terça-feira, 22 de abril de 2014

Em maio...


Vacinação contra a gripe começa nesta terça, dia 22 de abril

A Secretaria da Saúde de Joinville pretende imunizar 131.089 pessoas durante a Campanha de Vacinação contra a Gripe. A ação inicia hoje e termina no dia 09 de maio (sexta). O público-alvo são crianças de seis meses a cinco anos, gestantes e puérperas (45 dias após o parto), pessoas com 60 anos ou mais, pessoas portadoras de doenças crônicas (diabéticos, cardíacos, renais, hepáticos, hipertensos), trabalhadores da área de saúde e presidiários e funcionários de presídios. As vacinas serão ministradas nas 53 unidades básicas de saúde (postinhos) existentes em todos os bairros. O período de atendimento é das 08h às 17h.

Pedantismo gramatical



"Por que as pessoas gritam?"


Um dia, um pensador indiano fez a seguinte pergunta a seus discípulos:

- Por que as pessoas gritam quando estão aborrecidas?

- Gritamos porque perdemos a calma, disse um deles.

- Mas, por que gritar quando a outra pessoa está ao seu lado? Questionou novamente o pensador.

- Bem, gritamos porque desejamos que a outra pessoa nos ouça, retrucou outro discípulo.

E o mestre volta a perguntar:

- Então não é possível falar-lhe em voz baixa?

Várias outras respostas surgiram, mas nenhuma convenceu o pensador. Então ele esclareceu:

- Vocês sabem porque se grita com uma pessoa quando se está aborrecida? O fato é que, quando duas pessoas estão aborrecidas, seus corações se afastam muito. Para cobrir esta distância precisam gritar para poderem escutar-se mutuamente. Quanto mais aborrecidas estiverem, mais forte terão que gritar para ouvir um ao outro, através da grande distância. Por outro lado, o que sucede quando duas pessoas estão enamoradas? Elas não gritam. Falam suavemente. E por quê? Porque seus corações estão muito perto. A distância entre elas é pequena. Às vezes estão tão próximos seus corações, que nem falam, somente sussurram. E quando o amor é mais intenso, não necessitam sequer sussurrar, apenas se olham, e basta. Seus corações se entendem. É isso que acontece quando duas pessoas que se amam estão próximas.

Por fim, o pensador conclui, dizendo:

“Quando vocês discutirem, não deixem que seus corações se afastem, não digam palavras que os distanciem mais, pois chegará um dia em que a distância será tanta que não mais encontrarão o caminho de volta”

Nada é para sempre...



segunda-feira, 21 de abril de 2014

Dança das cadeiras



Concurso Público da Guarda Municipal



Estão abertas as inscrições para o Concurso da Guarda Municipal da Prefeitura Municipal de Joinville, são 60 vagas para a Secretaria de Proteção Civil e Segurança Pública. As inscrições no valor de R$ 44,80 poderão ser feitas até o dia 14 de maio. Os candidatos interessados devem ter ensino médio completo e carteira de habilitação categoria “B”. As provas estão previstas para o dia primeiro de junho. De acordo com o edital do concurso, das 60 vagas, 03 serão destinadas a pessoas com deficiência. O salário oferecido para 220 horas mensais é até R$ 3.428,50 (vencimento de R$ 2.285,67 mais 30% de periculosidade e 20% de gratificação). Para maiores  informações acessar o site www.sociesc.org.br/concursos.

Consciência ambiental



Os quatro pilares da Educação





* Aprender a conhecer é a ponte que nos tira da ignorância, do nosso estado de passividade e nos desperta para uma abertura que irá permitir uma “revolução” do saber conquistado.

* Aprender a fazer é a prática sendo exercida com as ferramentas que lhe dão um direcionamento. Se houver erros que seja somente para aprimorar os acertos que estão por vir.

* Aprender a conviver é talvez uma das maiores responsabilidades da atualidade. Respeitar as diversidades culturais, religiosas e etc é um dos grandes desafios. É exercer a cidadania de maneira plena respeitando todos os limites, sejam intelectuais, culturais ou partidários.

* Aprender a ser é entender que estamos nos lapidando a cada novo momento e que a nossa verdadeira identidade é o que você consegue assimilar de novo dentro de um conjunto de informações que já são aderentes a ti desde da tua infância.

Bom dia



domingo, 20 de abril de 2014

Para colar no Caderninho de Receitas



Oração da Paz


Senhor! Fazei de mim um instrumento de vossa Paz.

Onde houver ódio, que eu leve o amor,
Onde houver ofensa, que eu leve o perdão.
Onde houver discórdia, que eu leve a união.
Onde houver dúvida, que eu leve a fé.
Onde houver erro, que eu leve a verdade.
Onde houver desespero, que eu leve a esperança.
Onde houver tristeza, que eu leve a alegria.
Onde houver trevas, que eu leve a luz!

Ó Mestre, fazei que eu procure mais:
consolar, que ser consolado;
compreender, que ser compreendido;
amar, que ser amado.

Pois é dando que se recebe,
é perdoando que se é perdoado,
e é morrendo que se vive para a vida eterna!

Feliz Páscoa



Chega de violência! Denuncie...




A violência sexual NÃO é culpa da vítima.

A pesquisa divulgada pelo Ipea Instituto de Pesquisa aponta que esta ainda é uma sociedade patriarcal, 
que busca controlar o corpo feminino e que culpa a mulher pelas agressões sofridas.

Juntos, podemos mudar este cenário: diante da violência contra a mulher, denuncie!

Um maravilhoso domingo!



sábado, 19 de abril de 2014

5º Macarrão Amigo do CENEF



Coelhinho da Páscoa, que trazes pra mim?


Ari e Tuik

Eu trago em meus achados e perdidos, a paz que anda nas calçadas sem fim, 
o amor desencontrado pela solidão... a esperança anunciando um rumo a seguir.

Eu trago em meus achados e perdidos, o sorriso puro de uma criança, 
o gesto caloroso do amigo sincero... a clareza dos sentimentos entre as pessoas.

Eu trago em meus achados e perdidos, a solidariedade presente em cada coração.
O respeito pela vida reverenciado em cada ser... o carinho entre os irmãos.

Nesta Páscoa, trago boas novas de esperança e paz para cada coração!

Declaração Universal dos Direitos Humanos



Opção

Uma senhora idosa, elegante, bem vestida e penteada, estava de mudança para uma casa de repouso, pois o marido com quem vivera 70 anos, havia morrido e ela ficara só. Depois de esperar pacientemente por duas horas na sala de visitas, ela ainda deu um lindo sorriso quando uma atendente veio dizer que seu quarto estava pronto. A caminho de sua nova morada, a atendente ia descrevendo o minúsculo quartinho, inclusive as cortinas de chintz florido que enfeitavam a janela. 

- Ah, eu adoro essas cortinas, disse ela com o entusiasmo de uma garotinha que acabou de ganhar um filhote de cachorrinho.
- Mas a senhora ainda nem viu seu quarto…
- Nem preciso ver – respondeu ela. 
– Felicidade é algo que você decide por princípio. E eu já decidi que vou adorar! É uma decisão que tomo todo dia quando acordo. Sabe, eu tenho duas escolhas: Posso passar o dia inteiro na cama contando as dificuldades que tenho em certas partes do meu corpo que não funcionam bem ou posso levantar da cama agradecendo pelas outras partes que ainda me obedecem. Cada dia é um presente. E enquanto meus olhos abrirem, vou focalizá-los no novo dia e também nas boas lembranças que eu guardei para esta época da vida. A velhice é como uma conta bancária: você só retira daquilo que você guardou. Portanto, lhe aconselho depositar um monte de alegria e felicidade na sua Conta de Lembranças. E como você vê, eu ainda continuo depositando.

Agora, se me permite, gostaria de lhe dar uma receita:
* Jogue fora todos os números não essenciais para sua sobrevivência.
* Continue aprendendo. Aprenda mais sobre computador, artesanato, jardinagem, qualquer coisa. Não deixe seu cérebro desocupado.
* Curta coisas simples.
* Ria sempre, muito e alto. Ria até perder o fôlego.
* Lágrimas acontecem. Aguente, sofra e siga em frente. A única pessoa que acompanha você a vida toda é VOCÊ mesmo. Esteja VIVO, enquanto você viver.
* Esteja sempre rodeado daquilo que você gosta: pode ser família, animais, lembranças, música, plantas, um hobby, o que for. Seu lar é o seu refúgio.
* Aproveite sua saúde. Se for boa, preserve-a. Se está instável, melhore-a. Se está abaixo desse nível, peça ajuda.
* Diga a quem você ama, que você realmente o ama, em todas as oportunidades. 

E lembre-se sempre que... A vida não é medida pelo número de vezes que você respirou, mas pelos momentos em que você perdeu o fôlego de tanto rir, de surpresa, de êxtase, de felicidade... Simples assim! 

Autor desconhecido

Boas dicas



quinta-feira, 17 de abril de 2014

Espetáculo Folclórico Japonês WA no Teatro Juarez Machado




Ingressos compra antecipada: R$ 15,00
- 50% de desconto na doação de 01 kg de alimento não perecível
- Labore Saúde Ocupacional - Rua Jacob Eisenhuth, 85 ou pelo email taikojoinville@gmail.com
- Telefones: 3433-1839 - 9905-3726 - 8415-7823

Projeto Viva Turismo - módulo "Acolhimento ao Turista"



Verdade



Sobre dor, tristeza, esperança e felicidade

Dois homens, ambos gravemente doentes, estavam no mesmo quarto de hospital. Um deles podia sentar-se na sua cama durante uma hora todas as tardes para conseguir drenar o líquido de seus pulmões. Sua cama estava junto da única janela do quarto. O outro homem tinha de ficar sempre deitado de costas para a janela. 

Os homens conversavam horas a fio... Falavam das suas mulheres e famílias, das suas casas, seus empregos, seus envolvimentos no serviço militar, locais onde eles passavam as férias... Todas as tardes, quando o homem da cama perto da janela se sentava, ele passava o tempo descrevendo ao seu companheiro todas as coisas que ele podia ver do lado de fora da janela. O homem da cama do lado começou a viver para aqueles períodos de uma hora, em que o seu mundo era alargado e animado por toda a atividade e cor do mundo do lado de fora. A janela dava para um parque com um lindo lago repleto de patos e cisnes, crianças brincavam com os seus barquinhos, jovens namorados caminhavam de braços dados por entre as flores de todas as cores e uma bela vista da silhueta da cidade podia ser visto na distância. Quando o homem perto da janela descrevia isto tudo com detalhes requintados, o homem no outro lado do quarto fechava os seus olhos e imaginava cada cena. Uma tarde quente, o homem perto da janela descreveu um desfile que passava. Embora o outro homem não conseguisse ouvir a banda - ele podia vê-la no olho da sua mente como o senhor a retratava através das palavras descritivas.

Dias, semanas e meses se passaram. Uma manhã, a enfermeira chegou ao quarto trazendo água para os seus banhos, e encontrou o corpo sem vida do homem perto da janela, que tinha morrido tranquilamente em seu sono. Ela ficou muito triste e chamou os atendentes para que levassem o corpo dali. Logo que pareceu apropriado, o outro homem perguntou se podia ser colocado na cama perto da janela. A enfermeira fez a troca e observou para ter certeza de que ele estava confortável.

Vagarosamente, pacientemente, ele se apoiou em um dos cotovelos para tomar o seu primeiro olhar do mundo real. Fez um grande esforço e lentamente olhou para fora da janela além da cama, e encontrou uma parede branca. O homem perguntou à enfermeira o que poderia ter levado seu companheiro falecido, ter descrito coisas tão maravilhosas vistas dessa janela. A enfermeira respondeu que o homem era cego e nem sequer conseguia ver a parede. E acrescentou: Talvez ele só queria encorajar você!

A vida



quarta-feira, 16 de abril de 2014

Enquete: que livro você está lendo?




Caros leitores,

Participem via "Contato" (lado direito da página) que livro você está lendo...

Título, autor e, quem sabe, para os mais inspirados, uma breve sinopse 
(um resumo, uma síntese de uma obra literária, científica...).

Grata, Narizinho

O coração + bonito

Um jovem estava no centro da cidade, dizendo ter o coração mais bonito da região. Uma multidão o cercou e todos admiraram o seu coração. Não havia marca ou qualquer outro defeito. Todos concordaram que era o coração mais bonito que já tinham visto e o jovem continuou muito orgulhoso por seu belo coração. 

Até que de repente, um velho apareceu diante da multidão e disse: - Seu coração parece perfeito, mas eu não trocaria o meu pelo seu.
A multidão e o jovem olharam para o coração do velho, que batia com vigor, mas estava cheio de cicatrizes. Havia locais em que pedaços tinham sido removidos e outros tinham sido colocados no lugar, mas estes não encaixavam direito, causando muitas irregularidades. Em alguns pontos do coração, faltavam pedaços.

O jovem olhou para o coração do velho e disse: - O senhor deve estar brincando... Compare nossos corações. O meu está perfeito, intacto. O seu é uma mistura de cicatrizes e buracos! A multidão riu da situação.

- Sim, disse o velho. Cada cicatriz representa uma pessoa a quem dei o meu amor. Tirei um pedaço do meu próprio coração e dei para cada uma dessas pessoas. Muitas delas deram-me também um pedaço do próprio coração para que eu colocasse no meu, mas, como os pedaços não eram exatamente iguais, há irregularidades. Mas eu as estimo, porque me fazem lembrar do amor que compartilhamos. E cheio de emoção, concluiu: - Algumas vezes, dei pedaços do meu coração a quem não me retribuiu... Por isso há buracos. Eles doem... Ficam abertos, lembrando-me do amor que senti por essas pessoas... Tenho a esperança de que um dia elas retribuam, preenchendo esses espaços. A multidão silenciou.

O jovem ficou calado e lágrimas escorreram pelo seu rosto. Ele aproximou-se do velho. Tirou um pedaço de seu perfeito e jovem coração e ofereceu ao velho, que retribuiu o gesto. O jovem olhou para o seu coração, não mais perfeito como antes, mas mais belo que nunca. Os dois se abraçaram e saíram caminhando lado a lado e o jovem ficou pensando...

“Como deve ser triste passar a vida com o coração intacto”

#TráficoDePessoas



Adoção... Período de adaptação (2)


Quarta fase: acima dos 12 anos
Muitos preferem fazer um apadrinhamento afetivo ao invés de adotar adolescentes. Infelizmente a partir dessa idade a adoção é quase inexistente, devido ao medo dos pretendentes em não conseguir lidar com essa fase da vida. Como em qualquer uma das fases já citadas, é preciso preparo e afeto, mas principalmente direcionamento para aquela criança que cresceu em uma Instituição, ou negligenciada pelos genitores. É preciso priorizar o vínculo afetivo sempre. Muitos pais se preocupam em correr atrás do tempo perdido na parte pedagógica, mas tente ter paciência, pois seu filho passou por muitas mudanças, e precisa se sentir seguro emocionalmente para conseguir se interessar por outros assuntos. Algo muito comum nesse período é a indiferença, especialmente quando os pais tentam tirar algum benefício como forma de castigar e impor limites (internet, vídeo game, etc..). As crianças maiores e os adolescentes reagem com indiferença, como se não ligassem para nada do que é cortado. É quase como se dissessem “nunca tive nada, não me importo se você tirar o que eu não tinha antes”. O estabelecimento de limites e a vinculação são o ponto principal, e a ajuda psicológica é essencial, especialmente para fortalecer os pais nos momentos de ansiedade.

Fonte: Psicologia da Adoção

Páscoa, realidade brasileira



terça-feira, 15 de abril de 2014

Horário do comércio no Feriadão de Páscoa



Bons sonhos (livros)



Velha roupa colorida - Belchior


"Você não sente, não vê
Mas eu não posso deixar de dizer, meu amigo
Que uma nova mudança em breve vai acontecer
O que há algum tempo era novo, jovem
Hoje é antigo
E precisamos todos rejuvenescer

...

No presente a mente, o corpo é diferente
E o passado é uma roupa que não nos serve mais"

"Há sempre uma maneira. É só querer"



Formas de amar


segunda-feira, 14 de abril de 2014

Conhecimento X Ego por Albert Einstein



2° Café Solidário da AJOS




A AJOS realiza no próximo dia 23 de abril (quarta), às 15h30min na Associação Atlética do Banco do Brasil (AABB), 
localizada a Rua do Ouro, nº 185, bairro Saguaçu, o 2° Café Solidário da AJOS. 
A AJOS é uma instituição que presta serviços de assessoramento às entidades sociais de Joinville e região e 
toda a renda será revertida para projetos sociais desenvolvidos pela associação e manutenção.
O convite está sendo vendido na sede da AJOS (Shopping Cidade das Flores, piso superior) 
por R$ 50,00 e dá direito de prestigiar um delicioso café. 
Não deixe de participar deste evento solidário!

#nãodrogas


Adoção... Período de adaptação (1)


Terceira fase: dos 08 aos 12 anos
São crianças que já possuem um sofrimento muito grande, é como se uma casca fosse construída para evitar novas decepções. O medo do abandono já faz parte do funcionamento deles, e o período de testes pode ser maior e mais intenso. É preciso preparo do casal, muita leitura, apoio psicológico, mas é possível uma ótima vinculação, tudo irá depender da estrutura emocional da família e do acolhimento oferecido. A criança já tem uma lembrança viva dos genitores e da própria história, é preciso orientação para que o casal lide com a carga de sofrimento que vem acoplada à criança. Dependendo da história dos genitores é possível que a criança sinta culpa por deixá-los em uma situação desfavorável. Além de participar dos grupos de apoio, é importante a psicoterapia individual e familiar. Lembrando sempre que amor, diálogo e orientação psicológica auxiliam... e muito! Conheço muitos casos felizes de adoções tardias.

Fonte: Psicologia da Adoção

Respeito



domingo, 13 de abril de 2014

Em inglês (legumes)



Neste domingo acontece a Festa da Banana no bairro Vila Nova



A Festa da Banana acontece neste domingo a partir das 9h 
no Galpão da Igreja Nossa Senhora Aparecida na Estrada Blumenau - Vila Nova.

Campanha "Mulher, tome partido"




Slogan de campanha nacional para incentivar a filiação partidária feminina...  Mulher, tome partidoA iniciativa foi das Procuradorias da Mulher do Senado e da Câmara Federal, do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), do Fórum Nacional de Instâncias de Mulheres de Partidos Políticos, com apoio da SPM - Secretaria de Políticas para as Mulheres. A intenção foi aumentar a participação feminina na política e, consequentemente, fazer crescer o número de mulheres eleitas já nas eleições deste ano.

O CENEF convida para o 5º Macarrão Amigo

Você que gosta de massas, não pode perder! 
Além de saborear um ótimo macarrão com molhos variados, você estará ajudando o CENEF a manter seus serviços... 
Participe!!


Pare de carregar a mala dos outros!

Vamos fazer um exercício?

Como você reage quando seu filho não quer fazer a lição? Ou quando alguém não consegue arrumar a própria mala para a viagem de férias, perde a hora do trabalho com frequência, gasta mais do que ganha… e muitas coisinhas mais que vão fazendo você correr em desvario para tapar buracos que não criou e evitar problemas que não afetam sua vida diretamente?

Não afetam a sua vida, mas afetam a vida de pessoas queridas, então, você sai correndo e pega todas as malas que estão jogadas pelo caminho e as coloca no lombo (lombo aqui cai muito bem, fala a verdade) e a sua mala, que é a única que você tem a obrigação de carregar, fica lá, num canto qualquer da estação.

Temos uma jornada e um propósito aqui neste planeta e quando perdemos o foco, passamos a executar os propósitos alheios. A estrada é longa e o caminho muitas vezes nos esgota, pois o peso da carga que nós nos atribuímos não é proporcional à nossa capacidade, à nossa resistência e o esgotamento aparece de repente.

Esse é o primeiro toque que a vida nos dá, pois, quando o investimento não é proporcional ao retorno, ou seja, quando damos muito mais do que recebemos na vida, nos relacionamentos humanos ou profissionais, é porque certamente estamos carregando pesos desnecessários e inúteis. Quando olhamos para um novo dia como se ele fosse mais um objetivo a cumprir, chegou a hora de parar para rever o que estamos fazendo com o nosso precioso tempo. O peso e o cansaço nos tornam insensíveis à beleza da vida e acabamos racionalizando o que deveria ser sacralizado.

É o peso da mala que nos deixa assim empedernido. Quanto ela pesa? Quantos sofrimentos carregamos inutilmente, mágoa, preocupação, controle, ansiedade, excesso de zelo, tudo o que exaure a nossa energia vital. E o medo, o que ele faz com a gente e quanta coisa ele cria que muitas vezes só existe dentro da nossa cabeça? 

Sabe que às vezes temos tanto medo de olhar para a própria vida que preferimos tomar conta da vida dos filhos, do marido, do pai, da mãe… e a nossa mala fica na estação. O momento é esse, vamos identificar essa bagagem: ela é sua? Ótimo, então é hora de começar uma grande limpeza para jogar fora o lixo que não interessa e caminhar mais leve. Agora, se o excesso de peso que você carrega vem de cargas alheias, chegou a hora de corajosamente devolvê-las aos interessados. Não se intimide, tampouco fique com a consciência pesada por achar que a pessoa vai sucumbir ao fardo excessivo. Ao contrário, nesse momento você estará dando a ela a oportunidade de aprender a carregar a própria mala.

A vida assim compartilhada fica muito mais suave, pois os relacionamentos com bases mais justas e equânimes acabam se tornando mais amorosos, sem cobranças e a liberdade abre um grande espaço para a cumplicidade e o afeto.

Onde está a sua mala?

...


sábado, 12 de abril de 2014

Páscoa



Próxima reunião do GEAAJ - Grupo de Estudos e Apoio à Adoção de Joinville

O GEAAJ - Grupo de Estudos e Apoio à Adoção de Joinville, é uma organização não governamental sem fins lucrativos, composto por voluntários que se interessam pela causa da adoção. Recebemos apoio técnico do Juizado da Infância e Juventude de Joinville.

Próxima reunião AOS PRETENDENTES À ADOÇÃO que tem com objetivo promover um espaço de troca de experiências e esclarecimentos de dúvidas às pessoas que desejam adotar uma ou mais crianças ou adolescentes...

Dia 15 abril (terça) às 19h15min na Av. Juscelino Kubitschek, 410 Bloco B sala 302
Sala gentilmente cedida pelo SEPIJ - Sindicato das Empresas de Processamento de Dados e Informática de Joinville

Esperamos por vocês! 

Canais de contato do GEAAJ:
Site: www.geaaj.com - Facebook: https://www.facebook.com/Geaajoinville - E-mail: geaaj@bol.com.br
Telefones: (47) 3439-3034 / 9949-0898

Dica


Adoção... Período de adaptação


Segunda fase: dos 04 aos 07 anos
Mesmo que a criança tenha sido abrigada por um tempo, ela ainda sonha em ter uma família. A vontade de se adaptar ao casal é muito grande, mas é claro que essa adaptação depende de como o processo de aproximação será conduzido, se ainda existe contato com a família biológica, se a criança tem irmãos e eles ficarão no abrigo ou serão adotados por outras famílias. Atualmente o Poder Judiciário evita separar grupos de irmãos (desde que haja vínculo, quando os irmãos não convivem costuma-se separá-los para facilitar a adoção). Cada situação precisa ser estudada e pensada pelo casal, para que a aproximação e a vinculação aconteçam da melhor maneira possível. Geralmente nesta idade a criança chama o casal de “pai e mãe” com rapidez, adaptando-se a família de maneira relativamente tranquila. Busca semelhanças físicas e psicológicas, perguntando se é parecido com o casal. Usualmente o período de adaptação e vinculação pode levar até dois anos, por isso é necessário que o casal esteja preparado para os altos e baixos emocionais que virão nesse período, sempre acolhendo e deixando claro que são seus pais, e esclarecendo todas as dúvidas da criança quanto a sua história de origem.

Fonte: Psicologia da Adoção

Morihei Ueshiba



sexta-feira, 11 de abril de 2014

Neste domingo acontece a 2ª edição da Feira do Príncipe




A arte tomará conta do centro da cidade neste domingo, dia 13 de abril, das 09 às 14h. A Rua do Príncipe será novamente ocupada com comércio de produtos naturais, coloniais e culturais, além de atrações artísticas e gastronomia. Nesta segunda edição, a Feira do Príncipe contará com mais de 300 feirantes, 50% a mais que a primeira. O evento também terá apresentação especial da Orquestra Cidade de Joinville, na Praça Nereu Ramos, e o lançamento da primeira Osterbaum (Árvore de Páscoa) Pública de Joinville, na Praça Lauro Müller. Prestigie!

Amar muito



Vote certo, Vote em Joinville



“Por que estamos na terra, se não para crescer?”

Não são muitas as pessoas que já leram o próprio obituário. Alfred Nobel leu. 
Nobel estava doente já há algum tempo e alguém anunciou falsamente que ele tinha morrido. Imagine sua surpresa quando abriu o jornal de manhã e viu sua morte noticiada!

Ao ler os curtos parágrafos que resumiam sua vida e obra, ficou incomodado ao ver que era mencionado apenas como o homem que inventara a dinamite. A nota descrevia toda a destruição que a invenção causara. Nobel deplorou a idéia de ser lembrado como criador de algo que fora usado para destruir tantas vidas. 

Depois de ler o seu obituário, Nobel decidiu mudar sua vida. E resolveu dedicá-la a um novo ideal: a busca da paz. Hoje lembramos de Alfred Nobel não como o inventor da dinamite, mas como o fundador do Prêmio Nobel da Paz.

A história de Nobel ilustra uma verdade importante: nunca é tarde demais para mudar o rumo de sua vida.

Se não mudamos, não crescemos. Se não crescemos, não estamos realmente vivendo. 

E você? Quanto mudou ultimamente? Digamos, na última semana? No último mês? 

Sabemos que a tendência das pessoas é continuar na rotina quando o assunto é crescer e mudar. Crescimento é uma escolha, uma decisão que realmente pode fazer diferença na vida de uma pessoa.

Por Robert Browning

Faça uma escolha inteligente #nãofume



quinta-feira, 10 de abril de 2014

À frente do arquipélago com David Gonçalves



Os escritores, por natureza, são intimistas. Veja bem, David Gonçalves não fala em isolamento, mas de uma certa retração em prol do ambiente perfeito para a criação literária. É um sentimento que o paranaense radicado em Joinville conhece bem – são quatro décadas de escrita nas costas e mais de 30 títulos lançados. Mas a “solidão” teve fim quando os encontros com outros autores locais na Biblioteca Pública tornaram-se tão produtivos que resultaram na Confraria das Letras, que depois evoluiu para uma associação homônima focada em publicar obras e divulgar o trabalho de seus integrantes. Após cinco mini-antologias, a união de forças chegou a Saganossa, uma coletânea de textos de 22 escritores lançada nesta segunda, dia 07 de abril na Feira do Livro de Joinville. Presidente da cooperativa literária, Gonçalves conta nesta entrevista as vantagens do sistema e seus planos de levar as letras joinvilenses para todo o País.

Qual o maior ganho que a Confraria das Letras possibilitou até agora?
David Gonçalves – A Confraria, um projeto da Biblioteca Pública, reuniu e agitou o meio literário de Joinville. Dela nasceu a Associação dos Escritores, que, de fato, mexeu com a produção literária, não só de Joinville, mas do Estado. Juntos, os escritores se fortaleceram.

Como você avalia a realidade literária de Joinville antes da Confraria?
David - Antes da associação, cada um produzia em seu canto e muitos não conseguiam publicar e divulgar sua obra. Os escritores, por natureza, são intimistas, não gostam de participar de grupos, até porque a criação literária é exclusiva – pensamentos, estilos, gêneros etc. Então, havia um certo marasmo. Com a associação, houve maior incentivo, maior desenvoltura, e iniciantes e veteranos voltaram a produzir e a mostrar os seus trabalhos. Pode-se afirmar que há uma explosão criativa. Isto se deve ao trabalho da associação, que não é algo fechado, como as academias de letras.

Aliás, em Jaraguá há uma iniciativa semelhante, a Ciranda Literária…
David - Por meio da Biblioteca Pública de Jaraguá do Sul, a Ciranda Literária também está criando condições para novos e veteranos terem uma produção literária constante e intensa. Mas eles ainda não criaram uma associação, uma entidade independente. Como a nossa associação não se restringe a Joinville (temos associados de outras cidades e de outros Estados), esperamos que os escritores de Jaraguá e região venham a compartilhar dela.

Então ela já é uma ideia concretizada.
David – Sem dúvida! Ela fomenta a criação literária. Já produzimos e editamos cinco miniantologias num ano e meio de atividades, com recursos próprios. Fizemos o 1o Encontro de Escritores Catarinenses com recursos próprios, sem ajuda do Estado, que foi um sucesso. Neste ano, já estamos programando para novembro o segundo encontro. No ano passado, reunimos 120 escritores. Neste ano, queremos reunir 200 e, juntos, discutir a produção literária catarinense. Nesta Feira do Livro, estamos lançando o livro Saganossa, no sistema cooperativado, com 22 autores. Esse sistema não é novidade alguma, mas na literatura sempre foi pouco usado. Juntos, os autores se sentem mais fortalecidos.

Quais os planos da associação? Continuar publicando antologias ou há algo além?
David - Vamos continuar incentivando a literatura e publicando e divulgando, não só para os joinvilenses, mas para o País. Até pouco tempo, quando se pensava em Joinville, o que vinha na cabeça das pessoas é que aqui se produziam geladeira, parafusos, PVC etc. Queremos dizer ao Brasil que fazemos também boa literatura. Aos poucos, queremos ter escritores de outros Estados. A ideia é transformar o título Saganossa num selo editorial. Todas as nossas publicações sairão também em forma de e-book.

Publicar ainda é o maior obstáculo dos escritores?
David - Publicar é uma coisa, divulgar é outra. Muitos estão publicando, mas encontram fortes barreiras na distribuição. Distribuir é o grande problema para os escritores que ainda não estão na mídia. Sozinho, há poucas chances.

Você percebe uma tendência de formato e temática entre os autores da cidade e da região?
David - O que se percebe é uma grande quantidade de escritores se dedicando à crônica, à poesia e à literatura infantil. Poucos estão produzindo contos e romances. Alguns, ansiosos por editar, acabam escrevendo livretos com dez frases.

O quanto as feiras do livro de Joinville e Jaraguá impulsionaram os escritores da região, inclusive em termos de produção?
David - Elas são vitrines onde os autores expoem suas obras. Sem dúvida, elas mexem com o marasmo literário e ajudam a criar o hábito de leitura. Hoje, no Brasil, parece que há mais escritores do que leitores. Todos sabem que o brasileiro não dá muita importância à leitura. Por incrível que pareça, o que mais reprova nos vestibulares é a redação. Muitos se formam na universidade sem saberem elaborar um bom texto.

Você concorre a uma vaga na Academia Catariense de Letras (ACL). É um sonho ser imortal?
David - Não. Meu ideal valioso é a literatura. Vejo que as academias de letras deveriam ser mais ativas. Se um dia estiver nela, quero mexer com o marasmo. Até parece que alguns autores, depois que entram, deixam de produzir. Por sua vez, já é hora do Norte de Santa Catarina ter um representante na ACL. Mas a boa literatura vive sem as academias.

Matéria publicada no Jornal A Notícia (07/4/2014) por Rubens Herbst / Orelhada

Sessão Solene de Posse dos Vereadores Mirins



Sobre ADOÇÃO (tem continuação)...


Como funciona o período de adaptação da criança à nova família?


Quanto maior a idade da criança, maior será o período de adaptação. Cada faixa etária tem suas peculiaridades, de acordo com o desenvolvimento infantil e a história de vida da criança. Mas, de maneira geral, podemos classificar esse período de adaptação em quatro fases. 

Primeira fase - Bebês (0 a 3 anos de idade)
Nesse período a criança não apresentará lembranças concretas do seu passado e sua adaptação à rotina dos pais é mais fácil. Até os dois anos de idade, em alguns estados, a guarda é imediata e não há necessidade do período de convivência/adaptação. Algumas comarcas fazem a adaptação em alguns dias, para que a criança se acostume ao casal, mas geralmente existe uma rápida vinculação afetiva. Nessa fase a aproximação deve acontecer como aconteceria com um bebê gerado biologicamente, com muito contato físico, acolhimento das necessidades, a escolha de um pediatra de confiança e exames de rotina. Acostume seu filho desde pequeno a conhecer a sua história, é importante que ele saiba que chegou até vocês pela adoção! Conte histórias na hora de dormir sobre o quanto desejaram um filhinho, que não nasceu da barriga da mamãe, mas estava destinado a ser o seu filho. Use a sua criatividade, misture a história de vocês com a história da criança, sempre falando com naturalidade, para que ela cresça segura de suas origens. Quanto mais natural for para você e sua família, mais natural será também para a criança.

Fonte: Psicologia da Adoção

Ideias



quarta-feira, 9 de abril de 2014

O GEAAJ precisa de você...

O GEAAJ - Grupo de Estudos e Apoio a Adoção de Joinville é uma Organização Não Governamental sem fins lucrativos, 
composto por voluntários que se interessam pela causa da adoção, na cidade de Joinville.

Você tem interesse em nos ajudar e ser um voluntário(a) também?

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Site: http://www.geaaj.com  /  Email: geaaj@bol.com.br 
Telefones (47) 3439-3034 / 9949-0898