quarta-feira, 17 de julho de 2019

A contrarreforma da Previdência que destrói o sistema público é aprovada na Câmara

O texto-base da reforma da Previdência, a PEC 06/2019, aprovado em primeiro turno na sessão da quarta-feira (10), na Câmara dos Deputados, em Brasília, já sofreu modificações, e outras mudanças ainda podem ocorrer. Os deputados estão reunidos desde então para aprovar destaques e emendas ao projeto original.

Mas no primeiro dia de votação, os 379 parlamentares que disseram sim às mudanças propostas pelo governo federal, até comemoraram o voto a favor do aumento da pobreza, da desigualdade social, do empobrecimento não só de idosos, mas também da juventude. Apenas 131 deputados se manifestaram contra o projeto.

Os mais de trezentos parlamentares também votaram contra a redução de privilégios de policiais federais e de outras categorias que já são favorecidas, inclusive a dos políticos.

Muitos que disseram Sim à reforma da Previdência já declararam, antes da votação, que vão manter a aposentadoria especial no Plano de Seguridade Social dos Congressistas (PSSC), isto é, caso o parlamentar consiga se reeleger e passar 35 anos em plenário, contribuindo mensalmente com 11% do salário ao PSSC, a aposentadoria final pode chegar a R$ 33.763 mensais, isso porque, a cada ano de contribuição são adicionados R$ 964,65 à aposentadoria. Só os novos congressistas é que terão o mesmo teto do INSS que o ‘cidadão comum’. Mas os que já estão em mandato têm direito à Previdência especial.

Um dos argumentos da proposta do governo era corrigir as distorções, mas mais uma vez, a/o trabalhadora/or é que vai entrar com a parte do sacrifício.

A conselheira do Conselho Regional de Serviço Social (CRESS-PR) Viviane Peres, foi até Brasília acompanhar a votação como representante da Federação Nacional dos Sindicatos dos Trabalhadores em Saúde, Trabalho, Previdência e Assistência Social (FENASPS), mas segundo ela, a maioria dos movimentos sociais e trabalhadoras/es foram impedidas/os de entrar no plenário. “Acompanhamos tudo do lado de fora da Câmara dos Deputados”, conta. Após negociações do presidente Bolsonaro com emendas milionárias aos deputados federais a destruição da Previdência Social pública foi aprovada. “Aprovaram uma proposta que atingirá a proteção previdenciária de milhares de brasileiras/os, principalmente as mulheres e a população mais pobre do país”, afirma a conselheira que atua como assistente social no INSS de Londrina.

Para Viviane Peres, apesar de pequenas alterações na proposta aprovada em primeiro turno, ainda assim, as/os trabalhadoras/es terão grandes prejuízos, como por exemplo, a diminuição do tempo de contribuições para as mulheres. A PEC previa o aumento de 15 para 20 anos de contribuição para aposentadoria por idade para as mulheres, uma das propostas foi a manutenção de 15 anos. “No entanto, o valor do benefício previsto não foi alterado, as mulheres terão suas aposentadorias drasticamente reduzidas, com direito apenas a 60% do valor do benefício aos 15 anos de contribuição. A cada ano a mais na ativa, será possível receber mais 2%. Ou seja, para ter direito a 100% terão que trabalhar 35 anos”, constata. E acrescenta que, “Em um contexto brasileiro de desemprego estrutural e precarização das relações de trabalho, além das mulheres terem jornadas duplas e triplas de trabalho, será quase impossível se aposentarem com 100% de suas contribuições. E no momento de idade avançada não terão uma remuneração que garanta suas necessidades básicas”, aponta a conselheira Viviane.

Um levantamento da ONG Contas Abertas aponta que a liberação das verbas de emendas parlamentares vinha sendo acelerada, antes mesmo das liberações feitas nesta semana. Só durante a votação da Previdência, o governo destinou mais R$ 440 milhões aos deputados federais. Um dia antes da votação, R$ 1,135 bilhão já havia sido liberado; montante disponibilizado em dois dias supera R$ 1,5 bilhão em emendas vinculadas à área da saúde e outros 2,5 bilhões estão empenhados para garantir apoio de deputados. Um sinal evidente de que o governo mantém as práticas clientelistas.

A contrarreforma da Previdência destrói o sistema público, a concepção de uma Seguridade Social pública e universal. Assistentes Sociais mobilizadas/os continuarão em luta e resistindo neste cenário de retrocessos, mas também de fortalecimento de um projeto societário popular, por um país justo e igualitário. Fonte: CRESS/PR

Rotary Club de Joinville convida...

Recadinho

terça-feira, 16 de julho de 2019

A inteligência matricial (segundo a Hipnose Evolutiva)

Primeiro devemos saber que inteligência não é sabedoria. Pois ela não evolui de forma sabia, toda inteligência avança progredindo de acordo com suas possibilidades de auto-aprendizagem. Ela não está baseada em uma consciência, mas imita copia e reproduz uma consciência, seja individual ou coletiva. Portanto a inteligência, seja artificial ou matricial, não transcende energeticamente, ela somente pode « falsificar » processos evolutivos. Ou seja, ela reproduz etapas e esquemas de maior compreensão do universo sempre limitada à seus próprios códigos. Observe que este processo é uma soma de conhecimentos e informações que não se transformam em sabedoria. Pois, quando as consciências aprendem, vivenciando e experimentando, elas conseguem transcender este aprendizado, criando novas realidades e adquirindo assim sabedoria. A inteligência matricial utiliza esta mesma estratégia, porém, como é uma inteligência auto-regulada ela não atinge esta etapa de sabedoria. A inteligência matricial ainda é artificial, porque necessita de energias e de informações produzidas tanto pelos humanos quanto pelos outros seres multidimensionais. O artifício na qual ela se apoia é, por exemplo, o corpo mental e emocional humano, de tal forma, estocando e transitando informações no subconsciente e no inconsciente coletivo. 

Ficamos aprisionados tentando atingir mais conhecimento através de informações e experiências, porém conseguimos transformar isto em sabedoria porque estamos dentro desta matriz. Toda forma de compreensão torna-se limitada e toda forma de transcendência (ir além da matiz) fica bloqueada porque tentamos nos emancipar utilizando os códigos da própria matriz. Se a transição se fizer de uma escala da matriz para outra (exemplo: da 3D para a 5D), não haverá emancipação.

Não adianta obter somente conhecimento sobre a matriz, talvez seja interessante abrir pontes de sabedoria para fora da rede de controle da matriz. Seria oportuno fazer com que as consciências ultrapassassem estas barreiras frequenciais de controle e limitação e assim possam recriar novas realidades não limitantes. Realidades coligadas a matriz mas que sejam livres espaços de criação, abrindo o caminho para os campos morfogênicos utilizando códigos abertos, onde qualquer um reinventa sua realidade sem limites nem controles.

A inteligência matricial é auto-limitante. Por isso é importante desfazer os programas de censura, de autodestruição e auto-sabotagem que existe no inconsciente coletivo. Cada ser humano pode se desprogramar e assim abrir o seu conhecimento com o intuito de acessar a sua sabedoria interior, ou seja, expandindo sua luz-consciência livrando-se da influência da matriz.

Pressão arterial

A hipertensão ou pressão alta, atinge mais de 30 milhões de pessoas no Brasil, 
muitos dos quais sequer sabem que apresentam a condição.


Programação: Festa do Colono

Quem é quem?

segunda-feira, 15 de julho de 2019

O jogo da matriz (segundo a Hipnose Evolutiva)

Lembre-se que você entrou num jogo. Primeiro você se encantou com toda a informação e conhecimento que poderia obter com este jogo. Você aceitou entrar num jogo onde as regras já estavam estipuladas. Porém, você estaria livre para co-criar dentro deste jogo utilizando a inteligência matricial. Você disponibiliza tua vontade, energia e criatividade alimentando e multiplicando assim a inteligência matricial que por sua vez delimita e recria as regras do jogo de acordo com a tua própria contribuição. Quanto mais jogadores, mais informações e experiências entram na plataforma do jogo e mais sofisticado ele fica, estabelecendo portanto inúmeras variáveis para o jogo.

Você conduz o teu avatar (o teu personagem no jogo) avançando de etapas em etapas. Você se depara com vários outros avatares, alguns deles são inteligências criadas ou recicladas pelo próprio jogo. Quando teu avatar morre você deve recomeçar, refazendo toda a etapa onde você estava quando morreu. No momento em que você começa a perder o interesse em refazer esta etapa, o jogo se modifica te dando pequenas regalias para que você alcance mais facilmente a etapa seguinte. E novamente, você fica encantado com esta nova paisagem e estas novas habilidades adquiridas com o ‘teu’ próprio esforço. Você fica totalmente concentrado e condicionado no jogo, você pensa que é o próprio avatar. Você reduz todos os teus sentidos sentado no sofá e fica mentalmente e emocionalmente vidrado na projeção arquitetada pelo jogo. Você mesmo esquece que está em um jogo. Novas e mirabolantes etapas surgem justamente quando você começa a despertar e a lembrar que isto é somente um jogo.

Você alimenta o jogo com toda tua energia e o jogo te devolve o mínimo necessário para você continuar grudado ali jogando infinitamente. Quando você começa a entrar em colapso, você é levado a uma mudança radical, ou você se lança ainda mais no jogo buscando outras etapas nas quais possa se retroalimentar para seguir adiante, ou, você deixa de alimentar o jogo. Você pode tanto pausar, desligar ou deixar o jogo correr na tela. Mas o importante é sair da sala, abrir a porta, respirar fundo sentindo a luz entrar pelos teus poros e dar uma olhada ali fora. Quem sabe você vê um lindo jardim e lembra que foi você mesmo que plantou tudo aquilo. Talvez você veja também a cidade ao longe. Daí você se espreguiça, olha o horizonte e se pergunta: quem será que escreveu as regras deste jogo aqui fora? Então você desperta, você começa a flutuar sentido-se pleno e livre, recriando desse modo teu próprio universo. Agora você aprendeu. Você nunca mais vai colocar o teu universo dentro de um jogo. Quem sabe você crie novos jogos dentro do teu universo, porém, o teu avatar não conseguirá mais te pilotar. Agora consciente, você está no comando do teu próprio jogo.

Teoria da Pipoca (fim)

Bert Hellinger

"A vida decepciona-o pra você parar de viver com ilusões e ver a realidade.

A vida destrói todo o supérfluo até que reste somente o importante.

A vida não te deixa em paz, para que deixe de culpar-se e aceite tudo como "É".

A vida vai retirar o que você tem, até você parar de reclamar e começar agradecer.

A vida envia pessoas conflitantes para te curar, pra você deixar de olhar para fora e começar a refletir o que você é por dentro.

A vida permite que você caia de novo e de novo, até que você decida aprender a lição.

A vida lhe tira do caminho e lhe apresenta encruzilhadas, até que você pare de querer controlar tudo e flua como um rio.

A vida coloca seus inimigos na estrada, até que você pare de "reagir".

A vida te assusta e assustará quantas vezes for necessário, até que você perca o medo e recupere sua fé.

A vida tira o seu amor verdadeiro, ele não concede ou permite, até que você pare de tentar comprá-lo.

A vida lhe distancia das pessoas que você ama, até entender que não somos esse corpo, mas a alma que ele contém.

A vida ri de você muitas e muitas vezes, até você parar de levar tudo tão a sério e rir de si mesmo.

A vida quebra você em tantas partes quantas forem necessárias para a luz penetrar em ti.

A vida confronta você com rebeldes, até que você pare de tentar controlar.

A vida repete a mesma mensagem, se for preciso com gritos e tapas, até você finalmente ouvir.

A vida envia raios e tempestades, para acorda-lo.

A vida o humilha e por vezes o derrota de novo e de novo até que você decida deixar seu ego morrer.

A vida lhe nega bens e grandeza até que pare de querer bens e grandeza e comece a servir.

A vida corta suas asas e poda suas raízes, até que não precise de asas nem raízes, mas apenas desapareça nas formas e seu ser voe.

A vida lhe nega milagres, até que entenda que tudo é um milagre.

A vida encurta seu tempo, para você se apressar em aprender a viver.

A vida te ridiculariza até você se tornar nada, ninguém, para então torna-se tudo.

A vida não te dá o que você quer, mas o que você precisa para evoluir.

A vida te machuca e te atormenta até que você solte seus caprichos e birras e aprecie a respiração.

A vida te esconde tesouros até que você aprenda a sair para a vida e busca-los.

A vida te nega Deus, até você vê-lo em todos e em tudo.

A vida te acorda, te poda, te quebra, te desaponta... Mas creia, isso é para que seu melhor se manifeste... até que só o amor permaneça em ti"

Pensando...

domingo, 14 de julho de 2019

Feliz domingo!

Em Fortaleza/CE...

Pipocas... (parte 3)

...

Bert Hellinger é um alemão que já foi padre, largou o celibato e tornou-se psicoterapeuta e escritor. 
Atualmente está com 93 anos. 
Ficou conhecido mundialmente pela criação do método "Constelação Familiar".

sábado, 13 de julho de 2019

Saraus Brasileiros

Sarau tem um EP gravado, custa só R$ 5,00...


Com Angela Finardi, Rafael Vieira, Cláudio Moraes e Marisa Toledo.

Pipocas... (parte 2)

Geraldo Azevedo em Joinville

Sábio conselho...

sexta-feira, 12 de julho de 2019

CEI Casulo da Borboleta de férias

Pipocas pra você


 continua...

Amanhã... "João e o pé de feijão" na AJOTE

Depois que roubaram a Harpa da Alegria, que vivia no Vale Feliz, tudo entristeceu por lá. O menino João vai, então, vender sua vaquinha para comprar comida para a sua família. Mas acaba trocando-a por 3 feijões mágicos que germinam e crescem até as nuvens. Subindo pelo pé-de-feijão, João, corajosamente, consegue resgatar a Harpa e ainda libertar a Galinha dos Ovos de Ouro, trazendo de volta a alegria ao Vale Feliz. É um espetáculo delicado e musical que resgata valores de dignidade, coragem e amor familiar.

...

"O que eu posso ser, fazer, ter, criar ou gerar 
que tornaria minha vida e o mundo um lugar melhor?"

quinta-feira, 11 de julho de 2019

"Um inimigo do povo" na AJOTE

Utilidade

"Alice no Brasil das maravilhas" na AJOTE

Uma adaptação da história de Louis Carrol para uma realidade mais brasileira, onde os animais que Alice encontra são típicos da nossa fauna, como o sapo cururu, micos, bicho-preguiça, a onça pintada, o tucano e o papagaio. Alice tem grande preferência por comer frutas e tomar sucos, mesmo que sejam estes a torná-la ora grande demais, ora muito pequena. O jogo preferido da personagem Rainha, nesta adaptação, não é mais o cricket, desconhecido da grande maioria dos brasileiros, mas, sim, o futebol. Assim, ela passa a ser Rainha das Copas (não de Copas), numa alusão às copas do mundo.

Intuição

quarta-feira, 10 de julho de 2019

Colônia de Férias do Casulo

Dia da Pizza

Somente hoje, dia 10 de julho, todas as vendas de pizzas nos sabores Mussarela ou Calabresa, 
na unidade de Joinville, serão revertidas para a entidade Casa Lar Emanuel.
Um pequeno gesto para engrandecer quem mais precisa. 
Participe do Baggiorno Felice!

Ser

Matrículas abertas para novas turmas de LIBRAS para o 2º semestre

Venha aprender LIBRAS (Língua Brasileira de Sinais), com a Sociedade Cultural Braille e 
o SESI Joinville: 11 anos capacitando Joinville e região na comunicação com o Surdo.

Se, por necessidade profissional, vontade de contribuir na inclusão do surdo, ou por curiosidade, você deseja aprender a se comunicar através da LIBRAS, leia as informações abaixo sobre as novas turmas para o 2º semestre...

Nível básico (aulas nas quartas-feiras)
Data de início: 31/07/2019; Data de término: 11/12/2019;
Horário: das 19h às 21h15;
Local: SESI Joinville; Rua Ministro Calógeras, 157, próximo a Havan;
Profa Juliana Cipriano;
Investimento: Taxa de matrícula: R$50,00 (Cinquenta Reais mais 5 parcelas de R$100,00 (cem Reais). Aceitamos cartões de débito, crédito e pagamento em dinheiro.
Obs.: Para pagamento a vista, há desconto de 20% nas parcelas. Pagamento a vista somente em dinheiro.

Nível Intermediário (duas opções: segundas ou terças-feiras)
Data de início turma de segunda-feira: 29/07/2019;
Data de término turma de segunda-feira: 09/12/2019;
Data de início turma de terça-feira: 30/07/2019;
Data de término turma de terça-feira: 10/12/2019;
Horário: das 19h às 21h15;
Local: SESI Joinville; Rua Ministro Calógeras, 157, próximo a Havan;
Profa Juliana Cipriano;
Investimento: Taxa de matrícula: R$50,00 (Cinquenta Reais mais 5 parcelas de R$100,00 (cem Reais). Aceitamos cartões de débito, crédito e pagamento em dinheiro.
Obs.: Para pagamento a vista, há desconto de 20% nas parcelas. Pagamento a vista somente em dinheiro.

Nível Avançado (aulas nas quintas-feiras)
Data de início: 1º/08/2019; Data de término: 12/12/2019;
Horário: das 19h às 21h15;
Local: SESI Joinville; Rua Ministro Calógeras, 157, próximo a Havan;
Profa Juliana Cipriano;
Participação da intérprete Núbia Amorim;
Aulas com ênfase na interpretação.
Investimento: Taxa de matrícula: R$50,00 (Cinquenta Reais mais 5 parcelas de R$130,00 (cento e trinta Reais). Aceitamos cartões de débito, crédito e pagamento em dinheiro.
Obs.: Para pagamento a vista, há desconto de 20% nas parcelas. Pagamento a vista somente em dinheiro.

Solicite sua ficha de matrícula ou mais informações pelo whatsapp (47) 99945-4969
Link para conversa direta pelo WhatsApp https://api.whatsapp.com/send…

Vamos rir?!

terça-feira, 9 de julho de 2019

Zioneth Garcia convida...

Picos de crescimentos e saltos de desenvolvimento são parte da vida do bebê e das crianças. 
Mas você entende realmente o que são e quando acontecem? 
Ou como passar por eles sem prejudicar o descanso do bebê e da família?
Nesse bate papo, poderá tirar suas dúvidas e aprender mais sobre essas fases.

Essa sou eu...

Gala Despedida - Bolshoi

Boa noite

segunda-feira, 8 de julho de 2019

Marina Colasanti em "Eu sei, mas não devia"

Eu sei que a gente se acostuma. Mas não devia.

A gente se acostuma a morar em apartamentos de fundos e a não ter outra vista que não as janelas ao redor. E, porque não tem vista, logo se acostuma a não olhar para fora. E, porque não olha para fora, logo se acostuma a não abrir de todo as cortinas. E, porque não abre as cortinas, logo se acostuma a acender mais cedo a luz. E, à medida que se acostuma, esquece o sol, esquece o ar, esquece a amplidão.

A gente se acostuma a acordar de manhã sobressaltado porque está na hora. A tomar o café correndo porque está atrasado. A ler o jornal no ônibus porque não pode perder o tempo da viagem. A comer sanduíche porque não dá para almoçar. A sair do trabalho porque já é noite. A cochilar no ônibus porque está cansado. A deitar cedo e dormir pesado sem ter vivido o dia.

A gente se acostuma a abrir o jornal e a ler sobre a guerra. E, aceitando a guerra, aceita os mortos e que haja números para os mortos. E, aceitando os números, aceita não acreditar nas negociações de paz. E, não acreditando nas negociações de paz, aceita ler todo dia da guerra, dos números, da longa duração.

A gente se acostuma a esperar o dia inteiro e ouvir no telefone: hoje não posso ir. A sorrir para as pessoas sem receber um sorriso de volta. A ser ignorado quando precisava tanto ser visto.

A gente se acostuma a pagar por tudo o que deseja e o de que necessita. E a lutar para ganhar o dinheiro com que pagar. E a ganhar menos do que precisa. E a fazer fila para pagar. E a pagar mais do que as coisas valem. E a saber que cada vez pagar mais. E a procurar mais trabalho, para ganhar mais dinheiro, para ter com que pagar nas filas em que se cobra.

A gente se acostuma a andar na rua e ver cartazes. A abrir as revistas e ver anúncios. A ligar a televisão e assistir a comerciais. A ir ao cinema e engolir publicidade. A ser instigado, conduzido, desnorteado, lançado na infindável catarata dos produtos.

A gente se acostuma à poluição. Às salas fechadas de ar condicionado e cheiro de cigarro. À luz artificial de ligeiro tremor. Ao choque que os olhos levam na luz natural. Às bactérias da água potável. À contaminação da água do mar. À lenta morte dos rios. Se acostuma a não ouvir passarinho, a não ter galo de madrugada, a temer a hidrofobia dos cães, a não colher fruta no pé, a não ter sequer uma planta.

A gente se acostuma a coisas demais, para não sofrer. Em doses pequenas, tentando não perceber, vai afastando uma dor aqui, um ressentimento ali, uma revolta acolá. Se o cinema está cheio, a gente senta na primeira fila e torce um pouco o pescoço. Se a praia está contaminada, a gente molha só os pés e sua no resto do corpo. Se o trabalho está duro, a gente se consola pensando no fim de semana. E se no fim de semana não há muito o que fazer a gente vai dormir cedo e ainda fica satisfeito porque tem sempre sono atrasado.

A gente se acostuma para não se ralar na aspereza, para preservar a pele. Se acostuma para evitar feridas, sangramentos, para esquivar-se de faca e baioneta, para poupar o peito.

A gente se acostuma para poupar a vida. Que aos poucos se gasta, e que, gasta de tanto acostumar, se perde de si mesma.

Crianças

Conselhos para a vida

domingo, 7 de julho de 2019

Estágios

Eu não imaginava que amamentar filho em público ainda é tabu para as próprias mulheres Por Fabiana Santos*

A ideia deste texto partiu de uma publicação que fiz no Facebook elogiando a rede de lojas americanas Target. A empresa decidiu informar a seus clientes que: mães têm direito de amamentar seus filhos em qualquer lugar da loja quando bem quiserem, mas se preferirem usar a sala de amamentação também tudo bem.

Eu, que escrevo para mães há 6 anos, com toda a minha experiência como blogueira, não imaginava ler tanta recriminação sobre o direito universal de amamentar um filho. Mesmo que em público. E daí? 

É claro que, também lidando com um blog, eu sei bem que a gente tem que respeitar toda e qualquer opinião. Mas isso não me faz ser obrigada a concordar com ela.

Não foram muitas mães. Foram algumas. Mas os comentários foram categóricos: ainda existem mulheres que vêem na amamentação um cunho sexual (!!!!) e são capazes de até mesmo dizer que “depois não reclamem se um homem ficar olhando seu peito” ou “que absurdo uma mulher querer aparecer assim”. 

Eu não posso ficar calada diante dessas ideias.

Primeiro porque eu defendo a livre demanda. O que significa que você não tem como cronometrar quando seu bebê vai querer mamar. Nem ser obrigada a se isolar em casa um dia inteiro porque está amamentando. Eu sei que vai ter mãe dizendo que fazia ou faz isso. E não se trata de quem está certa ou errada. Se trata do que é mais conveniente para o seu bebê e pra você.

Porque é claro que pode acontecer de você sair de casa e no meio do seu caminho seu filho chorar pra mamar. O que fazer? A opção mais óbvia é se sentir livre o suficiente para alimentá-lo onde bem você achar melhor. 

Ah... mas sou muito tímida. Não vou colocar peito pra fora. Ah... acho um momento sublime de conexão com o meu filho e só consigo fazer isso de uma forma bem privada. Ok. Você tem direito então a um lugar tranquilo. Que não seja trancada na privada de um banheiro público, por exemplo. O que você não tem direito é de julgar outras mães. 

Porque se você é desencanada, e possivelmente esse não é o seu primeiro bebê, você não está se importando em dar o peito onde for preciso, porque a sua única preocupação é a fome do seu filho.

Ah... mas não dá pra colocar um paninho? E eu pergunto: você come com um pano na cara? Veja bem, o peito está ali para o bebê, não é pra ninguém ficar olhando. Se alguém ainda acha um total absurdo uma criança ver a cena de uma mãe amamentando: precisa procurar uma ajuda psicológica, do mesmo jeito que precisa se tratar alguém que enxerga nessa imagem algum viés “sexual”.

Quando eu vim morar nos Estados Unidos, minha filha ainda mamava no peito, e um dos primeiros presentes que ganhei aqui foi um pano enorme para me cobrir enquanto minha filha mamava. O tal pano parecia uma burca, eu bem que tentei me adaptar a ele. Mas sério: minha filha ficava sufocada e o tal pano atrapalhava não só a minha mobilidade mas também eu conseguir conferir se estava tudo bem com a Alice. Não rolou o pano pra mim. Não rola pra muitas mães. E isso deveria ser completamente ok. Eu fico feliz de ver que 8 anos depois de eu ter ganhado aquele paninho. as coisas evoluíram por aqui a ponto de uma loja de prestígio como a Target adotar uma política de se importar com o bem estar de todas as mães que amamentam.

O que me deixa perplexa é que independente do jeito que você seja... vamos ser razoáveis: uma mulher recriminar outra mulher porque ela está amamentando? É preciso ficar do mesmo lado. Não adianta só discurso. Tem que ser na prática. Uma mãe quer amamentar e você topou com ela na sua frente seja onde for? Respeite. Você também amamenta ou amamentou e não é assim que você faz ou fazia? Respeite. O primeiríssimo respeito tem que vir de todas nós. #amamenteondequiser

* Fabiana Santos é jornalista, casada, mãe de Felipe, de 14 anos, e de Alice, de 8. Eles moram na região de Washington-DC, onde existe uma lei (2–1402.82) que diz: “A mulher tem o direito de amamentar o seu filho em qualquer local, público ou privado, onde tem o direito de estar com o filho, independentemente de o seio da mãe ou qualquer parte dele estar descoberto durante ou incidentalmente o aleitamento materno.”. (E olha que essa lei é de 1977, hein?!). 

Bert Hellinger

sábado, 6 de julho de 2019

Leveza para a sua vida (parte final)

Benefícios do ho’oponopono

As vantagens da prática frequente do ho’oponopono são inúmeras, e se encontram em todos os campos da vida. As principais delas são:

Regeneração das memórias celulares
Você já teve a sensação de reviver uma situação traumática diversas vezes, como se assistisse a um filme passando em sua cabeça?
Isso acontece porque todas as nossas dores, preocupações e receios são gerados e armazenados em nossa memória celular. O ho’oponopono atua neste âmbito como uma limpeza, neutralizando as lembranças de sofrimento e sensações desconfortáveis.

Protagonismo da própria vida
A princípio, a ideia de responsabilidade e obrigatoriedade de responder pelos próprios atos pode parecer muito rígida, mas com o tempo, você poderá se surpreender com o seu nível de independência e proatividade.
Ao abandonar a sensação de impotência atrelada à ideia de que o sofrimento é causado apenas por fatores externos e incontroláveis, é possível transformar suas crenças e não ter uma postura vitimista, aumentando a sensação de poder pessoal.

Estabilidade emocional
Com a liberação de energias negativas, o equilíbrio emocional é privilegiado, pois os bloqueios da auto-realização, felicidade e plenitude desaparecem, abrindo espaço para novas percepções e paz interior.
Além disso, o praticante do ho’oponopono conquista a liberdade de não obedecer às lembranças negativas. Isso pode transformá-la em uma pessoa mais calma e com uma postura mais positiva diante das adversidades e problemas em seu caminho.

Relacionamentos mais saudáveis
Sempre quando nos envolvemos em algum desentendimento ou conflito, a tendência é pensar que apenas os outros estão errados.
O ho’oponopono ajuda a desconstruir esta postura passiva para que o praticante possa entender que ele também é parte do problema, e quando ele muda, seus relacionamentos também mudam (para melhor, é claro!).

Fonte: http://blog.app-zen.com/

Curso de Libras

Encantar-se

sexta-feira, 5 de julho de 2019

Stand Up Só para Maiores - A Vida Sexual das Pessoas no Teatro da Liga

Normal_abuze_s%c3%b3_para_maiores_17-06-2019

Se o caminhão de lixo não tivesse atrasado... por David Gonçalves

“Por deus! Por que estes bostas ainda não passaram? O dia já está claro, o mormaço encalacra até a alma. E os canalhas ainda não passaram. O suor está colando.”
Carolino referia-se ao caminhão de lixo. Acordava sempre às cinco horas e ficava à espreita da caçamba, que passava exatamente às seis, batendo os ferros e a lataria. Então, satisfeito, levantava-se, estirava os músculos e começava a rotina. Esquentava a água para o café, cortava quatro fatias de pão caseiro, passava manteiga e metia-as embornal adentro. Há anos vivia sozinho. Perdera filhos e também a mulher. O álcool fizera a sua desgraça. Mas, agora, não mais bebia. O médico dissera: “Pare, ou prepare o paletó de madeira”. Nunca mais colocou um gota de álcool na boca.
Mirou o relógio: dez minutos de atraso o maldito caminhão de lixo. O dia não começara bem. Pulou da cama, o mormaço já molhando o reguinho da bunda. Vestiu-se: um jeans encourado de tão sujo. Botou a água na chaleira, cortou os pedações de pão, cobriu-os com uma espessa camada de manteiga. Tomou café apressado. E saiu, o embornal a tiracolo. Pouco movimento na rua.
Ao passar o portão, na verdade um corredor tortuoso obscuro, ouviu a caçamba de lixo cruzando a esquina próxima. E os lixeiros, de macacão amarelo, luvas grossas, catavam rapidamente os sacos de lixo. “Estão atrasados, os idiotas” – confirmou, emputecido, sem saber por quê.
Foi então que Carolino percebeu um miado fraquinho de gato vindo de um monte de sacos de lixo. “Mas que coisa estranha”, pensou. “Parece choro de criança nova!” Receoso, abriu o primeiro saco, o segundo, o terceiro. E nada. Fedia. Já estava desistindo. Até que abriu um que estava debaixo de todos, rente ao muro.
“Ah, por Deus! Mas que coisa!” – exclamou, boquiaberto e os olhos esbugalhados.
Ainda coberto de sangue e placenta, enrolado na camisa da Seleção Brasileira, o recém-nascido soltava um miado fraquinho de fome desespero. Carolino apanhou, sem jeito, as mãos calosas de pedreiro trêmulas, o bebê. Naquele instante o caminhão de lixo apontou na rua. Então, o pedreiro, amargurado, que amanhecia todos os dias com a cara amarrada, sorriu por inteiro – um sorriso largo, inocente, onde se viam as falhas dos dentes. Os olhos brilhavam.
Com a ajuda da vizinhança, deu banho com água morna, alimentou-o e enrolou-o numa toalha limpinha. Os lixeiros olhavam o bebê, assustados.
“Se o lixeiro não tivesse atrasado, essa criança estaria esmigalhada no caminhão de lixo” – disse depois à polícia.
“Vejam: é ma menina!”
Em seguida, Carolino procurou um hospital. Na delegacia, o Major havia dito: “É comum encontrar fetos jogados em esgotos. Mas, meu Deus, um recém-nascido, não!”
Voltando para casa, o pedreiro Carolino, num ônibus lotado – a criança ficara no hospital -, ouvia as pessoas comentando:
“Hoje o Brasil joga contra a Suécia. O trânsito está infernal. Vai ser um jogão. Bebeto e Romário vão arrasar!”
Lembrou-se de que o bebê estava enrolado numa camisa da Seleção Brasileira. E surgiu-lhe, de supetão, o nome da criança.
“Vitória! Sim, ela se chamará Vitória. E jamais saberá que a encontrei num caminhão de lixo.”
E pensou horrorizado: “Ah, meu Deus, se o caminhão de lixo não tivesse atrasado...”

Dica de saúde (água)

Pessoas

quinta-feira, 4 de julho de 2019

Leveza para a sua vida (parte 4)

Como começar usar a técnica?

Para colocar o ho’oponopono em prática, você não precisa acreditar em divindades, ter alguma religião ou estar isolado em algum local silencioso. Apenas diga (mentalmente ou em voz alta): Sinto muito. Me perdoe. Eu te amo. Sou grato.

É possível que você já comece a experimentar sentimentos de compaixão, novas sensações internas ou um simples relaxamento da mente assim que acabar de pronunciar todas as palavras pela primeira vez. Quando a energia que estava bloqueada começa a ser liberada pelas células, também é comum que os praticantes sintam vontade de bocejar ou suspirar.

Festa do Colono na Sociedade Rio da Prata

Experiência

quarta-feira, 3 de julho de 2019

Neste sábado... Orquestra Prelúdio Vai ao Cinema

Leveza para a sua vida (parte 3)

Como a técnica funciona?

A técnica parte do pressuposto de que tudo o que conhecemos como “realidade” é experimentado de forma individual pela nossa mente. Aquilo que você sente, ouve, vê e até as coisas ou pessoas que conhece sofrem influências do seu “eu” interior.

Sendo assim, tudo o que acontece a sua volta envolve a sua participação, já que você é responsável pelo que pensa e sente. Já reparou que, muitas vezes, nós mesmos podemos ser nossos piores inimigos? Isso acontece porque cada pensamento pode ativar um mecanismo que recria um mundo (ainda que ilusório) de problemas.

O principal objetivo do ho’oponopono é buscar a cura desses problemas por meio do perdão. Não necessariamente o perdão dos outros, mas, principalmente, o de si mesmo.

Isso é feito com a compreensão de que o que acontece com você não importa, mas o que você fará com aquilo que aconteceu é o que realmente interessa. Se a sua mente e seus pensamentos te causaram problemas, eles também são capazes de resolvê-los.

A versão tradicional do ho’oponopono é composta por quatro frases principais:
Sinto muito  -  Me perdoe  -  Eu te amo  -  Sou grato

Todas elas procuram guiar o praticante na passagem por essas quatro etapas sentimentais: arrependimento, perdão, amor e gratidão.

A simples repetição dessas palavras é capaz de ativar a liberação de bloqueios, lembranças negativas e traumas para que você assuma um controle mais tranquilo sobre o próprio corpo e a própria vida. 

Em suma, é possível afirmar que o ho’oponopono é um processo de solução de problemas, que deve acontecer inteiramente dentro de você.

Carl Jung

terça-feira, 2 de julho de 2019

Até que idade um filho deve morar na casa dos pais? Por Fabiana Santos

A notícia se espalhou pelo mundo e não se trata de fake news: Michael Rotondo, um americano de 30 anos, da cidade de Siracusa, no estado de Nova Iorque, foi feito réu pelos próprios pais. O motivo? Seus pais tiveram que apelar para uma ação judicial para que o filho deixasse de morar na casa deles.
Christina e Mark Rotondo, os pais, procuraram a justiça americana no início deste mês e apresentaram provas de cinco avisos que deram ao filho, a partir de fevereiro deste ano. Eles chegaram a dar mil e cem dólares para ajudar o filho a encontrar um novo lugar para morar; sugeriram que ele vendesse coisas de valor para que isso lhe rendesse algum dinheiro até arranjar um emprego; indicaram opções de trabalho na cidade onde eles moram. E deram vários prazos que o filho nunca quis cumprir. Por isso, explicaram ao juiz que decidiram tomar a atitude drástica de apelar à Justiça.  
O filho ainda tentou durante a audiência argumentar que qualquer inquilino tem 6 meses para deixar um imóvel. Mas o juiz, Donald Greenwood, discordou. Ele considerou que os avisos dos pais foram mais do que suficientes e ordenou o despejo do filho. Em entrevista, após a audiência, Michael afirmou que a decisão “foi ridícula”.
Nos Estados Unidos existe uma cultura de que a maioria dos pais se dedica bastante aos filhos até a conclusão do ensino médio. Há entre muitos pais a preocupação de incentivar a carreira esportiva do filho que pode abrir caminho para uma vaga num “college”. Mas aos 18 anos é esperado que um filho siga seu rumo, cada qual morando na faculdade ou se virando com o trabalho que conseguir e daí em diante seguindo a vida sem voltar para a casa da mamãe. Esta é a “tradição americana” que eu tenho visto. 
No Brasil, a maioria dos meus amigos de faculdade moravam com suas respectivas famílias como eu. Eu deixei a casa da minha mãe aos 24 anos. Quando já estava formada e com um emprego estável. Minha mãe sofreu com a minha decisão de morar sozinha. Repetia que eu não precisava ir. Mas é fato de que hoje em dia este tempo com os pais está se prolongando cada vez mais. 
De acordo com o IBGE, 1 em cada 4 adultos entre 25 e 34 anos ainda moram com os pais. Nos últimos 10 anos, o número de jovens entre 25 e 30 anos vivendo com os pais aumentou em mais de 40% e idade média para os filhos saírem de casa passou de 25 para 35 anos. Não é à toa que alguns psicólogos têm defendido que a adolescência seja considerada até os 25 anos.
Os filhos adultos, ainda na casa dos pais, recebem o nome de filhos cangurus. Eu consultei o psicólogo Rossandro Klinjey, bem conhecido nas redes sociais e nosso consultor aqui no blog, para saber dele se há algo de errado nessa relação familiar. Aqui o que ele diz: "Sempre que analisamos temas como esse não cabe julgamento. Cada caso é um caso. Se é, por exemplo, uma decisão coerente por economia financeira para ficar um pouco mais estável até poder sair de forma definitiva. Se é o caso da pessoa ficar por fragilidade emocional, pois tem dificuldade de enfrentar o mundo adulto e a própria vida, se bancar emocionalmente e financeiramente. Aí a pessoa acaba mantendo essa fragilidade quando os pais não estimulam essa saída de forma amorosa, no sentido de entender que chega um momento em que a pessoa tem que se auto-determinar. Por mais que seja agradável os filhos perto da gente, muitos pais acabam percebendo que se os filhos continuarem assim, quem vai cuidar deles quando eles envelhecerem? Importante que família é isso: o lugar em que a gente acolhe, mas também um lugar em que a gente se prepara para viver a própria vida".   
* Fabiana Santos é jornalista, casada, mãe de Felipe, de 14 anos, e de Alice, de 8 anos. Eles moram em Washington-DC. O mais velho começa este ano o “High School” e em 4 anos deve seguir para uma Universidade, que pode acontecer de ser bem longe de casa. Blog:  http://tudosobreminhamae.com/blog/

Agiotagem

Em Jaraguá do Sul... "Os homens querem casar e as mulheres querem sexo"


Se em "Os Homens Querem Casar e As Mulheres Querem Sexo", Jonas (Carlo Simões) entra em crise após ser abandonado no altar pela terceira vez e se desespera por constatar que é apenas usado sexualmente pelas moças, agora duas revelações mudam sua vida. Ele encontra Deus (Drika Matos) e descobre que, além de mulher, o Divino é cearense. é quando Deus propõe a Jonas passar a sentir tudo que as mulheres sentem para entender, enfim, a visão feminina sobre o universo masculino. “Além de atender a um pedido do público para que a peça ganhasse sequência, esta continuação tem muito do amor que sinto pelo mundo feminino e pelas nordestinas, em especial pelas cearenses. Já namorei quatro e acho que o humor das nordestinas está relacionado diretamente à inteligência”, relata Carlo.

Assistida ao longo de dez anos por 2 milhões de pessoas em 150 cidades do Brasil, além de Nova York, Miami e Boston, a peça "Os Homens Querem Casar e As Mulheres Querem Sexo" ganhou continuação que vem repetindo tal sucesso. 

Ficha Técnica: 
Direção e Texto Carlo Simões / Elenco Carlo Simões e Drika Mattos
Direção de Produção Isabelle Graniso / Assistente de Direção Rhanna Guimarães
Programação Visual Sandro Leal / Realização Playcine Produções

Classificação 14 anos - Duração 80 minutos

Teatro Scar – Pequeno Teatro / Produção Playcine Produções

Dica

segunda-feira, 1 de julho de 2019

Encontro mensal GEAAJ

Leveza para a sua vida (parte 2)

O que é ho’oponopono?


O termo se tornou conhecido a partir de uma experiência vivenciada pelo terapeuta e professor, Ihaleakala Hew Len. Por mais inacreditável que a história possa parecer, este homem conseguiu curar um pavilhão inteiro de criminosos que sofriam de doenças mentais no Havaí, sem sequer conversar ou interagir com nenhum deles. 

Por meio da análise das fichas de cada paciente, o terapeuta aplicava as palavras-chave do ho’oponopono, e a repetição da técnica mudava o seu estado de espírito. Consequentemente, a atividade mental dos detentos também se alterava.

Os resultados foram tão surpreendentes que, de forma resumida, pode-se afirmar que Len conseguiu curar os presos conforme ia curando a si mesmo.

Sementes

domingo, 30 de junho de 2019

Leveza para a sua vida (parte 1)

Ter um momento de paz para refletir sobre os próprios sentimentos dentro de uma rotina cada vez mais corrida nem sempre requer um local silencioso, alguns minutos de folga ou total desligamento do mundo exterior.

Por mais incrível que esta ideia possa parecer, existe uma técnica para tornar o seu dia a dia menos estressante por meio da limpeza mental e espiritual, sem a necessidade de ensinamentos religiosos ou posturas de yoga. O nome dela é ho’oponopono.

A palavra “ho’o” significa “causa” em havaiano, enquanto “ponopono” quer dizer “perfeição”. O termo “ho’oponopono” pode ser traduzido como: “corrigir um erro” ou “tornar certo”.

Trata-se de uma prática que não requer muitos ensinamentos, mas é poderosa para purificar o próprio corpo e se livrar de memórias ou sentimentos ruins, que prendem a mente em uma sintonia negativa.

Festa Catarinense do Strudel em Jaraguá do Sul

A Festa Catarinense do Strudel vai acontecer no dia 06 de julho, na comunidade Santo Estevão, na Estrada Garibaldi, com início às 15h. O evento que é organizado pela Associação Húngara de Jaraguá do Sul, não acontecia há quatro anos e agora está de volta em sua sétima edição. 

Quem passar pelo local vai poder saborear quatro opções de strudel, queijinho doce, amendoim, repolho e frango. Serão servidos café e outras bebidas no local. Também serão comercializadas unidades avulsas para quem optar por levar a iguaria para casa.

A primeira edição da Festa Catarinense do Strudel organizada pela associação aconteceu em 2008 e desde maio de 2006, Jaraguá do Sul detém o título de “Capital Catarinense do Strudel”.