prazo para se inscrever (para apresentar) é do dia 29/08 a 14/09,
então junte-se com seus amigos, pegue aquela produção guardada na gaveta e vem pro sarau!
Ps.: Podem se apresentar estudantes da Univille, do ensino médio e membros da comunidade externa,
com poemas, narrativas, músicas, contação de histórias, encenações e com toda a criatividade!
Entre direitos e omeletes por João Marcos Buch
Nesta manhã de sábado, em viagem fora de SC, estava eu com mais algumas pessoas numa agradável padaria, em uma mesa recém desocupada e que precisava ser arrumada. Logo o atendente chegou, um rapaz magrelo e de barbicha, trajando um avental preto e bandana. Ele anotou os pedidos e começou a tirar as xícaras e pires usados. Ouvindo nossa conversa sobre justiça, prisões e o papel do juiz nisso tudo, o jovem parou o que fazia e curioso perguntou para mim com o que eu trabalhava. Respondi que eu era juiz. Então ele disse que estava no primeiro ano da faculdade de direito e muito interessado no assunto começou a me questionar sobre a justiça. A conversa não foi exatamente na lógica que narrarei a seguir, mas foi nesse contexto.
- Mas por que o juiz não combate o crime? - Com o pano de prato no antebraço e uma xícara na mão, o rapaz me olhava com atenção.
- Porque o juiz julga, conforme as leis e a Constituição - respondi com gosto, especialmente por se tratar de um estudante de direito, que precisava de vez compreender a importância do respeito às normas.
- Mas então juiz não pode sair por aí prendendo corruptos?
- Não, o juiz decide os pedidos do Ministério Público e conforme as leis e a Constituição pode mandar prender alguém, mas ele não é xerife, nem justiceiro - enfatizei a questão das leis e da Constituição.
- Mas para fazer um omelete é preciso quebrar as cascas dos ovos.
O jovem tinha um discurso pronto, entretanto como estava sendo cortês e demonstrava curiosidade eu mantive o diálogo com prazer.
- O fato é que não se trata de um omelete e as garantias constitucionais não são cascas de ovos, elas são a estrutura da nossa sociedade e da nossa civilidade. Se as quebrarmos, nada sobreviverá, nem eu, nem você, nem ninguém, muito menos o omelete vai existir. Talvez nem essa conversa que estamos tendo seria mais possível.
- Mas os corruptos quebram as cascas sem pena.
- Porque eles são corruptos e, sim, devem pagar por isso, mas o juiz jamais poderá agir como eles, sob pena de destruir tudo que alcançamos até aqui.
- Acho até que concordo - disse o rapaz numa entonação sincera.
- É preciso pensar, especialmente você que será um bacharel em direito. Se o estado e seus agentes não garantirem o respeito às leis e à Constituição, todos pagaremos por isso.
- Vou pensar sim, obrigado doutor.
Sorri com o “doutor” e agradeci também. O rapaz era definitivamente um estudante que já começava a pensar melhor sobre as coisas que nos cercam e nos afetam. Ele terminou a arrumação e se foi, levando embora com destreza todos os apetrechos usados.
Se tivermos boa vontade e respeito, se não nos deixarmos seduzir pelo discurso do ódio, se tivermos mais diálogos como esse da padaria, talvez nem tudo esteja perdido, talvez finalmente aprendamos que nem sempre os fins justificam os meios e que em termos de estado democrático de direito manter a casca do ovo intocável é a única forma de permitir que todos saboreiem o omelete.
Festa das Cores na Expoville
Viva a primavera!
O Festival das Cores, chamado de Holi na Índia, teve início muitos séculos antes de Cristo.
O evento marca a chegada da Primavera. Tradicional em todo o país, ao longo do dia,
as pessoas se pintam, se abraçam e desejam mutuamente “Feliz Holi”.
Segundo a tradição, as cores jogadas nas pessoas serve para tirar
as más energias e torná-las mais “coloridas”, alegres e joviais.
Esta será a quarta edição da Festa no Parque da Expoville, no dia 07 de setembro,
e promete colorir todo o Parque da Expoville com muita animação.
Para os pais, com crianças pequenas, haverá um espaço reservado,
onde poderão se divertir com conforto e tranquilidade.
As "tintas" serão vendidas antecipadamente e também no local.
São pacotes, com 100g de pó colorido (uma mistura de maisena e corante) e o valor é R$ 5,00.
Detalhe importante: não mancha a roupa.
A tradição é ir com roupas brancas (ou, pelo menos, em tons claros),
porque assim as cores se destacarão mais.
Pontos de venda das tintas: *Pipe Açai Sucos e Lanches – Rua Aquidaban, 227
A venda antecipada é feita de três tintas, no valor de R$ 15,00.
Maiores informações no Facebook/Parque Expoville Atividades ou pelo telefone (47) 99973-1239.
...
“O sujeito vai aprender e absorver melhor
e as informações vão fazer verdadeiro sentido [para ele]
na medida em que seja possível disponibilizar
situações que sejam multissensoriais.
Ver, tatear, ouvir, sentir cheiro, o máximo possível”
domingo, 1 de setembro de 2019
Conselho Municipal dos Direitos da Mulher – CMDM convida...
Reunião Ordinária: Conselho Municipal dos Direitos da Mulher – CMDM
Dia 05 de setembro de 2019 (quinta) - Horário: 8h30
O que é?
Reunião Ordinária do Conselho Municipal dos Direitos da Mulher – CMDM, do Município de Joinville/SC, destinada a deliberações e/ou votações de temas pertinentes.
Quem pode participar?
Conselheiros podem deliberar e votar. Quaisquer pessoas podem participar como ouvintes.
Onde e quando participar?
Auditório da Casa dos Conselhos - Rua Presidente Affonso Penna, 840 – Bucarein
Cesta dos tesouros (para bebês)
A cesta de tesouros é uma atividade de exploração, que foi desenvolvida por Elinor Goldschmied, pedagoga britânica. A brincadeira é dirigida para crianças de 6 a 12 meses (etapa em que a criança consegue se sentar sozinha, mas ainda não se desloca muito).
Para iniciá-la, deve-se encher uma cesta com objetos do cotidiano. O cesto pode ser de palha, vime, cipó ou outro material natural. Na escolha dos objetos, é importante verificar se estão proporcionando estímulos e experiências aos cinco sentidos da criança.
Os objetos podem ser os naturais (casca de côco, pinhas secas, frutas como limão, maçã); de materiais naturais (novelos de lã, pentes de madeira, pincéis de barbear); de madeira (chocalhos, vasilhas pequenas, tambores pequenos, porta-guardanapos); metálicos (colheres de diversos tamanhos, argolas de cortina, molhos de chaves); couro, tecido, borracha, feltro (bolas de borracha, bichos de pelúcia, bonecas de pano, zíperes, retalhos de tecidos); papel e papelão (cadernos pequenos com espiral, tubos de papelão). Tudo devidamente higienizado e sempre com observação atenta de um adulto, para que as crianças possam explorar os objetos em segurança. Podem ser colocados cerca de 60 objetos dentro do cesto. Um grupo de até 3 crianças podem ficar dispostos em volta do cesto.
Não há necessidade de estímulos de cores encontrados em brinquedos de plásticos, pois a vida já está cheia de cores.
Durante a exploração todo o corpo da criança se excita e participa da brincadeira, podemos ouvir gritos, risos, sons pré-verbais, troncos, mãos, pés e cabeças se movem e se deslocam.
Vantagens para a criança: capacidade de concentração, utilização do corpo, escolha de objetos, estruturação do pensamento, aprender sozinha, agir de acordo com seu próprio ritmo, prazer da surpresa.
Fonte: Descobrir brincando, Tere Majem e Pepa Òdena.
Espetáculo baseado em best-seller de Augusto Cury, com Luiz Amorim e Mateus Carrieri
Emoção, reflexão, questionamentos, relações humanas, conflitos, risos e transformação são alguns dos elementos que estão emocionando o público no espetáculo "O Vendedor de Sonhos" após realizar uma turnê de sucesso que completou em julho de 2019, um ano por palcos de todo o país. A peça, baseada no best-seller homônimo do escritor Augusto Cury, traz em sua bagagem excelentes críticas recebidas em mais de 60 apresentações espalhadas por cerca de 45 cidades do Brasil, com uma plateia superior a 50 mil pessoas, até agora. "A peça teatral 'O Vendedor de Sonhos' não apenas vai levar ao riso intenso, mas também às lágrimas (ainda que elas não sejam encenadas no teatro do rosto, serão vivenciadas certamente no território da emoção). É uma peça teatral que vai impactar profundamente quem a assistir", promete Cury, que, ao lado de Cristiane Natale e Erikah Barbin, adaptou o texto para a linguagem do teatro. Em cena, os atores Luiz Amorim e Mateus Carrieri protagonizam essa comovente história, com um elenco de primeira, sob a direção de Cristiane Natale.
O livro "O Vendedor de Sonhos" é o romance mais vendido do escritor - traduzido em mais de 60 idiomas e que também virou filme - e é sua primeira obra a receber uma versão teatral. O que traz enorme satisfação ao autor. "Ver os atores participando, vivenciando os personagens que eu construí nas mais diversas situações estressantes em que eles passaram, e levando o espectador a fazer uma viagem para dentro de si mesmo para encontrar o mais importante endereço que poucos encontram, o endereço em sua própria mente, é de fato um grande prazer. Eu acredito que várias pessoas que assistirem perceberão que vale a pena viver a vida mesmo quando o mundo desaba sobre nós. Vale a pena conferir", convida Cury, médico psiquiatra e considerado o autor mais lido da década.
A trama conta a história do personagem Júlio César (Mateus Carrieri), que tenta o suicídio e é impedido de cometer o ato final por intermédio de um mendigo, o Mestre (Luiz Amorim), que lhe vende uma vírgula, para que continue a escrever a sua história. Juntos encontram Bartolomeu, um bêbado boa-praça que decide unir-se a eles na missão de vender sonhos e de despertar a sociedade doente. Mas a revelação de um passado conflituoso do Mestre pode destroçar a grande missão do Vendedor de Sonhos.
Essa trama vem atingindo em cheio os espectadores, que se identificam com os temas tratados e, muitas vezes, emocionam-se, como conta a diretora Cristiane Natale. "Creio que o papel da arte seja além da diversão e de alguma forma plantar pelo menos uma semente, e quando assistimos uma cena ou outra que entra em concordância com o que sentimos nos emocionamos, porque é exatamente o que gostaríamos de fazer ou falar. Durante o espetáculo vemos muitas pessoas às lágrimas. Elas saem gratas. Porque percebem que muitos compartilham das mesmas dores". Para ela, a correria no dia a dia acaba reprimindo a demonstração dos sentimentos, principalmente os medos. "Muitas pessoas não conseguem lidar com desafios e fracassos e acabam por viver um caos emocional", enfatiza ela.
Para Luiz Amorim, que interpreta o Mestre, o texto tem uma função além da literatura. "É uma história muito humana, bonita, que nos traz identificação. Propõe uma reflexão, instiga pensamentos. As pessoas riem, se emocionam e saem com um ponto de interrogação na cabeça. Tudo isso me atrai bastante no texto", diz ele, que esmiúça o seu personagem, o Vendedor de Sonhos: "Ele é riquíssimo, um homem que passou por muitas experiências, traumas na vida e desafios. Ele propõe caminhos que transformam a vida das pessoas. Você pode mudar o mundo através de sua própria mudança. "
Mais que entreter, "O Vendedor de Sonhos" propõe um papel do teatro transformador, e essa mistura de diversão com reflexão vem provocando mudanças, de fato, na vida de quem assiste, segundo relatos do elenco e de sua equipe. "A recepção do público é maravilhosa porque sentimentos que foi estabelecida a comunicação. E essa relação o público demonstra na reação, quando as pessoas contam suas experiências e como a peça, de alguma forma, modificou a vida delas", conta Amorim, que coleciona em sua carreira grandes trabalhos, como as peças “Deus lhe pague" e "Sete minutos", com Bibi Ferreira; o musical "Di repente", com o Grupo Luz e Ribalta; entre outros. Além de passagens pela TV, como nas novelas "Chiquititas" e "Maria do Bairro" (SBT); e no cinema, em “Corda bamba" e "Sábado". E é jurado dos Prêmios Shell e Bibi Ferreira de Teatro.
Na pele de Julio César, Mateus Carrieri vem encarando um desafio. "Fazer esse texto, carro-chefe do Augusto Cury, me encanta. E é um desafio porque muitos espectadores vão assistir à peça já tendo lido o livro. É uma responsabilidade", acredita ele, que interpreta o personagem que tenta se matar. "A peça começa com ele tentando o suicídio e a sua jornada com o Vendedor de Sonhos, como ele desiste dessa ideia e por que ele chegou nesse auge do desespero de tentar colocar um ponto final em sua existência. É um personagem que tem muitos problemas que afligem o homem moderno: a ansiedade, depressão, tristeza profunda e a tentativa de suicídio, que são males que assolam o nosso tempo. São temas que o Augusto Cury trata com maestria e eu estou muito feliz ", pontua.
Carrieri confessa que o texto mexeu com sua vida. "É claro que a gente leva para a nossa vida, refletindo sobre o que está dizendo no palco. Acho que é o pulo do gato da obra do Augusto Cury: fazer a gente refletir e tentar melhorar", frisa ele, que na telinha fez "Amor com amor se paga", "De quina pra lua" e "Salomé" (Globo); "Chiquititas" (SBT); e "Louca paixão" e "Estrela de fogo" (Record); e no teatro, por quatro anos atuou no Centro de Pesquisa Teatral (CPT), com Antunes Filho, em "Nossa cidade", que ganhou o Prêmio APCA, em 2013, como melhor espetáculo.
O vendedor de sonhos - Dia: 07 de setembro às 20h / Classificação: 14 anos - Duração: 70 minutos - Teatro CNEC
sábado, 31 de agosto de 2019
7º Encontro Catarinense de Escritores da Associação das Letras
7º Encontro Catarinense de Escritores da Associação das Letras, que este ano é um tributo aos artistas Lindolf Bell e Juarez Machado. O evento acontece dia 14 de setembro, no Teatro Juarez Machado com palestras e oficinas que irão falar sobre a arte de escrever. As inscrições são gratuitas e podem ser feitas neste link https://www.sympla.com.br/vii-encontro-catarinense-de-escritores-e-leitores---tributo-a-lindolf-bell-e-juarez-machado__616168
Amanhã...
Jazz da Itália nos Domingos Musicais do dia primeiro de setembro!
O Icefire 4tet desembarca em Joinville diretamente da Itália... O quarteto é composto por Gledison Zabote no saxofone, Matteo Piras no contrabaixo, Cesare Mecca no trumpete e Alessandro Minetto na bateria. O grupo originário de Turim (Itália) nasceu com o objetivo de explorar as performances que tornaram peculiar a formação conhecida como “pianoless”. Contando com dois dos mais talentosos solistas da nova geração do jazz italiano, o quarteto se inspira no universo sonoro que caracterizou o jazz produzido na “West Coast” e que influenciou fortemente parte da escola do jazz italian.
Questões por Taís Romero
Ela só tem 4 anos.
Ela já tem 4 anos?
Ela já vai para a escola.
Ela ainda não vai para a escola?
Ela já escreve o nome dela.
Ela ainda não escreve o nome dela?
Ela já ama os livros.
Ela ainda não lê?
Ela já tem as suas brincadeiras preferidas.
Ela ainda só brinca e não escreve?
Ela já fala bem, se relaciona bem com as outras crianças, é generosa,
ama os animais e a natureza, é curiosa, faz boas perguntas e é muito observadora.
Ela ainda não lê e não escreve e já tem 4 anos?
Aquela professora é carinhosa, atenciosa, estudiosa, pesquisadora, provocadora,
mas não alfabetiza as crianças de 4 e 5 anos.
Aquela coordenadora é séria, comprometida, estudiosa, parceira,
mas só entende de crianças até 3 anos.
Não serve para coordenar os professores que trabalham com crianças de 4 e 5 anos.
Aquela escola acolhe a comunidade, respeita a infância,
tem bons profissionais, um quintal lindo e um projeto pedagógico potente,
mas não prepara para o primeiro ano do fundamental .
Prepara? Não serve? Ainda não faz?
A adultez cristaliza o olhar para a infância.
Quem são as crianças que habitam os espaços da escola?
Qual é a concepção de infância que os adultos têm?
Qual o papel das famílias na relação família-escola?
Que histórias contam os projetos vividos pelas crianças?
Como a escuta atenta e o olhar sensível dos adultos podem
garantir às crianças o direito ao tempo sagrado da infância?
E, ainda sobre o tempo, que tempo tem a criança para brincar,
para pesquisar, para fazer perguntas e para aprender?
A infância fragmentada, compartimentada, acelerada, tem urgência de vazios.
A pressa rouba a infância.
sexta-feira, 30 de agosto de 2019
SER Assistente Social
Ser Assistente Social é ser protagonista de um projeto de sociedade justa, humana e igualitária. Diariamente atuamos com demandas que expressam as diversas formas de opressão e de desigualdade, especialmente de gênero, ético-racial e de classe. Por isso, a análise crítica sobre a realidade social, substrato de nossa intervenção, e as expressões da questão social, objetos de intervenção, permitem aprender também as possibilidades transformadoras. O tempo presente guarda as perspectivas de um futuro orientado por um projeto que anuncia uma sociedade nova. Daí a importância de se construir o futuro no presente, com competência e compromisso ético-político. CRESS/PR
quinta-feira, 29 de agosto de 2019
Escola Bolshoi convida...
No programa de nosso próximo espetáculo, a Escola Bolshoi apresenta grandes clássicos da Espanha. Com o ritmo vibrante de coreografias marcadas pelo virtuosismo espanhol e por suas cores tons de fogo, o romance se mistura com a sensualidade dos personagens, através de histórias apaixonantes, que cativam a plateia durante todo tempo. Trechos dos balés “Don Quixote”, “Carmen” e “O Lago dos Cisnes” transformam o palco do Teatro Juarez Machado em uma arena repleta de toureiros, aldeões, ciganos e personagens cheios de atitude, que completam essa programação pra lá de especial.
Dia 12 de setembro - Horário: 20h - Teatro Juarez Machado
Valor: R$ 40,00 e R$ 20,00 (meia entrada) - site Ejoyticket
Meu primo por Hilton Gorresen
Eu não estava entendendo bem o que acontecia. Diziam que a coisa estava fervendo em Brasília. O presidente Jango Goulart fazia discursos cercado de militantes de seu partido, de cabos e sargentos. De nossa guarnição militar partiu um caminhão cheio de milicos, de ar sério e olhar arredio, como se fossem cachorros no fundo de uma canoa. Para onde? Acho que nem eles sabiam o que estava ocorrendo. No dia seguinte, ouvi falarem que tínhamos nos livrado dos comunistas. Ser comunista parecia uma coisa grave. Seria semelhante a nazistas, aqueles seres disformes, maléficos, combatidos pelos super-heróis americanos nos gibis? Assumiu um novo presidente da República, como um herói da nova ordem. Mas pela sua foto não tinha cara nenhuma de herói, era um baixinho sem pescoço, de braços e pernas curtos. Uma semana depois, veio um oficial e dois ou três soldados e levaram meu primo. Minha tia, Eduvirges, chorava abraçada às filhas menores, limpando lágrimas com o avental. Gritava, desesperada: – Ele não fez nada! Deixem meu filho em paz! Não entendo, ele era um cara legal, meu herói de infância. Foi quem praticamente me ensinou a ler. Contava histórias, me levava gibis, fabricou para mim um estilingue com forquilha de pau de goiabeira. Era convocado para me fazer companhia, quando, em época de carnaval, meus pais saiam sorrateiramente ali pelas onze da noite. No outro dia, quando eu acordava, o chão estava colorido de confetes espalhados por toda parte. Na adolescência, meu primo não saía lá de casa. Tínhamos uma empregadinha meio bronca, vinda do sítio, de corpo moreno, lustroso, pés largos, bundinha empinada. Quando não o encontrava, era só procurá-lo na cozinha, dizendo piadinhas para ela, ajudando a encher a caixa d’água na bomba manual, pois tínhamos água de poço. Ele agarrava a moça por trás e dali apoiava sua mão na dela a fim de acionar o braço da bomba. Pra lá, pra cá. Uma ou duas vezes, vi-o saindo do quartinho da moça, no final do corredor. Será que minha mãe, que tratava empregadas quase como escravas, gostaria de saber disso? Ele era magro, tinha uma boca sem sorrisos, os lábios finos quase não se abriam quando ria de alguma coisa. O que mais me lembro era desse detalhe, sua boca sem sorrisos. Sua voz era cadenciada, meio monótona, parecia um trem arrancando da estação. Terminava as frases com um risinho zombeteiro, quase imperceptível. Quando eu elogiava a beleza de alguma moça, ele dizia impreterivelmente: – Já comi! – mas eu nunca o havia visto ao lado de alguma guria (com exceção da empregadinha lá de casa). Só uma vez fiquei decepcionado com ele. Havia um moleque de pele enferrujada que estava rondando pelas imediações. O moleque estranhou meu primo; com olhar feroz, chamou-o para briga. Meu primo ficou pálido, achei que era de ódio, aproximou-se do moleque de cabeça baixa e quando pensei que ia largar sua famosa porrada – tantas vezes gabada nas historias que me contava – disse ao moleque que iria chamar seu irmão mais velho. Era mentira, ele não tinha irmão mais velho. Na dúvida, o outro se afastou, não sem ameaçar: – Te pego outro dia, seu covarde! Tive pena de meu primo. Como iria convencer-me agora de suas fabulosas histórias de valentia? Contei de sua primeira bicicleta? Meu tio era pobre, escriturava livros fiscais para pequenos negociantes, e não podia comprar-lhe uma “cabrinha” nova. Arranjou uma Monark enferrujada, guidão torto, selim desbeiçado; levou um mês restaurando-a, raspou a ferrugem, pintou, trocou o selim, instalou novos pedais, até campainha. Parecia ter saído da loja. Feliz, saía de casa descendo ladeiras, dirigindo o veículo com as mãos para o alto, como um equilibrista. Algumas vezes me colocava na garupa e arrancava, tirando fininhos dos carros estacionados, derrapando os pneus nas curvas. Eu me encolhia todo, como um filhote de passarinho abandonado. Aos sábados, vestia seu uniforme de escoteiro, de calças curtas e meias compridas, cinturão com fivela de cobre – o que eu mais cobiçava – e ia acampar com seu grupo nos arredores. Me ensinou a fazer nós intrincados e a empatar anzol, para irmos pescar baiacus no trapiche. Orgulhoso, via-o desfilar na frente do grupo nos dias 7 de Setembro. Foi ao cursar o nível médio que ele se meteu na diretoria do grêmio estudantil. Era vivo, falante, com isso conquistou certa liderança. Foi levado pelos soldados sem nenhuma explicação. Para mim, sempre foi um herói. Nunca mais vi meu primo.
quarta-feira, 28 de agosto de 2019
Jobim no Interlúdio
Antônio Carlos Jobim, compositor, maestro, cantor, pianista, violinista e arranjador, nasceu no Rio de Janeiro no dia 25 de janeiro de 1927. Tom era filho do diplomata Jorge de Oliveira Jobim e de Nilza Brasileiro de Almeida. Em 1952, foi contratado pela gravadora Continental (a qual assegurou-lhe a gravação de suas músicas) com a função de passar para o papel as músicas dos compositores. Em 1954 começou a fazer os primeiros arranjos e a sua primeira música gravada foi “Faz Uma Seresta”, em parceria com Juca Stocklei. No mesmo ano, Tom Jobim teve o seu primeiro grande sucesso com a música “Teresa da Praia”, uma parceria com Billy Blanco. Em 1956, o poeta Vinícios de Moraes estava a procura de um músico para trabalhar com sua peça “Orfeu da Conceição”, e foi assim que nasceu uma das mais importantes parcerias da música popular brasileira. A música "Garota de Ipanema" composta em 1962 por Tom e Vinícios de Moraes, ficou entre as dez canções mais executadas em todo o mundo. Foi a música que mais projetou o nome de Tom Jobim no exterior. A música fez tanto sucesso que possui mais de 170 versões e já foi gravada por grandes nomes como Frank Sinatra. Em 1963, Jobim gravou um disco com o saxofonista Stan Getz e, em 1967, gravou com Frank Sinatra. Antônio Carlos Jobim faleceu em Nova Iorque, no dia 8 de dezembro de 1994.
terça-feira, 27 de agosto de 2019
Curso EaD "Gênero e Sustentabilidade"
Estão abertas as inscrições para o novo curso EaD... "Gênero e Sustentabilidade"
Objetivos:
> Realizar uma abordagem histórica e conceitual sobre os estudos de gênero e feministas na América Latina e Caribe;
> Refletir sobre como a teologia feminista latino-americana tem trabalhado e incorporado a reflexão de gênero;
> Discutir sobre a contribuição dos estudos de gênero para a sustentabilidade das igrejas;
> Construir referenciais para o trabalho nas igrejas, tendo em vista a justiça de gênero e o papel público das igrejas.
O período das inscrições é de 14 de agosto a 17 setembro.
Para maiores informações http://sustentabilidad.est.edu.br/cursos/ver/id/26/
ou entre em contato através do e-mail ins@est.edu.br
segunda-feira, 26 de agosto de 2019
Curso gratuito "Projeto Bombeiro Aprendiz"
CURSO GRATUITO PARA JOINVILLE E REGIÃO - SC
Cadastre-se aqui >> http://bit.ly/
CURSO 100% PRESENCIAL!!!
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🚑 PROJETO BOMBEIRO APRENDIZ 🚑
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📌 Hierarquia e Disciplina
📌 Manuseio de Extintores e Hidrantes
📌 Prevenção de Acidentes com Fogo
📌 Prevenção de Acidentes com Eletricidade
📌 Prevenção de Acidentes em Altura
📌 Prevenção de Acidentes com Gás
📌 Prevenção de Acidentes Domésticos
📌 Prevenção de Acidentes com Animais Peçonhentos
📌 Prevenção de Acidentes de Transito
📌 Primeiro Socorros
📌 Noções de Nós e Amarrações
📌 Segurança no Lar, Escola e Cotidiano
📌 Orientação correta para agir em situações de emergência
📌 Desenvolvimento social
📌 Combate e Prevenção ao Bullying, Violência e Drogas
📌 Orientação sobre o uso correto das Redes Sociais
📌 Orientação sobre o Cuidado com Animais Domésticos
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Aproveite essa grande oportunidade!!
Para crianças e adolescentes de 06 a 15 anos.
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*PROJETO REALIZADO POR INICIATIVA PRIVADA*
"Nossas armas são: EDUCAÇÃO - DISCIPLINA - PREVENÇÃO”
Inverno
No inverno a maioria dos animais e plantas estão em estado de hibernação, portanto as pessoas deveriam seguir o mesmo, mas isso fica impossível ou inviável.
O corpo humano nos três meses de inverno, fica mais cheio de energia yin e o princípio básico da saúde deve ser baseado no equilíbrio das duas energias (Yin/Yang).
Tudo no inverno é "escondido", a saúde deve estar em conformidade com a tendência da coleta natural, para executar o movimento dos cinco órgãos internos. No inverno coletamos muito mais energia yin, podendo danificar os rins contra a tendência da natureza, portanto, é necessário aumentar a energia dos rins e proteger contra o frio no inverno.
O inverno tem natureza mais yin, portanto devemos transformar o frio em calor adequado para evitar a invasão de frio no nosso corpo. Mas não podemos deixar o corpo muito quente, porque quanto mais quente o corpo ficar, mais fácil as doenças invadem o nosso corpo, temos que buscar o equilíbrio.
No inverno devemos exercitar as atividades dos músculos, aderir a exercício ao ar livre, aumentando a excitabilidade do córtex cerebral, melhorarando o sistema nervoso central e regulando a temperatura, o corpo deve se equilíbrar ao clima do frio, melhorando a resistência do organismo ao frio.
Como diz o ditado: "Quando o frio se move, teremos menos doente; no inverno os preguiçosos bebem sempre uma tigela de remédio."
Exercício deve ser combinado com uma ligeira transpiração, e não um suor excessivo. Quando a pessoa transpira excessivamente o corpo é esvaziado, e o yang se torna fraco no inverno.
Quando tomamos banho muito quente no inverno, normalmente não atendemos ao princípio da preservação da saúde para o yang, a água quente força os poros, abrindo passagem, para as pessoas ficarem mais doente pelo frio. O certo é deixar o corpo morno, assim ajudaria prevenção das doenças.
O tempo frio do inverno, induz a recorrência da doenças crônicas e seus agravamentos, o frio também pode provocar o infarto do miocárdio, acidente vascular cerebral, hipertensão arterial e agrava os sintomas de doenças ulcerosas, reumatismo, glaucoma e outras doenças. Portanto, no inverno devemos prestar atenção na relação frio e quente e ao calor do corpo, dando atenção em três regiões: pescoço, costas e pés.
Primeiro, preste atenção ao calor do pescoço. Algumas pessoas continuam tossindo no inverno tendo dificuldade na cura, na verdade é porque a roupa de colarinho aberto expõe o pescoço e o ar frio, os sintomas só serão melhorados depois de trocar a roupa de gola alta e acrescentar um lenço.
A segunda, prestar atenção ao calor das costas. Como as costas são a parte yang do corpo humano, o frio e outros males podem facilmente causar doenças exógenas, doenças respiratórias, doenças cardiovasculares e cerebrovasculares por meio das invasões na região dorsal.
E finalmente os pés, devemos sempre deixa-los limpos e secos, e as meias trocadas e lavadas com freqüência. Caminhe por mais de meia hora todos os dias, faça atividades com os pés de manhã e a noite, promova a circulação sanguínea. É importante manter os pés aquecidos durante o inverno. O pé é a base do corpo humano, é o começo e o fim de alguns dos doze meridianos, em especial o meridiano do Rim.
Como diz o ditado, "o frio começa a partir do pé", porque os pés estão longe do coração, o suprimento de sangue é insuficiente, o calor é menor e a preservação do calor é ruim, então o calor dos pés são muito importante. Além de aquecer durante o dia, lavar os pés com água quente todas as noites ajuda na circulação sanguínea em todo o corpo (escalda pés). Massagem e estimulação dos pontos de acupuntura nos pés podem melhorar a capacidade de defesa do corpo, eliminar a fadiga e melhorar o sono. Além disso, é muito importante escolher um par de sapatos confortáveis, quentes e leves com boa absorção de umidade.
Então Mestres, com o corpo e os pés bem preservados, a saúde no inverno pode obter o dobro do resultado com metade do esforço. Luis Miname
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