terça-feira, 12 de fevereiro de 2019
Nesta semana*... Conheça o CEI Casulo da Borboleta!

*Consulte o regulamento da promoção na página do Facebook
Espetáculo “O que é que eu tô fazendo aqui?”

Sábado, dia 16 de fevereiro, às 20h
Teatro do SESC - Gratuito
segunda-feira, 11 de fevereiro de 2019
domingo, 10 de fevereiro de 2019
Grupo Folclórico Windmühle com inscrições abertas

Venha fazer parte do grupo de danças germânicas mais antigo em atividade de Joinville.
Aqui você encontra atividade física, amizades, diversão e muita festa.
Local: Sociedade Cultural Lirica, rua Max Colin, 1483
Fone 3422-8696 com Viviane das 13h30 às 17h
Categoria Infantil: a partir de 5 anos, terça-feira das 19h30 as 20h30 – (47) 99151-4132 Ivo Carlos - início 05/02
Categoria Master: a partir de 40 anos, terça-feira das 18h às 19h30 – (47) 98861-2811 Simone início 05/02
Categoria Adulto: a partir de 18 anos, domingo das 18h às 20h – (47) 99953-5971 Willian – início dia 10/02
Diogo Almeida nesta quinta
Show de humor que retrata a vida do professor em sala de aula e o cotidiano em geral.
O show tem duração de 1h e 10 minutos e com certeza é risada garantida!
Classificação: 12 anos - Duração aproximadamente 70 minutos.
Dia 14 de fevereiro - Horário: 20h - Teatro da UNISOCIESC
sábado, 9 de fevereiro de 2019
Surto de nostalgia - Hilton Görresen
Às vezes, acordo com um surto de nostalgia. Sensação indefinida, talvez por ter me tornado adulto sem um acerto de contas com a juventude. A memória é quem cria (ou filtra) as lembranças, mas algumas delas escapam do “script” da chamada “época boa”, de paraíso perdido num tempo mágico e trazem a amargura de jogadas infelizes, de frustrações, de atos em que preponderaram o medo e a timidez, desejos que ficaram pelo caminho, pequenas coisas que até hoje estão aninhadas no inconsciente. Essas lembranças indefinidas infiltram-se na fronteira entre o despertar e os restos de sonho. Machucam, desalentam.
Sim, viver – principalmente quando viramos a “cabo da boa esperança” – é aumentar o volume de lembranças de nosso embornal. E queiramos ou não, tais lembranças uma hora escapam pelas frestas de nossa couraça. O tempo é hoje, é o presente, dizem; mas o passado, tudo o que fomos e fizemos, fica ecoando, encravado na aura que nos cerca.
A criança é o pai do homem, reflete Machado de Assis. E me pergunto quanto das frustrações da criança e do jovem (medo, vergonha, timidez, sensação de exclusão) não estarão na base do comportamento do adulto.
As boas lembranças explodem nos encontros com velhos amigos: as distâncias, sem carros, eram maiores, mas não inacessíveis à nossa curiosidade exploratória; nossas casas eram o mar e o morro, este com as trilhas entre árvores, os lanhos de capim-serra (ali todos éramos Tarzan, agarrados em cipós); cinema nos fins de semana não era simples distração, fazia parte de nossa vida. Brigas e reconciliações, primeiras bebedeiras, peladas em campo de terra, revistas de sexo clandestinas, agarro às gurias no escurinho.
Os amigos de juventude, costumo enquadrá-los em três categorias. Os que permanecem em contato, mesmo esporadicamente, descontados os que já se foram; os que sumiram de vez, nunca mais se soube de seu destino e de suas vidas; os provisórios, aqueles que chegaram de fora, conviveram conosco por breve tempo e se apagaram, quase sumidos da memória. Hoje, até aqueles com quem vivíamos às turras são amigos de infância. O que nos aproxima é o tempo.
Mas, como se deduz lá da introdução, falo aqui da “banda podre” das lembranças, que nos traem, que teimam em ter seu lugar dentro de nós. As que desejamos escondidas. As que nunca mencionamos, mas que saltam para fora de seu escaninho, indesejáveis, quando estamos desprevenidos. São essas que me acometem no limiar dos sonhos.
(Texto publicado no jornal A Gazeta de SBS em 19.01.2019)
sexta-feira, 8 de fevereiro de 2019
quinta-feira, 7 de fevereiro de 2019
Stand Up Comedy "Levando o Caos"
Neste dia 10 de fevereiro (domingo) um dos melhores comediantes do Brasil na atualidade, Maurício Meirelles, apresenta a peça “Levando o Caos” e você poderá participar da gravação do famoso "Webbulling", no Teatro Juarez Machado.
Considerado o melhor show de stand up do Brasil em 2016 e 2017, o novo espetáculo do humorista reúne piadas inéditas e permanece com o Webbullying.
O novo show de Mauricio Meirelles segue com o formato consagrado do “Perdendo Amigos”, eleito o melhor espetáculo de stand up no Grande Prêmio Risadaria Smiles do Humor Brasileiro por dois anos consecutivos, em 2016 e 2017. Em 90 minutos de apresentação, Meirelles continua abordando temas mais profundos, de forma madura e sempre bem-humorada, baseado em sua vivência. Depois de apresentar o seu stand up com piadas inéditas, Meirelles comanda, na parte final do espetáculo, os quadros Traumas e Webbullying.
O humorista convida corajosos que tenham histórias engraçadas para contar e analisa a melhor delas ao lado de um ícone especial denominado “A Voz da Experiência” - presença escolhida com a ajuda do público. A história vencedora participa do Webbullying, o momento mais esperado do show onde o comediante toma conta do perfil de uma pessoa nas redes sociais (Facebook, Whatsapp, etc) passando a interagir com outras pessoas como se fosse o titular da conta.
quarta-feira, 6 de fevereiro de 2019
No Casulo é assim!

Os bebês crescem tão rápido, seus interesses se ampliam e o desenvolvimento segue num ritmo incrível. No CEI Casulo da Borboleta, eles são acolhidos em suas descobertas e ampliado seus saberes, permitindo que imitem o universo adulto (feira, mercado, maternagem, dirigir, cozinhar, limpar...), promovendo letramento, conhecimentos matemáticos, socialização, comunicação eficiente... Enfim, a primeira infância é muito intensa, e pode ser muito divertida!
terça-feira, 5 de fevereiro de 2019
Lao Tsé
“Para ganhar conhecimento, adicione coisas todos os dias.
Para ganhar sabedoria elimine coisas todos os dias”
segunda-feira, 4 de fevereiro de 2019
Dez anos depois por Jura Arruda
As novidades e as tendências mudam a cada dez minutos na internet e é preciso estar atento para não ficar à deriva nesse mar de memes e hashtags. Nem tudo (ou quase nada) se aproveita, é verdade. Mas quem disse que é preciso colocar o bufê inteiro no prato?
A onda mais recente, até dez minutos atrás, era #10yearschallenge. Sim, brasileiros, o idioma inglês domina o mundo virtual, como não é diferente na vida real (e eu sonhando que o esperanto seja o idioma sem território da humanidade!).
A tal hashtag propõe que você coloque lado a lado duas fotos, uma de 2009 e outra de 2019, para mostrar a diferença que o tempo fez em sua face. A brincadeira caiu no gosto de milhões de pessoas e, até ontem, mais de dois milhões de postagens haviam sido feitas. Acontece, e é aí que o ser humano pode surpreender positivamente, que pessoas com mais senso crítico e menos anseio por exposição puseram-se a postar temas relevantes para a sociedade. Vamos ser sinceros, além da curiosidade, saber se você ganhou rugas ou fios brancos em dez anos não é lá grande coisa, a menos para você.
Entre as postagens mais interessantes e desafiadoras estão as que apresentam uma geleira em 2009 e em 2019, com visível diferença de volume, e a que mostra a água do rio Doce dez anos atrás e a lama que ainda habita Mariana. Há também as que mostram as diferenças nas políticas sociais e, convenhamos, 2009 apresenta imagem muito mais animadora do que 2019, em que a discussão gira em torno de armas, num governo que até agora não demonstrou muita habilidade de gestão.
Estou levando a sério o que é para ser só uma brincadeira, talvez você diga, mas vejo nisso aí uma grande oportunidade de se fazer um levantamento, se não de aspectos sociais, mas de nossas vidas. Ou não somos nós células de uma imensa cadeia a refletir ações isoladas? Que tal olharmos para trás, percorrer a década que se passou e identificar avanços pessoais ou retrocessos ou estagnação?
Que tal olharmos para o mundo e avaliarmos o caminho que estamos traçando? Tendo em vista que, de certo, apenas a finitude de cada um; e de esperança, uma nova oportunidade quando tudo aqui acabar. Se sua face mudou em dez anos e, provavelmente, não foi para melhor, que tal enxergarmos o que a alma mudou nesse período de tempo?
Alma, ao contrário do corpo, permite o resgate da beleza. (Crônica publicada no jornal A Notícia, em 18/01/19)
Centro Integrado João de Paula oferece...
Divulgação dos cursos oferecidos aos imigrantes (haitianos) no Centro Integrado João de Paula
Sábado (10h-12h) Cursos de português básico 20 vagas, português intermediário 20 vagas;
Sábado (13h-15h) Curso de corte e costura 20 vagas e panificação 20 vagas;
Inicio das atividades 16/02/2019.
Matrículas todas as segundas, quartas e quintas-feiras.
Das 11h ás 17h terças e sextas-feiras das 09h ás 15h.
Endereço: Rua XV de novembro, 3165 - fone 3453.0588 falar com assistente social Damaris.
Endereço: Rua XV de novembro, 3165 - fone 3453.0588 falar com assistente social Damaris.
DOCUMENTAÇÃO NECESSÁRIA PARA INSCRIÇÃO NA INSTITUIÇÃO:
- Cópia: Documento de identidade e CPF do candidato e familiares que residem na mesma casa;
- Cópia: Comprovante de Residência Atual (até três meses)
- Cópia: Comprovante de renda do candidato e familiares que reside na mesma casa;
- Cópia: Trazer encaminhamento (se possuir)
- Cópia: NIS (Número de Inscrição Social) (se possuir)
domingo, 3 de fevereiro de 2019
sábado, 2 de fevereiro de 2019
sexta-feira, 1 de fevereiro de 2019
Amanhã na AJOTE
VERÃO TEATRAL 2019 - Espetáculo: A Menina e sua sombra de menino
Grupo: Malagueta Produções - Florianópolis/SC
Você parece um menino! Você parece uma menina! Ela gosta de brincar de carrinho e de boneca. Ele gosta de brincar de bambolê e de futebol. Mas de tanto os outros criticarem o seu jeito autentico, um dia ela percebe que sua sombra é de um menino. E isso ela não quer! Ela só quer o direito de ser ela mesma. Afinal, o que são "coisas de menino" e "coisas de menina"? Montagem teatral inspirado na obra "A história de Júlia e sua sombra de menino" de Christian Bruel.
FICHA TÉCNICA
Direção: Pépe Sedrez / Atuação: Egon Seidler e Paula Bittencourt / Realização: Malagueta Produções
Cenário e Figurinos: Ana Pi / Composição, trilha sonora e produção musical: Déo Lembá
Designer gráfico: Chouette / Fotos: Tóia de Oliveira
Duração: 45 minutos - Classificação: livre
Ingresso: Inteira R$20,00 + taxas administrativas, meia R$10,00 + taxas administrativas.
Venda antecipada de ingressos na Loja Verde Leve (alameda de serviços do Shopping Mueller), no site: www.enjoyeventes.com.br ou uma hora antes do espetáculo, no local da apresentação.
quinta-feira, 31 de janeiro de 2019
quarta-feira, 30 de janeiro de 2019
O humano e as escolhas por Jura Arruda
Temos, nós humanos, autoconsciência. Isso nos diferencia dos outros animais e deveria fazer-nos melhores porque, conscientes de nossa condição humana, poderíamos aperfeiçoar-nos, e isso incluiria saber que é melhor o respeito à natureza do que a simples exploração dos bens; que o melhor caminho é a valorização do convívio em sociedade, com as incontáveis diferenças, que permite o aprendizado a partir da troca de experiências, o olhar generoso e o auxílio mútuo para, a partir daí, gozar a vida na medida que a vida se oferece.
Não foi esse o caminho. Desde os primórdios o ser humano entende que sua autoconsciência o coloca acima dos outros, inclusive dos outros de sua espécie. Onde era para conter estima, habita a soberba. Falo de maneira generalizada porque não possuo números. É certo que há os que buscam o caminho da paz e do altruísmo, mas o que nos mostra a realidade atual é que estão em número muito inferior ou há uma quantidade considerável de humanos que não atingiram a consciência de si mesmos, nem é capaz de ponderar fatos e fazer escolhas sãs.
Chegamos a 2019, o mundo ferve, o Brasil descobriu a política e a polarização, e é exatamente diante disso que podemos observar o quanto seres humanos são comandados por instinto e não pela razão, ou ainda pior, por um viés contaminado da razão, que ilude-os a pensar que estão salvando suas vidas da extinção (a luta do instinto), quando estão jogando-se em abismos profundos e irreversíveis.
Discussões em redes sociais e em praças apontam para um retrocesso imenso que supúnhamos impossível. Não, não estou entrando em questões partidárias, fique tranquilo. Falo de visão de mundo, de respeito ao próximo, de avanços sociais que são vistos como afronta por fanáticos e tradicionalistas. Falo do desejo de vingança com armas em punho de pessoas que sentem sede de morte, de vingança do que sequer sofreu. O que vemos é um filme épico em que vale mais a bandeira do reino, o reinado do rei e a posse da terra, do que o olhar empático sobre as pessoas e suas diversas culturas. Um filme daqueles em que exércitos movidos por raiva ou ignorância correm em direção ao outro com lanças e mágoas para destruir o que lhes parece diferente.
Esse mundo bélico e insano que conta com a conivência dos poderosos, porque isso lhes agrada e rende capital, pode extinguir da Terra, em breve, toda razão. O que, nos dias de hoje, se parece muito com a vinda do "Messias".
(Crônica publicada em 04/01/19, no jornal A Notícia)
terça-feira, 29 de janeiro de 2019
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